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Author name: Lya Michels - Analista de Marketing NDD

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Conheça a importância da gestão de estoque 

O controle do estoque é a base para uma boa operação; reduzi-lo é sinal de menos custos e mais eficiência  Uma boa administração logística passa necessariamente pela gestão de estoque. Quanto mais eficiente for a armazenagem dos itens e acessórios, melhor tende a ser o processo produtivo. De certa forma, o controle do estoque é a base para uma boa operação – não à toa, ele costuma ser tratado como uma parte da chamada logística inbound.  Em um momento no qual o segmento de logística costuma se basear cada vez mais em dados, a logística 4.0, a gestão de estoque costuma trazer vários insights para os gestores. É possível perceber o hábito de compra de clientes, os ciclos de produção do próprio negócio, os momentos de maior e menor demanda, os custos associados da armazenagem, entre outros vários pontos.  Por isso, muitas empresas estão adotando os dados para melhorar a sua gestão de estoque. A partir do histórico de consumo e de vendas, é possível usar tecnologias como machine learning para fazer a previsão e antecipar eventuais compras ou adiá-las. Ter equilíbrio nessa avaliação garante que a empresa aplique melhor seus recursos, adequando prazos de pagamento e de recebimento.  Nesse sentido, um dos aspectos primordiais é conseguir compreender o giro de estoque. Este momento leva em consideração vários aspectos, como compra e vendas, organização, itens usados para a venda ou na cadeia produtiva, entre outros pontos. Dependendo do tipo de produto, é preciso levar em consideração outros aspectos, como a validade.  Descubra como o NDD Cargo pode se integrar aos principais TMS do mercado, garantindo ainda mais eficiência na gestão de estoque.  Gestão eficiente, estoques menores  Um dos grandes desafios de uma gestão de estoque é mantê-lo pequeno. Afinal de contas, quanto maior a sua quantidade, maiores são os ativos envolvidos. A lógica é bastante simples: mais estoque significa um maior espaço para armazenamento, mais recursos para adquiri-lo (diminuindo o caixa da organização) e mais dificuldade para a sua gestão.  Uma das premissas da gestão de estoque é adquirir a eficiência para trabalhar com volumes menores. Isso é possível a partir de uma boa gestão e de um bom relacionamento com os seus fornecedores, além do conhecimento de cada etapa e dos prazos do seu processo. Nessa realidade, a aplicação de dados permite identificar vários pontos a serem adotados para garantir o abastecimento com segurança.  Quanto menor o volume de itens trabalhados e armazenados, mais simples se torna para as pessoas envolvidas diretamente na operação logística. E, em determinados casos, como no e-commerce, a percepção de um item se acumulando é o sinal de realização de promoções para a redução do estoque. Isso é possível a partir de uma visão completa da operação logística e de toda a cadeia.  Esse raciocínio vale tanto para as empresas com frota própria quanto aquelas que apostam na terceirização logística. A contratação de transportadoras se torna ainda mais eficiente com a gestão adequada de estoque.  Alguns cuidados para a gestão eficiente  Sim, a tecnologia e os dados são grandes apoiadores das organizações do setor. De forma isolada, porém, essas ferramentas não transformam um negócio se não forem acompanhadas de processos bem definidos. Soluções como o uso de RFID, que é uma identificação por radiofrequência, tem sido usada em muitos estoques para identificar, rastrear e gerenciar.  Especialmente para empresas varejistas ou de ramos que operam com grande volume de produtos, essa tecnologia consegue aumentar a precisão do controle de estoque, tornando sua operação mais inteligente. Apesar desse suporte, é necessário incluir processos bem definidos, como:  – Checagem adequada dos itens na entrega;  – Realização de inventários periódicos, confirmando se estão alinhados às informações do sistema;  – Crie relacionamento com os fornecedores de modo a definir exatamente os prazos de entrega e de pagamento, o que otimiza o giro do estoque, o fluxo de caixa e diminui a necessidade de grandes aportes de recursos;  – Forme uma rede de stakeholders para não criar a dependência de um fornecedor apenas;  – Faça avaliações periódicas do estoque e realize ações para baixá-lo, como promoções ou até mesmo entrega de brindes a bons clientes;  Em última análise, a gestão de estoque está diretamente relacionada ao sucesso da cadeia logística. A partir dela, é possível otimizar desde o fluxo de caixa à realização de promoções ou ações voltadas ao público-alvo. O investimento em tecnologias é um caminho sem volta, mas ele precisa ser acompanhado de ferramentas para a gestão.  Fale com um de nossos especialistas e conheça o NDD Cargo

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Como realizar um controle de frotas eficiente 

Ter êxito nesta etapa é a diferença entre o sucesso ou o fracasso no segmento logístico; descubra aspectos importantes deste trabalho neste artigo  Um dos grandes desafios das empresas responsáveis por entregas é fazer um controle de frotas eficiente. Quando se usa o termo “controle de frota”, trata-se da administração de todos os aspectos relacionados aos veículos usados por uma empresa: manutenção, gestão de estoque, disposição de cargas de acordo com capacidade, cumprimento de prazos, monitoramento em tempo real, entre outros pontos.  É impossível ter boa eficiência sem a existência de um sistema tecnológico por trás. São as plataformas logísticas que conseguem gerir os dados de modo a garantir mais eficiência nas operações. Como explicamos neste artigo, a tecnologia mesclada à adequação dos processos logísticos resulta em aumento de segurança, eficiência e mais controle das entregas, inclusive com monitoramento em tempo real.  Entre os aspectos do controle de frotas, há vários que interferem diretamente no custo das organizações. Em relação aos processos logísticos, é possível mencionar:  – Gestão do estoque, favorecendo também a logística inbound, o que melhora o processo de compras;  – Consumo de combustível;  – Manutenções preventivas de veículos;  – Compliance relacionado a documentos fiscais e outras obrigações;  – Gestão de rotas;  – Planejamento das entregas conforme a capacidade da frota, de modo a reduzir custos;  – Comprovação de entrega.  Além de todos esses benefícios, outra vantagem da adoção da tecnologia para um controle de frotas eficiente é a auditoria de custos. Conforme explicamos neste artigo, esse processo favorece a identificação de erros e duplicidades ou a cobrança de serviços que não foram sequer prestados, além de melhorar o planejamento, otimizar a roteirização e os processos internos.  Descubra como o NDD Move aumenta a inteligência das suas entregas de forma digital, simples e 100% legal. Acesse para saber mais!  Qual a importância de um controle de frotas?  Em um país de dimensões continentais como o Brasil, um bom controle de frotas pode ser a diferença entre ser bem-sucedido ou fracassar no segmento logístico. A eficiência nesta área faz com que a empresa consiga otimizar o seu desempenho, reduzindo custos e atuando de forma inteligente. Além disso, aumentam-se as chances de cumprir prazos e garantir a satisfação dos clientes.  Com o uso de plataformas e ferramentas adequadas, como o NDD Cargo i-Comprova, é possível monitorar a frota em tempo real, reduzindo os custos da chamada última milha, especialmente nas grandes cidades do país. Além disso, os próprios gestores podem monitorar e fazer ajustes, caso haja necessidade.  Dessa forma, é possível identificar eventuais desperdícios e encontrar formas de economizar sem afetar os resultados. Esse cuidado começa no planejamento dos veículos que serão usados e passa pelo planejamento de uma rota, garantindo ainda mais eficiência aos processos.  Apesar do uso da tecnologia facilitar a operação, é importante manter uma equipe focada e especializada no controle de frota, fazendo simulações e ajustes à operação diária. Outro ponto importante é fazer treinamentos e capacitações com os motoristas, especialmente em relação ao uso de aplicativos e outras ferramentas que tornam o trabalho digital mais otimizado.  Os benefícios de um controle de frotas  Veja alguns dos benefícios do controle de frotas, além do aumento de eficiência e da redução de custos, como mencionamos anteriormente:  – Melhor uso da estrutura do negócio  Dos veículos à gestão de estoque, um bom controle de frotas permite que a empresa tenha uma visão completa do seu negócio. Além disso, maximiza o potencial dos recursos do setor logístico.  – Segurança  Seja na estrada ou nas cidades, o Brasil é um país no qual as companhias do setor logístico estão sujeitas a riscos. Com o monitoramento em tempo real, é possível acompanhar a frota e garantir a eficiência da entrega.  – Menor custo de manutenção  Um controle de frotas identifica os momentos de manutenções preditivas, aquelas que são menos custosas. Dessa forma, reduz-se os custos com problemas nos veículos.  – Aproveitamento adequado da frota  Qual veículo é mais indicado para esta entrega? Um frete tem produtos que ocupam mais espaço, mas menor peso: qual é a melhor solução? Um controle de frotas permite fazer simulações e decidir pela solução mais adequada para aquele momento.  – Compliance  Seja a comprovação de entrega em tempo real, o cumprimento de obrigações específicas, é importante que as empresas evitem se colocar em risco. Estas ferramentas auxiliam a criar um passo a passo que reduz os riscos, aumentando o compliance.  É fato que a tecnologia é um ponto de apoio fundamental na cadeia logística. Com ela, é possível monitorar todas as etapas do processo logístico e garantir uma entrega eficiente ao cliente final. Isso tudo sem aumentar os custos e fazendo o melhor uso possível da sua frota.  Sabia que você pode pedir uma demonstração do NDD Move? 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Quais as principais diferenças entre logística verde e logística reversa? 

A logística verde consiste em um planejamento amplo para mitigar ao máximo o impacto no meio ambiente, estratégia que deve incorporar a logística reversa  A sustentabilidade no setor de logística é algo que tem sido buscado pela maioria das organizações, sobretudo pelo aumento de recursos disponíveis para empresas que conseguem atestar suas boas práticas de ESG. Por isso, discute-se cada vez mais a implementação de uma logística verde, visando cumprir as exigências tanto de consumidores finais ou clientes quanto de fornecedores.  Entender a diferença entre o conceito de logística verde e logística reversa é fundamental no planejamento das ações para as empresas do segmento. A logística verde envolve toda a cadeia de suprimentos de um negócio, incluindo os transportes internos, chamados de inbound.  Seu propósito é ter uma coordenação de atividades logísticas, visando mitigar ao máximo o impacto ao meio ambiente causado. Nesse contexto, o papel das organizações é pensar em como interferem no meio ambiente sob diversas perspectivas: mudança climática, gestão de resíduos, uso do solo, ruídos, acidentes, entre outros pontos.  A logística verde está profundamente alinhada com a otimização da gestão de transportes e de armazéns a partir do uso de dados. Ela contribui sob diferentes óticas para:  – Otimizar o uso da frota, visando tirar o melhor proveito do espaço dos veículos;  – Busca por combustíveis alternativos, como veículos elétricos ou menos poluentes, caso do biodiesel ou etanol;  – Investimento em pesquisa para uso de embalagens retornáveis ou facilmente recicláveis;  – Aprimorar o consumo de energia elétrica, tirando o melhor proveito de recursos naturais, como a luz solar e o vento;  – Incrementar o planejamento dos armazéns e dos estoques em centros de distribuição, reduzindo a necessidade de deslocamentos;  – Aplicar tecnologias que melhorem as rotas;  – Inclusão da logística reversa.  Sim, a logística reversa deve estar incluída no planejamento da logística verde. Trata-se de uma parte fundamental do processo. Vamos explicar o conceito no restante deste artigo.  Descubra como a inteligência pode otimizar diversos aspectos da logística de um negócio, incluindo a sustentabilidade. Saiba mais sobre o NDD Frete.  O papel da logística reversa  Conforme demonstramos neste artigo, a logística reversa está incluída na legislação brasileira desde o ano de 2010. É possível que ela ocorra no pós-venda (retorno à cadeia de distribuição em caso de defeito ou nos casos de itens remodelados) ou no pós consumo, quando o produto é usado até o fim da sua vida útil.  A logística reversa, assim como a logística verde, também requer planejamentos diversos, como, por exemplo:  – Reaproveitamento de materiais – Em alguns casos, é possível que isso ocorra com embalagens, como é recorrente no setor de alumínio e plástico, por exemplo.  – Reciclagem e coleta – As companhias costumam atuar de duas maneiras: assumindo a responsabilidade pelo processo ou fazendo parceria com ONGs ou associações que costumam atuar na separação de itens que podem ser reaproveitados ou devem receber a destinação adequada em aterros ou outros locais – os chamados inservíveis.  – Reuso – Muitos produtos – especialmente os eletrônicos – dependem de peças. Em alguns casos, basta trocar esta pequena parte para que volte a operar. Ou mesmo, dependendo do produto, é possível que alguns itens voltem à fábrica para serem remanufaturados.  Outros benefícios  Quando se observa os itens da logística verde, é possível perceber que, embora ela traga benefícios ambientais, elas também interferem no dia a dia da organização.  A maior parte dos itens resulta em economia de recursos, visto que as tecnologias propiciam um melhor uso da frota, um planejamento adequado das rotas, entre outras vantagens. Dessa forma, torna-se mais fácil ser competitivo e tirar o melhor proveito dos ativos da companhia.  Nesse sentido, a logística verde e a reversa estão diretamente relacionadas à aplicação de dados pelo segmento. Quando se desenha um processo bem estruturado com dados, torna-se mais simples otimizar o planejamento de uma maneira global, incrementar os processos e ter mais controle do que ocorre em armazéns e no transporte.  Outros dois aspectos fundamentais: ter uma abordagem sustentável em suas operações impacta diretamente a todos, com benefícios à saúde dos colaboradores e, por outro lado, melhora a reputação da empresa perante os seus consumidores – pode ser o diferencial no momento de efetivar uma compra.  Sabia que você pode pedir uma demonstração do NDD Frete? Entre em contato com a nossa equipe e descubra! 

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Romaneio de cargas: qual a importância? 

Documento não é obrigatório no transporte nacional, mas é adotado por muitas empresas pelos seus benefícios, como um melhor controle dos dados e mais eficiência no embarque e desembarque  Muitas organizações adotam o romaneio de cargas no transporte de mercadorias. Este documento nada mais é do que agrupar todas as informações referentes a um pedido e que serão distribuídas aos clientes finais com a finalidade de controle. Ou seja, trata-se de uma lista com volumes, descritivos, quantidades e outros dados do transporte de mercadorias.  O romaneio de cargas costuma trazer alguns dados primordiais:  – Notas fiscais dos produtos;  – Identificação de cada pedido transportado;  – Embalagem;  – Número de volume;  – Dados gerais da carga.  De certa forma, o romaneio de cargas serve como um processo de conferência para a empresa transportadora. Seu propósito é facilitar a operação de todos os envolvidos no transporte de carga: embarcador, transportador, motorista, centro de distribuição, entre outros.  Na rotina de trabalho, a existência do romaneio de cargas dá mais tranquilidade e eficiência no momento do embarque e do desembarque, facilitando a fiscalização por parte das companhias. Também é uma maneira de fomentar e incrementar a auditoria de custos.  No entanto, é importante contar com softwares que possam automatizar esta tarefa, garantindo a agilidade e a eficiência de todo este processo. Espera-se que os dados sejam lançados, evitando o desencontro de informações e garantindo a capacidade de trabalho de todos os envolvidos.  Conheça o NDD Frete e tenha a tranquilidade em todas as etapas do transporte de mercadorias: do embarque à entrega.  Quais as vantagens do romaneio de cargas?  Há diversos benefícios em elaborar este documento, além da agilidade no processo de embarque e desembarque e a conferência. Veja alguns dos principais:  – Controle de dados – A gestão da informação se torna mais eficiente, visto que as empresas conseguem ter um melhor controle sobre o que saiu do estoque e o que está sendo entregue, além do transportador responsável pela logística. Isso dá também mais segurança a todo o processo.  – Redução de erros – O romaneio de cargas simplifica a verificação do que foi entregue para cada cliente e como foi feito este transporte. Com isso, há uma grande redução dos equívocos, como, por exemplo, a falta de um item no transporte ou a troca de objetos, que acabam sendo entregues ao cliente errado.  – Transparência – Em muitos casos, o romaneio de cargas é uma forma de elevar a transparência na relação com os clientes e mesmo dentro da própria organização, visto que abre a possibilidade de acompanhar as entregas, o que agrada a muitos perfis de consumidores.  – Prestação de contas das transportadoras – Para as empresas que contratam transportadoras, torna-se mais simples incrementar ou melhorar a prestação de contas – da empresa com o contratante e do motorista com a transportadora.  – Segurança e sinistros – Não é segredo que o Brasil enfrenta várias questões de segurança pública. Nesse caso, o romaneio de cargas é mais uma segurança para as companhias na relação com as empresas seguradoras. Basta conferir o romaneio com o que foi, de fato, entregue no destino final, tornando-se uma forma de resguardar a empresa.  Comércio internacional  Ao contrário de outros documentos fiscais, o romaneio de cargas não é obrigatório no transporte nacional, mas adotado pelas empresas em razão dos motivos mencionados acima. No caso de o transportador ultrapassar uma fronteira, porém, o documento se torna necessário.  Segundo a Instrução Normativa SRF nº 680/2006, a Declaração de Importação deve conter algumas informações, incluindo o romaneio de carga ou packing list, como costuma ser chamado esse documento, “quando aplicável”. Em geral, além de passar fronteiras internacionais, pode envolver cargas consideradas perigosas (combustíveis, remédios, produtos com potencial de contaminação).  Já a lei 6.759/09, que regulamenta a administração das atividades aduaneiras, e a fiscalização, o controle e a tributação das operações de comércio exterior, estipula até mesmo uma multa no caso da não apresentação do romaneio de cargas.  Diferença para manifesto  Muitas organizações confundem o romaneio com o manifesto de carga. Há uma diferença conceitual entre eles e não há qualquer relação direta entre os documentos.  O romaneio é uma listagem, com as informações (quantidade, volume, embalagens, NF) sobre o que está sendo transportado. Esses dados melhoram a conferência e a eficiência do embarque e desembarque, além de dar informações claras aos motoristas.  No caso do Manifesto de Cargas, ele reúne todos os Conhecimentos de Transporte (CT-e), seja o globalizado ou não, emitidos para o envio de uma carga fracionada – quando ela é entregue para vários destinatários do veículo.  Solicite uma demonstração e sinta na prática os benefícios do NDD Frete! 

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Qual o panorama do cenário logístico para 2023? – Parte 2

Brasil está evoluindo em termos de legislação, eliminando o uso de documentos físicos, o que beneficia a aplicação de tecnologia nas operações logísticas  No último artigo, apresentamos diversos aspectos relacionados ao cenário logístico de 2023 para o país. Muitos deles dependem de investimentos em tecnologia. No entanto, uma grande transformação do cenário logístico para 2023 no Brasil é a dispensa do uso de papel nos documentos de transporte, que você pode aprofundar a compreensão aqui.  Esta mudança legislativa é benéfica para embarcadores, transportadores e para os próprios consumidores. Ao longo do ano, vários ajustes SINIEF foram publicados com alterações neste sentido. Veja alguns exemplos abaixo:  – Desobrigação de impressão de DANFe;  – Desobrigação de impressão de DACTe;  – Desobrigação de impressão de DACTe OS;  E como esta mudança impacta a rotina das empresas que operam no setor logístico?  Tenha inteligência fiscal na estrada com o NDD Cargo. Descubra como a NDD contribui nestas operações do dia a dia.  A importância dos documentos em formato digital  Tecnologias como big data, inteligência artificial e machine learning, que propiciam a automação do setor logístico, precisam ser municiadas com dados. E como isso poderia ocorrer com informações cruciais sendo coletadas em formato físico e, posteriormente, transferidas ao digital?  Na operação do dia a dia, o uso de informações digitais resulta em inúmeros benefícios para as empresas:  – Maior eficiência – Com as informações arquivadas em formato digital, torna-se mais simples fazer a busca em sistemas eletrônicos do que manuais. Além disso, há um crescimento natural da circulação de dados nas organizações, o que aumenta a produtividade das pessoas.  – Menos custos – Documentos físicos demandam salas e espaços para arquivamento. Isso exige locações maiores, além de esforços voltados à conservação do papel – já que o fisco pode retroagir e pedir informações referentes aos cinco anos anteriores. Também há uma redução dos custos com os parques de impressão (energia, insumos, impressões, entre outros pontos).  – Otimização de processos – É possível construir um fluxo de dados digitais que pode ser repetido em todos os setores, criando processos bem delimitados, que facilitam a operação da organização no dia a dia.  – Mais segurança – Documentos físicos estão sujeitos à ação do tempo ou mesmo a perda. Esses riscos são praticamente eliminados no formato digital. Por outro lado, há necessidade de investimento em ciber segurança, de modo a proteger o acesso aos dados da corporação.  – Estratégia de ESG – Muitas empresas experimentaram um processo de transformação digital e buscam desenvolver um conceito paperless em seu negócio. Isso significa eliminar totalmente o uso de papel nas dependências da companhia e em seus fluxos de trabalho do dia a dia. Isso está totalmente alinhado a uma busca por reduzir os impactos ambientais, seguindo uma estratégia de ESG.  Os benefícios práticos das informações digitais  Muitos dos pontos acima são aspectos que ainda demandam alguns ajustes por parte das empresas para que se possa colher os benefícios. O fato é que, com os dados digitais, é possível experimentar vantagens práticas que tornam sua operação muito mais assertiva, tais como:  – Acompanhar e garantir o comprovante das entregas em tempo real.  – Garantir transparência em todas as etapas do processo de entrega das mercadorias, o que aumenta a credibilidade da companhia perante os seus clientes.  – Incrementar a comunicação entre os motoristas e as empresas transportadoras.  – Oferecer aplicativos com dados precisos para os motoristas, o que pode otimizar a eficiência da última milha.  Todos esses pontos são facilmente perceptíveis quando uma organização, além de investir em tecnologias, promove o uso de ferramentas de gestão para tirar o melhor delas, caso do NDD Cargo i-Comprova. Sua presença melhora o planejamento e a operação dos embarcadores e dá mais eficiência e tranquilidade para os transportadores.  Dessa forma, é possível que a empresa melhore o seu posicionamento no mercado e consiga fazer transportes de maior valor agregado, além de dar mais transparência no trato com os seus clientes.  Administre melhor suas entregas, com monitoramento em tempo real e comprovação digital, com o NDD Cargo i-Comprova. Saiba mais sobre a ferramenta! 

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O que é um 4PL? 

Sigla indica uma empresa que assume a interface de um cliente com as empresas responsáveis pela área de distribuição, focando em uma gestão mais eficiente e equilibrada  As organizações estão vivendo na era da terceirização ou de outsourcing. A lógica adotada por muitos negócios é bastante simples: se uma atividade não está no centro da estratégia de negócio (core business), ela pode ser terceirizada para empresas especialistas. Em muitos casos, esta mudança traz profissionalismo para a área, custos fixos e dá tempo para a empresa se focar em atividades essenciais.  Ao longo do tempo, muitas organizações fizeram esse movimento na área logística, contratando os chamados 3PL (third-party logístics). São as organizações que respondem pela distribuição propriamente dita, com todos os ativos necessários para tal, como veículos, armazéns e centros de distribuição. Ao longo do tempo, porém, muitas empresas perceberam a necessidade de um maior controle dos 3PL.  É justamente com esta finalidade que surge um 4PL (fourth-party logistics). Esta nova empresa estará envolvida na gestão, na governança e em todos os processos relacionados ao 3PL. A presença de uma nova empresa independente é necessária, visto que o 4PL visa otimizar custos e processos, o que pode aprimorar a eficiência do 3PL ao mesmo tempo em que reduz o valor pago do cliente a ele.  O 4PL vai ter a responsabilidade de gerenciar e supervisionar todos os serviços relacionados à distribuição e ao transporte, como estoques, armazéns, relação com fornecedores, entre outros. Ao contrário do 3PL, o 4PL não conta com ativos e é selecionado devido à sua capacidade de gestão, know-how e habilidade para encontrar soluções para os problemas relatados pelo seu cliente.  Saiba como o NDD Frete beneficia as organizações que operam como 4PL. Acesse e saiba mais!  Quais os benefícios de um 4PL?  Há inúmeros fatores por trás da contratação de um 4PL, que podem variar da busca por menores custos ao aumento da inteligência e da circulação de informações no processo logístico. Esta empresa será a interface entre o cliente e seus vários fornecedores logísticos, administrando os diversos aspectos de sua cadeia de suprimentos.  Em geral, as organizações que contam com um 4PL relatam algumas vantagens:  – Redução de custo – É possível aumentar a eficiência da operação do 3PL, de modo a fazer melhor uso dos recursos financeiros da empresa. Aumento da capacidade de entrega com menos gastos.  – Melhora de eficiência operacional – Em muitos casos, a redução de custos é acompanhada de mais rendimento na distribuição ou mesmo se relaciona à estratégia de ESG.  – Controla a performance de entrega de fornecedores – Além do relacionamento com clientes, o 4PL contribui no planejamento e gestão dos aspectos relacionados aos insumos e de seus fornecedores.  – Avanço de processos internos – Ganha-se mais capacidade de planejamento, visto que o 4PL está em um processo constante de feedback e de avaliação da cadeia logística. Torna-se mais simples, por exemplo, definir o valor do frete para os clientes a partir dessa retroalimentação.  – Melhora da estrutura de dados dos clientes – A operação de um 4PL depende da análise de dados dos clientes. Em muitos casos, essas informações estão em silos e inacessíveis. É a operação desta empresa que abre portas para um maior nível de inteligência, incluindo a conexão entre departamentos. Abordamos recentemente este tema no blog: confira o artigo!  Diferenças entre 3PL e 4 PL  – 3PL é uma empresa com ativos para realizar a distribuição propriamente dita; 4PL conta com uma expertise para gerenciar todo este processo, conhecendo o ambiente e regulações, mas sem bens para executar a função.  – 3PL atua nas operações, enquanto o 4PL atua na gestão e planejamento.  – 3PL não detém informações sobre o seu cliente: apenas cumpre com as obrigações estabelecidas; o 4PL se torna a interface do cliente com os serviços logísticos.  A gestão proporcionada por uma empresa de 4PL costuma trazer benefícios para organizações de todos os setores. Em cada segmento, existem peculiaridades e desafios a serem superados, que vão desde a gestão propriamente dita até mesmo o desenvolvimento de soluções personalizadas.  Para isso, o papel de uma empresa que opera no papel de 4PL é entender o processo, a demanda, as características do cliente e do seu segmento de atuação. Muitas organizações se baseiam em um tripé: elaboração de uma estratégia, a gestão e a oferta de serviços de valor agregado.  Em um país de dimensões continentais e com tantas barreiras logísticas como o Brasil, aumentar a inteligência e a capacidade de avaliar os recursos adotados na distribuição é fundamental para aumentar a competitividade. Não à toa, a figura do 4PL já é cada vez mais exigida pelas empresas do país.  Do planejamento ao compliance, o NDD Frete é uma ferramenta completa para a gestão de todas as etapas do transporte de mercadorias. Solicite uma demonstração e conheça as funcionalidades da ferramenta! 

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Qual o panorama do cenário logístico para 2023? 

Confira 5 tendências para o segmento logístico em 2023: a tecnologia se tornará cada vez mais fundamental para uma operação fluída e inteligente  Um fechamento de ano é o significado da abertura de novas oportunidades para muitas corporações. Nesse sentido, muitas delas tentam se planejar para uma próxima etapa, o que inclui identificar as transformações previstas no cenário logístico para 2023.   Toda identificação de tendências costuma se basear na evolução de um segmento e na busca de soluções do que precisa ser melhorado para o futuro. Dentro desse contexto, separamos algumas possibilidades previstas do cenário logístico para 2023. Confira:  O NDD Cargo é uma solução sob medida para otimizar o pagamento de fretes, vale-pedágio obrigatório, gerenciamento de entregas e abastecimento. Saiba mais sobre a solução!  1 – A busca pela automação: inteligência artificial e machine learning  Um dos desafios de quem opera no segmento logístico é o de evoluir na automação de processos, algo necessário para reduzir custos, otimizar fluxos, processos, tempo e espaço, além de valorizar os recursos humanos (que podem se focar em atividades mais estratégicas).  Para atingir esses benefícios, o investimento em tecnologia é necessário, especialmente em inteligência artificial e machine learning. Estas soluções auxiliam a planejar a demanda de armazéns e estoques, assim como prever os resultados de venda. Com isso, as organizações melhoram a tomada de decisão, o atendimento aos consumidores, entre outros pontos.  Um estudo da Blueweave Consulting prevê que os investimentos em inteligência artificial devem sair de US$ 5,6 milhões em 2021 para US$ 20,1 milhões em 2028.  2. Big Data e Internet das Coisas  A evolução da inteligência artificial no cenário logístico para 2023 depende do uso do Big Data e da instalação de sensores em prol da Internet das Coisas (IoT). Neste artigo, explicamos como esta tecnologia se relaciona com a logística.  E a decisão baseada em dados se torna ainda mais eficiente quando as máquinas “dialogam” entre si, monitorando o fluxo de informação em cada etapa do processo. Uma estimativa da IDC aponta que, em 2025, haverá 55,7 bilhões de dispositivos conectados – o equivalente a sete para cada habitante do planeta.  Esta comunicação permite ter dados do processo logístico em tempo real, facilitar os processos de automação e tornar ainda mais eficiente a tomada de decisão. Os dois primeiros pontos englobam a busca por uma logística 4.0, que vai se construindo aos poucos e demanda também o envolvimento das pessoas.  3. Logística verde  Conforme explicamos neste artigo, o ESG se tornou um objetivo de muitas companhias. E, é claro, que o setor logístico não ficaria de fora desta iniciativa: basicamente, as empresas fazem aportes para mitigar os impactos causados ao meio ambiente, como a iniciativa do porto sem papel.  Nesse sentido, vale buscar meios de aumentar a eficiência da frota (reduzindo o consumo de combustível), investir em fontes de energia sustentáveis nos galpões e armazéns, buscar adaptação à nova agenda climática, focar na economia circular, incrementar a logística reversa, entre outros pontos.  Não será de se estranhar se, no futuro, players passaram a fazer exigências de sustentabilidade para firmar novos contratos, como, por exemplo, o transporte por veículos elétricos.  4 – Cibersegurança  Quando se tem todas as informações do processo logístico em sistemas, é preciso garantir não apenas que eles sejam funcionais, mas que estejam seguros. Uma pesquisa da Argon Security mostrou que, de 2020 para 2021, as tentativas de ataques cibernéticos ao setor de logística cresceram mais de 300%.  Muitos hackers tentam acessar as informações empresariais para ataques de ransomware, que consistem no “sequestro” de dados. Como toda a cadeia logística depende dessas informações, eles exigem valores de “resgate” para liberar o acesso novamente.  Além disso, o vazamento de dados pode ser acompanhado de informações sensíveis sobre o próprio negócio e de seus clientes, o que pode gerar danos do ponto de vista de credibilidade para a organização.  5 – Cuidado com a última milha  Especialmente em grandes cidades, há um desafio logístico de ter sucesso na chamada “última milha”, que consiste em finalizar a entrega ao cliente. Em muitos casos, ela é feita no centro das cidades, com dificuldades para estacionamento, mobilidade, entre outros pontos.  Enquanto boa parte do transporte é feito em grandes caminhões para otimização da carga, a última milha se torna mais complexa e vai exigir novas soluções, como o uso de drones, por exemplo. Esta tecnologia ainda depende do acerto de legislações municipais, mas deve se tornar algo comum no futuro – até mesmo porque já existem robôs dentro dos armazéns logísticos.  Nota-se que boa parte das tendências está relacionada à tecnologia, mas nada disso surtirá o efeito desejado sem soluções voltadas à gestão de todos os dados e informações. Por isso, as plataformas voltadas a monitorar e gerir todo o processo logístico continuarão em alta.  Garanta inteligência em seus processos logísticos com o NDD Cargo, a solução ideal para automação, agilidade e segurança nas operações! 

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Como otimizar a gestão logística com dados? 

Ter acesso às informações necessárias do processo logístico permite uma tomada de decisão mais inteligente tanto nas questões internas quanto nas externas do negócio  Uma pesquisa da consultoria Research and Markets mostrou que a aplicação do big data na cadeia logística deve crescer a uma média de 17,31% por ano entre 2021 e 2026. Em 2020, essas soluções somavam US$ 3,5 bilhões e devem atingir US$ 9,28 bilhões ao fim do período avaliado. Os benefícios podem ser sentidos em todas as áreas, incrementando a gestão logística com dados.  “Com os avanços na área de TI, as companhias agora podem acessar, armazenar e processar volumes massivos de dados. As empresas estão analisando essas informações e identificando insights chave para aplicar em suas operações”, diz a descrição do estudo. Esse conhecimento serve tanto para o processo de entrega propriamente dito quanto para a gestão dos armazéns.  Para as empresas globais, otimizar a gestão logística com dados é sinônimo de redução de custos, mais capacidade de processamento de informações, mais inteligência na tomada de decisões e mais faturamento. No Brasil, as preocupações são ainda maiores, dada a complexidade da logística em um país de dimensões continentais.  Como mostramos neste artigo para o blog, os custos logísticos do Brasil consumiram 11,73% das receitas de um negócio, conforme pesquisa da Fundação Dom Cabral. O uso de dados também pode auxiliar em outros aspectos do segmento logístico:  – Auditoria de custos;  – Definição do valor de frete para compras online;  – Melhor operação do TMS (Transportation management system), incrementando a gestão inbound e outbound, o que aumenta a eficiência de armazenamentos e das entregas.  – Melhora do compliance logístico, com a recepção de informações, como os comprovantes de entrega em tempo real, dando mais agilidade à operação.  É impossível se falar em um processo de construção e desenvolvimento de uma logística 4.0 sem a aplicação de dados. No entanto, para se chegar a esse patamar e colher os benefícios da tecnologia, é preciso ter sucesso na implantação de um novo modelo de negócio.  NDD Frete: Supere as dificuldades operacionais e garanta a integração de todas as informações necessárias para uma gestão logística com dados!  Como atingir a gestão logística com dados?  O discurso sobre as vantagens da gestão logística com dados já é reconhecido. A dificuldade está em chegar a um patamar de eficiência. Para isso, é preciso superar algumas fases:  – Identificar o status atual  É impossível evoluir sem saber qual a condição atual do seu negócio e quais são os investimentos necessários para que os dados possam, de fato, auxiliar na tomada de decisão. É importante compreender os processos, a tecnologia disponível, as falhas recorrentes e identificar quais aportes de recursos e de tecnologia serão necessários para se atingir o patamar desejado.  – Planejamento  Ao saber a situação atual e em qual se deseja chegar, torna-se mais simples elaborar um planejamento de curto, médio e longo prazo. Esta organização deve levar em conta as condições da empresa, seu orçamento disponível para tecnologia e como espera evoluir – em geral, de maneira gradativa. Um dos caminhos é identificar os gargalos que mais interferem na produtividade do negócio. Se houver dificuldade para determinar prioridades, é possível buscar apoio externo de consultorias especializadas.  – Não esqueça dos processos  É comum que muitas organizações se foquem apenas na tecnologia para atingir uma gestão logística com dados. No entanto, há a necessidade de desenhar processos e fluxos operacionais que contemplem a coleta de dados, permitindo que todas as etapas sejam devidamente monitoradas.  É a partir dessa metodologia que serão descobertos insights a partir de indicadores de performances, o que inclui também o treinamento de colaboradores.  – KPIs são determinantes  Os chamados Key Performance Indicators (KPIs) são fundamentais para melhorar o processo de decisão a partir do uso de dados. Após determinar os processos e fluxos operacionais, esses indicadores serão o ponto-chave para se observar a produtividade de cada área e tentar torná-la mais efetiva. Cada setor terá os seus KPIs a serem monitorados, tornando o seu negócio mais inteligente.  – Desfrute do controle  Ao ter sucesso na gestão logística com dados, as organizações terão total controle de seus processos e poderão focar no tipo de melhoria desejada: redução de custos, aumento da eficiência, mais satisfação dos consumidores… A obtenção dessas informações dá autonomia para que a empresa possa fazer escolhas e solucionar problemas ou encontrar respostas para aspectos que considere mais urgentes.  Um olhar para dentro  O que a gestão logística com dados permite às empresas é ter um foco nos aspectos internos. Muitas vezes, as companhias se concentram apenas na melhoria das entregas propriamente ditas e se esquecem do processo de armazenamento, de compras de insumos ou matérias-primas, o que pode gerar todo um gargalo no processo produtivo.  Diante dessa realidade, a aplicação de dados em organizações do setor logístico contribui para uma operação enxuta e eficiente, garantindo a identificação de problemas – relacionados às empresas ou externos – que interfiram no bom andamento do processo.  Garanta inteligência em suas análises com o NDD Frete, uma solução que oferece automatização, agilidade e segurança nas operações! 

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Qual a importância da terceirização logística? 

Muitas companhias não têm a capacidade para gerenciar os aspectos logísticos, que podem representar mais de 10% de suas receitas, de acordo com pesquisa  A logística é parte inerente às empresas que comercializam produtos, independentemente de atuar no ramo B2B (negócios entre empresas) ou B2C (venda para consumidores finais). No entanto, apesar de sua importância para o resultado empresarial, não se trata de um setor do qual muitas organizações conseguem fazer uma gestão adequada.  Isso significa que, ao contrário da produção propriamente dita, do controle de qualidade, da escolha de fornecedores, a logística é um processo no qual muitas empresas não têm conhecimento, tempo e disposição para gerenciar. Por isso, elas preferem optar pela terceirização logística, garantindo atuação mais inteligente a partir da expertise de um parceiro.  Basicamente, uma empresa é contratada para tratar das tarefas relativas à área: transporte de matérias-primas, componentes e mercadorias, distribuição de produtos para clientes ou entre filiais, entre outras atribuições, a depender do modelo de contrato.  A Fundação Dom Cabral realizou uma pesquisa em 2016 capaz de estimar o impacto da logística para as empresas. Segundo 142 empresas de 22 segmentos industriais, cujo faturamento somava 15% do PIB, os custos logísticos no Brasil consumiram 11,73% das receitas do negócio. Isso é fundamental em um país de dimensões continentais como o Brasil.  “Estes resultados comprovam o potencial de aplicação mais produtiva de recursos das empresas por meio da diminuição dos gastos com logística sob um panorama de infraestrutura mais adequada”, explica a pesquisa o texto.  Conheça o NDD Cargo e saiba como essa solução pode ajudar no planejamento logístico!  Quais os impactos da terceirização logística?  A terceirização logística resulta na redução de custos, aumento da eficiência e traz segurança a todo o processo, incluindo os aspectos de compliance. Outro ponto importante está na capacidade de investimento: nem toda companhia conta com uma frota própria para conseguir suportar toda a entrega de produtos.  Dessa forma, as empresas acabam encarando os principais problemas referentes à entrega de itens, conforme explicamos neste artigo. Cometer esses equívocos impacta na imagem da organização perante o mercado, seja em relação a fornecedores ou aos seus clientes, o que pode atrapalhar futuras negociações. Veja alguns tópicos importante sobre o tema abaixo:  – Custos fixos  A logística envolve alto volume de investimentos, incluindo a aquisição e controle de frotas – sem contar outros valores, como o combustível e manutenções. A gestão é complexa e, em muitos casos, foge da estratégia de negócio empresarial. Por isso, muitas companhias optam pela terceirização logística, trocando um custo variável por um fixo.  – Melhoria de processos  Sem a expertise para gerenciar a logística, as empresas desperdiçam tempo, dinheiro e trabalho de seus colaboradores. Em uma terceirização, a companhia contratada vai auxiliar a elaborar um fluxo de trabalho adequado e que se adapte à rotina do seu negócio.  – Expertise de negócio  Assim como o seu negócio é especialista no que faz, uma empresa logística conta com a mesma expertise. Esse know-how vai auxiliar a tornar os processos mais inteligentes, conhecer plataformas e soluções mais adequadas, além de se manter sempre atualizado em relação às boas práticas adotadas pelo setor.  – Equipamentos e veículos  Essas organizações contam com a sua própria frota e equipamentos, o que garante a capacidade de atender às exigências especificadas. Outro ponto importante está no alinhamento das demandas à capacidade de transporte da frota, com custo-benefício.  – Qualidade e cobrança  Na prática, a terceirização logística acontece para que haja aumento da qualidade de um serviço do qual a companhia não detém todo o conhecimento. Mas ela permite estabelecer padrões a serem atendidos em uma relação entre empresas, com cobranças práticas do que foi especificado em contrato.  A importância do frete  Em um momento no qual as compras online ganharam muito corpo no país, conseguir ter uma estrutura de frete adequada e planejada pode resultar na queda de custos e efetivação de negócios. Empresas que trabalham com produtos de baixo valor agregado sofrem com o fato de o frete ter o mesmo peso ou até mesmo maior do que o item, inviabilizando novos negócios.  Nesses casos, a terceirização logística pode ser um caminho para conseguir a disseminação de produtos de maneira estratégica e eficiente, impactando diretamente os resultados do presente e as perspectivas de futuro.  O NDD Cargo oferece ferramentas que podem ser adaptadas para a gestão de frotas, administração de fretes ou para os sistemas usados para esta gestão. Solicite uma demonstração e descubra na prática os benefícios da solução! 

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O que é big data e como se relaciona com a logística? 

Tecnologia é reconhecida por facilitar o planejamento e a previsibilidade de negócios, aumentando sua eficiência e reduzindo os custos  A aplicação de dados se tornou uma realidade em todos os setores, incluindo o de logística. O big data, que consiste na análise de grandes volumes de dados, é a aposta de futuro de muitos. A ideia por trás da iniciativa é coletar a maior quantidade de informações, que serão transformadas em inteligência, melhorando a tomada de decisões.  Uma pesquisa conduzida pela 3PL mostrou que o uso desse tipo de informação ganhou muito terreno entre os players do setor. As tecnologias de “Data Analytics e Mining Tools” (análise e ferramentas para a busca de dados) foram citadas na quarta colocação como obrigatórias para as empresas do setor, com 48% de menções.  Ela aparece atrás apenas de soluções para o planejamento de transportes, ferramentas para o agendamento de entregas e gestão de estoque. Os dados, porém, suportam o funcionamento dessas três tecnologias aplicadas à gestão de empresas de logística, melhorando a sua eficiência e eliminando os principais problemas.  Vale lembrar que o big data está conectado ao armazenamento e processamento de amplos volumes de dados, que podem ser coletados ao longo de todos os processos internos de uma empresa. Além disso, eles podem ser ampliados com fontes externas, caso de associações, fontes governamentais, entre outras, para dar ainda mais embasamento.  Mais do que o planejamento, o big data na logística controla informações geradas: da emissão de pedidos ao retorno dos veículos, incluindo todos os processos relacionados. Com isso, as empresas eliminam gargalos e ampliam a eficiência de suas operações, trazendo transparência e dinâmica. É possível que consigam reduzir seus custos, minimizando o frete para os clientes.  Garante a integração de todos os setores de suas entregas com o NDD Frete, dando tranquilidade e permitindo a melhoria das operações com novas tecnologias!  Os impactos do big data na logística  Mais eficiência – As informações permitem ajustar os processos operacionais, o que diminui a possibilidade de erros, aumenta a fluidez e diminui os custos. Isso inclui custos variáveis, que tornam o planejamento mais difícil, como o valor dos combustíveis, por exemplo.  Maior capacidade de predição – Em geral, o big data é tratado com mais frequência para o acompanhamento e levantamento de informações do passado. No entanto, a criação de um histórico faz com que as companhias ampliem a sua habilidade para antecipar demandas.  É claro que nem sempre essa capacidade será concretizada por inúmeros fatores, incluindo os externos, que interferem diretamente nos resultados. Porém, as empresas podem trabalhar com diferentes cenários, simplificando a sua operação e tendo estratégias já determinadas, dependendo do contexto.  Melhora do relacionamento com o consumidor – As empresas ganham meios de prestar informações aos clientes, ampliando a sua transparência. Além disso, pode-se obter mais dados para reduzir o preço do frete.  Solução da última milha – A qualidade da chamada última milha, a etapa final de entrega até o cliente, pode ser elevada. Em grandes cidades, as organizações do segmento sofrem para ter sucesso nesta fase, o que amplia seus custos e interfere nos resultados. O big data permite mapear padrões de entrega, melhorando planejamentos futuros.  Estudos apontam que a última milha pode representar quase um terço do custo das entregas, sobretudo em grandes metrópoles, nas quais parar e estacionar são tarefas árduas. Não se pode esquecer também das dificuldades relacionadas à comprovação de entrega, que também é simplificada.  Confiabilidade – Empresas que cumprem prazos ganham confiança e relevância no mercado. No médio e longo prazo, isso se reverte em mais clientes e ganhos.  Automação – O big data auxilia a mapear todos os processos e determinar fluxos operacionais. Com isso, torna-se mais simples automatizar a cadeia logística: da gestão de estoques e veículos à última milha, além de documentos fiscais e compliance.  Diversas barreiras podem ser superadas com a integração feita de forma adequada à rotina do setor logístico. Quanto mais informações precisas existam dentro do sistema, maior será a chance de uma tomada de decisão adequada. Além disso, a possibilidade de automação e de incorporação de novas ferramentas torna as empresas mais competitivas e eficientes em um segmento muito concorrido.  A aplicação de tecnologias adequadas vai permitir às organizações continuarem sendo referências em um país de dimensões continentais e no qual a existência de uma logística 4.0 será determinante para o futuro.  Solicite uma demonstração e descubra todas as vantagens que o seu negócio pode ter com o NDD Frete. Fale com um de nossos consultores!

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Qual a importância da auditoria de custos na gestão de frete? 

Uso da tecnologia melhora a comprovação de entrega, gerando um grande volume de informações para auditar todos os processos, garantindo inteligência e segurança para o negócio  A presença de informações no meio digital aumentou a capacidade de fiscalização e de análise não só do governo, mas também das próprias empresas. A possibilidade de checar os dados presentes em documentos fiscais se tornou um caminho importante para a realização de auditoria de custos na gestão de frete.  Este trabalho se refere à ação de conferir as faturas enviadas pelos transportadores. Com a facilidade de checagem de dados no meio digital, torna-se mais simples identificar erros e duplicidades ou a cobrança de serviços que não foram sequer prestados, além de melhorar o planejamento, otimizar a roteirização e os processos internos.  Os comprovantes de entrega no meio digital dão tranquilidade em relação à confirmação de chegada dos itens, uma dificuldade na relação entre embarcadores e transportadores. Além disso, estas informações permitem às empresas se comunicarem de maneira mais transparente e efetiva com os seus clientes, que podem, inclusive, acompanhar o desenvolvimento do frete.  Mas a tecnologia e a digitalização não aparecem apenas na presença de documentos digitais, mas também na própria conferência. O uso de sistemas adequados facilita que a auditoria de custos na gestão do frete ocorra de forma automática, garantindo que os colaboradores possam fazer análises mais estratégicas para o negócio.  Descubra como o NDD Frete pode ajudar na automatização da auditoria de custos na gestão de frete. Trata-se de uma solução sob medida para este propósito!  O papel do CT-e na gestão de frete  Conforme explicamos neste artigo do blog, os documentos fiscais eletrônicos, como o Comprovante de Entrega Eletrônico (CT-e), dão mais tranquilidade às empresas na gestão de processos administrativos e financeiros, incluindo a relação com fornecedores e parceiros. Isso resulta em uma mudança de perspectiva em relação à auditoria de custos na gestão de frete.  As informações contidas neste documento simplificam diversas atividades, tais como: otimização do tempo de registro dos eventos; padronização da prova de entrega, independente de meios B2B ou B2C; armazenamento de comprovantes; e a emissão dos documentos. No CT-e, é comum que sejam destacados os custos cobrados, o que permite fazer uma checagem completa do frete.  Entre as possibilidades, além de confirmar ou retificar os resultados, encontram-se:  – Separar custos entre inbound e outbound, além de identificar e planejar os seus fluxos;  – Analisar as tabelas de fretes e como otimizá-las;  – Ganhar subsídios para negociações futuras com transportadoras;  – Estabelecer critérios para avaliação de desempenho, informações, custos e estruturas operacionais;  – Estimar e avaliar o impacto do frete sobre o faturamento;  Quais os impactos da auditoria de custos na gestão de frete?  Do controle de gastos à melhoria do planejamento, veja os benefícios deste serviço:  – Controle integral de processos e finanças – Todos os dados passam a ser centralizados em um único lugar, trazendo insights sobre toda a operação do dia a dia. Entre as possibilidades, encontram-se uma melhor organização do pátio, planejamento do uso de veículos e das coletas e entregas. Na parte financeira, facilita-se o monitoramento de pagamentos e lucros.  – Eliminação de cobranças indevidas ou pagamentos desnecessários – O acompanhamento por meio de processos automáticos e validados pelas pessoas evita que a empresa desperdice os seus recursos em erros – assim como a perda de itens.  – Desenvolvimento de um histórico – A organização passa a ter informações precisas de outros fretes, o que permite fazer um planejamento preciso em relação aos custos e à entrega em roteiros semelhantes.  – Otimização nas entregas – Os dados anteriores também permitem ampliar a eficiência dos prazos de entrega e incrementar a relação e a satisfação dos clientes, apontando melhorias possíveis em termos de roteirização e planejamento (seja visando a redução de custos ou maior agilidade, de acordo com o propósito).  – Melhoria de embarques – Trata-se de um aspecto negligenciado por muitas empresas do setor logístico. Há uma preocupação com as entregas, mas ignora-se a possibilidade de otimizar os embarques, o que resulta na melhora dos custos e da mão de obra.  Todas essas vantagens são reflexo do uso de softwares adequados para garantir o controle de toda a operação e a checagem dos fretes, seja em relação ao pagamento, ao planejamento e ao sucesso da entrega.  Evite perdas, aumente a inteligência e o planejamento dos fretes com a auditoria automatizada do NDD Frete. Solicite uma demonstração e saiba mais! 

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Como é definido o valor de frete de compras online? 

Há diversas variáveis que precisam ser analisadas na hora de definir o valor final, o que pode inclusive auxiliar na fidelização de consumidores  O frete é uma equação complexa para as empresas que operam no segmento logístico. É preciso encontrar o equilíbrio entre reduzir os custos e garantir uma oferta de serviços adequada aos clientes. No e-commerce, o frete é também um fator decisivo na motivação de compra, especialmente em negócios com produtos de menor valor.  No Brasil, esta preocupação é ainda maior por se tratar de um país de dimensões continentais, o que torna esse planejamento ainda mais complexo e com impacto direto na economia. Em muitos casos, é preciso estruturar o estoque de produtos em diferentes centros de distribuição para garantir uma inteligência e a entrega dentro dos prazos estipulados.  Para as companhias do setor logístico, há a convicção de que a logística não é somente uma despesa, mas um setor estratégico, pois pode gerar fidelização do cliente e redução de custos. Para isso, porém, é preciso entender como é definido o valor de frete no e-commerce, uma atividade que exige muito conhecimento de mercado, infraestrutura e custos envolvidos na cadeia de suprimentos.  Ganhe inteligência e eficiência na logística do seu negócio com o NDD Frete. Acesse para saber mais!  O que interfere no valor de frete  Há um ditado do mundo dos investimentos e negócios: “Não existe almoço grátis”. Na logística, a lógica é semelhante: os produtos com “frete grátis” têm o seu custo já embutido no valor final, mas criam um benefício para o consumidor. Por isso, para ter sucesso nessa estratégia, é preciso compreender as taxas do valor do frete e reduzir os problemas mais recorrentes.  Veja algumas das formas comuns de se chegar ao valor do frete:  Frete KM  Baseia-se na distância entre a origem e o destino final da mercadoria. Seu valor varia entre valores fixos ou multiplicador de quilômetros.  Frete Peso  É estipulado conforme o valor bruto (produto + embalagem). Geralmente é dividido em faixas ou em multiplicador de peso.  Cubagem  É aplicada para mercadorias leves, mas volumosas. Um caminhão pode transportar 12 mil kg, mas alguns produtos ocupam o espaço com menos de 500 kg. Para equalizar este problema, os transportadores transformam volume em peso (o chamado peso cubado) por meio de uma regra de 3, sendo que 1 m³ equivale a 300 kg.  Frete Valor (Ad-Valorem)  O frete valor ou ad valorem é cobrado para cobrir os custos de seguro da carga, acidentes e avarias. É um percentual calculado sobre o valor da mercadoria, podendo cobrir seguro obrigatório, mão de obra especializada em segurança, materiais de proteção e a sua gestão. Mesmo que o embarcador tenha seguro próprio, o frete valor é adicionado para prever riscos que não são cobertos pelo seguro. Para calcular, basta multiplicar o valor total da mercadoria pelo percentual da taxa de ad valorem.  Gris  O Gris é a taxa de gerenciamento de riscos que é cobrada para cobrir os custos de monitoramento de veículos e outras medidas para combater roubos de carga, especialmente em produtos de alto valor agregado ou com alto índice de roubos (eletrônicos, cigarros ou pneus). Seu cálculo segue a lógica do ad valorem.  Pedágio  O pagamento do pedágio é obrigatório e de responsabilidade do embarcador, que deve fornecer o vale pedágio para a transportadora (ou transportador autônomo), conforme explicamos neste artigo. Nesse sentido, a rota deve ser definida antes do transporte propriamente dito. Para carga fracionada, o pedágio deve ser proporcional ao peso da carga em relação ao total transportado. Os transportadores costumam cobrar um valor fixo a cada 100 kg ou por fração.  Outras Taxas  Além desses meios de cobrança, o valor do frete deve incluir outras questões que interferem em seu custo final. Em muitos casos, envolvem também questões relacionadas ao compliance. Saiba mais:  Despacho  A taxa de despacho inclui cada emissão de CT-e e cobre custos administrativos com a documentação de transporte.  SEC/CAT  É cobrada quando há necessidade de coletar a mercadoria na origem. Geralmente, seu valor é fixo.  Devolução  Ocorre quando o destinatário não aceitou a mercadoria, e o transportador é obrigado a retornar com a mercadoria ao ponto de origem. Esta taxa cobre custos de transporte de volta – em geral, tem o mesmo custo, incluindo o ICMS.  Reentrega  Acontece quando a entrega não foi finalizada, com responsabilidade pelo destinatário ou remetente. Dessa forma, o transportador precisa retornar em outro momento. Geralmente, o valor cobrado é de 50% sobre o frete original, mas depende de uma negociação.  TAS (Taxa de Administração Suframa)  Essa taxa cobre os gastos do transportador com os custos gerados pelos procedimentos adotados pela Secretaria da Fazenda. É fixo por CT-e emitido, bancado pelo pagador do frete.  TDE (Taxa de Dificuldade na Entrega)  A TDE é cobrada quando a entrega foi dificultada, independentemente do motivo.  TRT (Taxa de Restrição de Trânsito)  Cobre custos adicionais, se houver restrição para a circulação de veículos de transporte de cargas no município de entrega.  Taxa de Dificuldade de Acesso (TDA)  Quando as condições do local de entrega dificultam sua realização (estradas de terra, ruas estreitas, subidas íngremes, escadarias, içamento, entre outros), este valor é adicionado. Seu cálculo é variável: pode seguir um percentual do frete, da nota, valor fixo ou por peso, a depender de negociação.  Agendamento  Quando se estabelece um horário de entrega, com um valor fixo.  Impostos  Geralmente, os impostos são calculados separadamente e somados ao total do frete, pois dependem do percurso. As alíquotas de ICMS dependem da origem, destino, tipo de mercadoria, tipo de transporte, incidência ou não do imposto e várias outras regras fiscais  Como pode se perceber, chegar ao valor do frete é uma equação complexa e que depende de inúmeros fatores. Porém, ter sucesso nesta tarefa vai colocar a empresa em destaque, reduzindo custos, otimizando os recursos e a força de trabalho, fidelizando o consumidor.  O NDD Frete conta com a funcionalidade Auditoria de Custos, permitindo que o embarcador identifique cada uma das taxas e custos relacionados ao transporte.

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O que é CT-e globalizado? 

Trata-se de uma versão do CT-e voltada a entregas com vários destinatários ou remetentes, mas apenas um tomador  O Comprovante de Entrega Eletrônico (CT-e) foi criado para solucionar o problema do armazenamento e transmissão de informações em formato físico. A ideia foi de simplificar a operação tanto dos transportadores quanto dos embarcadores, otimizando o processo de entrega e permitindo o acompanhamento em tempo real, conforme explicamos neste artigo.  As questões administrativas e legais no Brasil costumam ser complexas. E não é diferente com o CT-e, que conta com uma modalidade diferente, o CT-e globalizado. Trata-se de um tipo de conhecimento que deve ser emitido apenas quando o serviço prestado envolve vários destinatários ou remetentes, mas apenas um tomador.  De acordo com a Resolução 2833/17, é preciso preencher três requisitos para ser considerado um CT-e globalizado:  1 – O tomador do serviço seja o remetente ou o destinatário das mercadorias transportadas;  2 – A carga contenha mercadorias de no mínimo cinco remetentes ou cinco destinatários;  3 – As mercadorias transportadas estejam acobertadas por notas fiscais eletrônicas.  Melhore o planejamento, a emissão, a recepção de documentos relacionados ao transporte de mercadorias com o NDD Frete. Conheça a solução!  As possibilidades do CT-e globalizado  Nessa realidade, é possível pensar em dois caminhos para se utilizar este tipo de documento:  – Destinatário como tomador – A transportadora é contratada pelo destinatário, que vai receber itens de pelo menos 5 remetentes distintos. Uma indústria, por exemplo, pode buscar insumos ou matérias-primas em diferentes fornecedores.  – Remetente como tomador – Nesse caso, uma loja, por exemplo, faz um contrato com um transportador para fazer entregas em pelo menos 5 destinatários diferentes. É um exemplo comum para um e-commerce.  O uso do CT-e globalizado está autorizado para qualquer empresa que já opere com o CT-e tradicional. No entanto, o transporte deve ser restrito dentro de um estado, contando com o carregamento da carga e o local de destino, além da existência da NF-e de todos os itens. Ou seja, trata-se de uma modalidade intermunicipal.  Qual a diferença do CT-e para o CT-e globalizado?  Na rotina das empresas, o CT-e e o CT-e globalizado funcionam da mesma forma, com as mesmas especificidades relacionadas ao seu preenchimento. Se você tiver qualquer dúvida sobre as informações necessários e erros comuns do CT-e, basta acessar o guia no qual tratamos das principais questões referentes ao documento fiscal.  A principal diferença está no fato de que o CT-e globalizado não está vinculado a uma entrega individual, mas a várias notas fiscais. O propósito está em reduzir custos e trazer agilidade a entregas que tenham um número amplo de remetentes ou destinatários, com somente um documento de comprovação de entrega.  A existência de apenas um comprovante (o CT-e globalizado) segue a tendência de digitalização, que vem ocorrendo há alguns anos do país, especialmente a partir da criação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Ela favoreceu a disseminação da tecnologia e facilitou a ação dos contribuintes e a fiscalização do próprio governo, incluindo os comprovantes de entrega no formato digital.  O papel de um TMS  Assim como os documentos fiscais evoluíram, o planejamento e as soluções voltadas à logística seguiram no mesmo caminho, especialmente os TMS (Transportation Management System). Essa ferramenta, voltada à gestão e ao planejamento de transportes, se torna ainda mais eficiente com os ajustes relacionados aos documentos fiscais eletrônicos.  Quando todos os quesitos do CT-e globalizado são preenchidos, o planejamento realizado pelo TMS se torna muito mais simples, incluindo os quesitos de compliance, que são uma das principais preocupações das empresas do segmento – erros podem gerar atrasos, interrupções de viagens ou mesmo multas.   Dessa forma, além de reduzir riscos relacionados aos documentos fiscais, as organizações ganham maior capacidade de realização, permitindo que o planejamento seja de fato cumprido ao longo do período.  Garanta a eficiência e a segurança do seu planejamento com o NDD Frete, que permite uma conexão segura e integrada entre diferentes sistemas. Saiba mais sobre a solução e solicite uma demonstração! 

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Qual a relação entre NF-e e CT-e? 

Confira as principais orientações a respeito do Comprovante de Entrega Eletrônico na NF-e  Até 2019, os Canhotos da Nota Fiscal (presentes no documento auxiliar do CT-e e da NF-e) deveriam ser impressos e entregues sempre que o transporte de mercadorias chegava ao seu destino. A partir disso, a empresa precisava armazená-lo por, pelo menos, 5 anos, já que o fisco tem a possibilidade de agir de forma retroativa, impedindo a evolução para a Logística 4.0.  No último artigo, trouxemos um guia a respeito das principais informações referentes ao Comprovante de Entrega Eletrônico, o CT-e. Neste texto, vamos apresentar os aspectos mais importantes relacionados ao Comprovante de Entrega da NF-e e a sua infraestrutura digital voltada à comprovação da entrega/recebimento de mercadorias.  Trata-se de um documento fiscal que “auxilia a instrução de processos administrativos, judiciais e financeiros que envolvem a relação emissor/destinatário da NF-e, ou transportador responsável pela entrega da Mercadoria (emissor CT-e)”, conforme especifica a nota técnica. Essa digitalização beneficia tanto os embarcadores quanto os transportadores.  De forma bastante resumida, se a entrega não tiver relacionada a um CT-e, há a necessidade de gerar um documento, o Comprovante de Entrega da NF-e. E, caso ocorra alguma dificuldade, é preciso fazer um cancelamento desta informação. Vale lembrar que a comprovação pode se dar via captura de imagens e registros nos eventos na emissão da NF-e.  Descubra como o NDD Cargo i-Comprova simplifica a emissão de documentos de forma rápida e automatizada. Acesse para saber mais!  Comprovante de Entrega da NF-e  Em relação aos dados que devem ser incluídos, existem alguns cuidados que precisam ser tomados. Nesse sentido, vale observar a tabela com as principais informações exigidas pelo governo.  Além dos dados acima, é preciso incluir a data e a hora do comprovante de entrega da NF-e, além da assinatura digital do documento. A partir disso, é preciso identificar como o fisco vai receber esses documentos, já que eles podem ser validados ou rejeitados.   Falhas mais comuns  Inconsistências podem gerar problemas na transmissão ou validação das informações. As mais comuns são, segundo o seu código e causa:   Transmissão  280: “Rejeição: Certificado Transmissor inválido”;  281: “Rejeição: Certificado Transmissor Data Validade”;  283: “Rejeição: Certificado Transmissor – erro Cadeia de Certificação”;  286: “Rejeição: Certificado Transmissor erro no acesso a LCR”;  284: “Rejeição: Certificado Transmissor revogado”;  285: “Rejeição: Certificado Transmissor difere ICP-Brasil”;  282: “Rejeição: Certificado Transmissor sem CNPJ/CPF”;  Por vezes, o erro ocorre por outros motivos, o que gera rejeição também, como, por exemplo:  214: “Rejeição: Tamanho da mensagem excedeu o limite estabelecido”;  108: “Serviço Paralisado Momentaneamente (curto prazo)”;  109: “Serviço Paralisado sem Previsão”;  410: “Rejeição: UF informada no campo cUF não é atendida pelo WebService”;  239: “Rejeição: Versão do arquivo XML não suportada”;  Validação  As irregularidades também podem ser registradas no momento de validação dos dados, em sua extração, na assinatura digital ou em seu certificado. As mais comuns são – também em código e motivo:  516: “Rejeição: Falha Schema XML, inexiste a tag raiz esperada para a mensagem”;  517: “Rejeição: Falha Schema XML, inexiste atributo versão na tag raiz da mensagem”;  215: “Rejeição: Falha Schema XML”;  587: “Rejeição: Usar somente o namespace padrão da NF-e”;  588: “Rejeição: Não é permitida a presença de caracteres de edição no início/fim da mensagem ou entre as tags da mensagem”;  404: “Rejeição: Uso de prefixo de namespace não permitido”;  402: “Rejeição: XML da área de dados com codificação diferente de UTF-8”;  491: “Rejeição: O tpEvento informado invalido”;  492: “Rejeição: O verEvento informado invalido”;  493: “Rejeição: Evento não atende o Schema XML específico”;  290: “Rejeição: Certificado Assinatura inválido”;  291: “Rejeição: Certificado Assinatura Data Validade”;  292: “Rejeição: Certificado Assinatura sem CNPJ/CPF”;  293: “Rejeição: Certificado Assinatura – erro Cadeia de Certificação”;  296: “Rejeição: Certificado Assinatura erro no acesso a LCR”;  294: “Rejeição: Certificado Assinatura revogado”;  295: “Rejeição: Certificado Assinatura difere ICP-Brasil”;  298: “Rejeição: Assinatura difere do padrão do Sistema”;  297: “Rejeição: Assinatura difere do calculado”;  213: “Rejeição: CNPJ-Base do Autor difere do CNPJ-Base do Certificado Digital”;  227: “Rejeição: “CPF do Autor difere do CPF do Certificado Digital”;  Os mesmos cuidados precisam ser tomados sobre as regras de negócio. A tabela abaixo mostra as mensagens e o descritivo do erro:  Cancelamento da Entrega da NF-e  Em alguns casos, há a necessidade de fazer o cancelamento da NF-e. Essa situação gera alguns cuidados adicionais em seu preenchimento. Veja as principais informações abaixo:  Depois disso, as mensagens de retorno acompanham o padrão anterior. E seguem-se as seguintes etapas: recepção do evento e quatro validações: certificado de transmissão, mensagem no web service, área de dados e das regras do negócio.  Processamento do Lote  É preciso também tomar cuidado para o comprovante de entrega ou para o seu cancelamento no caso de processamento em lote. Os caminhos possíveis são:  Rejeição do Lote por algum problema que comprometa o seu processamento. Nesse caso, vale observar qual foi o código e a mensagem de erro para reparar a situação:  460: Protocolo do Evento difere do cadastrado;  821: Data-Hora de Entrega superior a data de emissão do evento;  822: Data-Hora do Hash do Comprovante de Entrega superior a data de emissão do evento;  823: Data-Hora de Entrega inferior a data de emissão da NF-e;  824: Data-Hora do Hash do Comprovante de Entrega inferior a data de emissão da NF-e;  825: Não permitido mais de um Evento deste tipo para a NF-e;  826: Pedido de Cancelamento para NF-e com evento de registro de Entrega.   No caso do processamento com sucesso, ainda há alguns quesitos importantes:   – Rejeição, informando o código do status do motivo da rejeição;  – Evento autorizado, apresentando a mensagem “Evento registrado e vinculado a NF-e” ou ”136-Evento registrado, mas não vinculado a NF-e”.  A digitalização das informações faz parte de uma estratégia do fisco, conforme demonstramos em nosso blog. Apesar de parecer dificultar a vida das empresas, a mudança traz mais benefícios, especialmente se tiver sucesso em investir em uma tecnologia para o apoio, como o NDD Cargo i-Comprova.  Agende uma demo e sinta na prática os benefícios do NDD Cargo i-Comprova! 

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Guia completo sobre o Comprovante de Entrega Eletrônico 

Conheça as principais informações sobre o documento, seus objetivos e mensagens comuns na emissão e em seu cancelamento  Não é segredo que o fisco vem digitalizando todos os processos de documentação fiscal, uma iniciativa que começou com a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e foi ganhando outros documentos, conforme demonstramos neste artigo. Nesta evolução do físico para o digital, um dos documentos mais conhecidos é o Comprovante de Entrega Eletrônico.  Se a mudança na emissão de documentos para a versão eletrônica resulta na facilidade de armazenamento e na diminuição do uso de papel, um dos objetivos primordiais na mudança está na facilidade de fiscalização. Dados digitais simplificam o cruzamento de informações, aumentando a capacidade de monitoramento do fisco.  Neste artigo, vamos trazer um guia completo sobre o Comprovante de Entrega Eletrônico, com as suas principais informações. Para isso, vamos partir do princípio:  Descubra como o NDD Cargo i-Comprova facilita a vida do seu negócio. Acesse para saber mais!  O que é o Comprovante de Entrega Eletrônico?  O Comprovante de Entrega Eletrônico nasceu com o propósito de resolver o problema do canhoto físico, relacionado à entrega por parte da transportadora ou da empresa (emissora de NF-e). Além disso, é uma medida mais alinhada às possibilidades atuais de tecnologia, acelerando a mudança para a logística 4.0.  Até 2019, os Canhotos da Nota Fiscal (presentes no documento auxiliar do CT-e e da NF-e) deveriam ser impressos e entregues sempre que o transporte de mercadorias chegava em seu destino. Uma vez em posse destes canhotos, a transportadora precisava armazená-los por pelo menos 5 anos – sendo que o fisco pode agir de forma retroativa.  É importante ressaltar que o armazenamento físico destes canhotos causa diversos problemas, como gasto excessivo de papel, espaço para depósito, controle de extravios, entre outros. Esse é somente um dos motivos da importância do Comprovante de Entrega Eletrônico, algo que torna o processo de entrega mais inteligente e simplifica o dia a dia das empresas envolvidas com o transporte.   Com o CT-e eletrônico, passou a ser possível registrar a captura das imagens de comprovação das entregas realizadas, bem como alinhar os registros de eventos. Isso simplificou a vida de transportadores e de embarcadores, como demonstramos neste artigo.  As mudanças trazidas pelo CT-e começam nos processos administrativos e financeiros internos da própria empresa ou na relação com os seus fornecedores e parceiros; passa pelo atendimento aos clientes, visto que aumenta a transparência e facilita o fornecimento de informações; e chega ao aspecto jurídico e de compliance.   Por isso, entre os seus objetivos, encontram-se:  – Otimizar o tempo de registro dos eventos;  – Padronizar a prova de entrega (B2B e B2C);  – Armazenar o comprovante de forma mais eficiente;  – Emissão do Comprovante de Entrega Eletrônico;  Quais os eventos do CT-e?  – Comprovante de entrega eletrônico (110180) – Efetiva a entrega por parte do transportador. Para isso, há a necessidade das informações abaixo:  Vale ressaltar que, conforme especifica a Base 64, há diversos meios de comprovar a entrega de um documento, tais como:   – Biometria;  – DANFE ou DACTE assinados;  – Assinatura eletrônica em tablets ou qualquer outro dispositivo móvel;  – Qualquer outra imagem que a transportadora entenda que de fato a mercadoria foi entregue.  Além disso, há uma série de outras validações específicas realizadas para garantir o documento. Se ele for homologado e estiver de acordo, o status de retorno é o cStat=135. Diante dessa realidade, as regras específicas obrigatórias e facultativas do documento são:  – Cancelamento do comprovante de entrega eletrônico (110181) – Indica o cancelamento de um evento da entrega da carga pelo transportador quando houver erro.  Da mesma forma que na emissão do CT-e, o cancelamento também conta com algumas regras específicas para ficar de olho:  Vale ressaltar que o cancelamento deve ser feito pelo emitente do CT-e.  Quais as mensagens de rejeição?  Há diversos códigos relacionados aos erros, especialmente na NF-e associada ao CT-e, tema que vamos abordar com mais profundidade no próximo artigo. No entanto, conheça os erros mais comuns e seus códigos:  Um dos caminhos mais simples para garantir o sucesso nesta emissão é o uso de um software especializado, capaz de automatizar este processo e emitir alertas em caso de erros, caso do NDD Cargo i-Comprova.  Converse com nossos especialistas e descubra como o NDD Cargo i-Comprova pode se adequar ao seu negócio!

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A importância dos comprovantes de entrega em formato digital

Além de seguir uma tendência estabelecida pelo governo brasileiro, eles diminuem custos e oferecem segurança e agilidade em muitas etapas administrativas  O Brasil está vivendo um processo de transformação digital em relação aos seus documentos fiscais. Diversos órgãos públicos perceberam as vantagens trazidas por esse tipo de controle, tornando até mesmo a atuação em fiscalização mais efetiva e inteligente. Trata-se de um processo que começou com a Nota Fiscal Eletrônica e foi evoluindo com o passar do tempo para outros documentos fiscais.  Nesse sentido, a exigência de um comprovante de entrega digital para fiscalizadores e embarcadores pode ser vista como mais do que uma mera exigência governamental. Na prática, o comprovante traz vantagens para as empresas, seguindo uma tendência percebida já no Documento Eletrônico de Transporte (DT-e) e o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e).  Apesar de o comprovante de entrega ser uma exigência governamental, ela beneficia diretamente também as empresas, seja na atuação pelos embarcadores como pelos transportadores, conforme explicamos neste artigo do blog.   Aumente a inteligência do seu processo de entrega com o NDD Cargo i-Comprova. Acesse para saber mais!  Um passo rumo ao futuro  Para dar um passo rumo ao futuro, é preciso que a empresa esteja devidamente preparada. Para isso, existe a necessidade em investir em soluções tecnológicas que permitam a evolução no sentido em que prega a lei. Mas, da mesma forma, é preciso que os colaboradores compreendam as alterações de processos que vão decorrer do uso da tecnologia.  Com o comprovante de entrega digital, a empresa – e os próprios colaboradores – contam com inúmeros benefícios. Neste artigo do blog, explicamos que melhorias digitais resultam em um aumento de receita das empresas, segundo uma pesquisa do Instituto Gartner. Mas os benefícios vão além:  – Menos tempo gasto em atividades – Imagine que haja necessidade de buscar documentos ficais dentro de um arquivo versus acessar um sistema. O que é mais rápido? Por óbvio, a versão digital é mais veloz e também garante um acesso a um maior número de pessoas que necessitam dessas informações.  – Redução de custos – Seja pela locação de espaços maiores ou pelos cuidados relacionados à conservação de papel, o digital tem um custo inferior ao papel físico.  – Processos bem delimitados – Com os arquivos digitais e uma solução de tecnologia específica, a empresa pode desenvolver fluxos de trabalho claros e efetivos. Dessa forma, cria-se uma regra de trabalho que pode beneficiar todos os envolvidos: dos próprios colaboradores aos parceiros comerciais.  – Segurança – Um dos riscos dos documentos físicos está em perdê-los. No caso de arquivos digitais, é possível desenvolver uma estratégia de backups que vai dar segurança à organização.  – Impactos ambientais – Em um momento no qual as organizações tentam se destacar pelas ações voltadas à redução de seus impactos ambientais, usar documentos digitais não é só uma demanda do governo, mas um ponto importante dentro da estratégia de ESG dos negócios.  O comprovante de entrega digital  O comprovante de entrega ajuda na instrução de processos administrativos, judiciais e financeiros relacionados à relação de emissor e destinatário ou em transportes de mercadorias. Com ele, cria-se uma estrutura de comprovação baseada na captura de imagens e registros pelas empresas.  No caso do comprovante de entrega digital, ele traz outra vantagem importante, que beneficia tanto os transportadores quanto os embarcadores. Trata-se da possibilidade de geolocalização e de aplicativos, que permitem uma troca de informações entre as duas partes, sabendo exatamente qual a etapa do processo em que ele se encontra.  Isso abre a possibilidade de dar mais velocidade aos processos logísticos, respeitando toda a exigência de compliance por parte do governo federal. Na entrega de uma mercadoria para o cliente, basta o recebedor assinar o canhoto do CT-e e sobe para o aplicativo do NDD Cargo i-Comprova, que já identifica automaticamente o documento, alinhado com o rastreio de geolocalização.  Uma das dificuldades na relação entre transportadores e embarcadores – e que respinga na experiência do serviço oferecido ao usuário – é justamente a falta de informações claras sobre a entrega de produtos. Com o uso da tecnologia – e o seu armazenamento de forma digital –, é possível acompanhar todo o processo e, simultaneamente, prestar informações para o cliente.  Além desse aumento de credibilidade, o canhoto digital do comprovante de entrega já é enviado imediatamente para a Secretaria da Fazenda correspondente para que seja validado. Dentro do sistema, ele será armazenado pelo período exigido – saiba detalhes deste tema no blog – e pode ser consultado a qualquer momento.  Converse com nossos especialistas e descubra como o NDD Cargo i-Comprova pode se adequar ao seu negócio! 

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Quais os benefícios do comprovante de entrega digital para transportadores e embarcadores? 

Compliance, otimização das entregas, redução de custos e transparência para o cliente estão entre as vantagens Gerenciar e monitorar o processo de entrega de mercadorias é um desafio tanto para transportadores quanto para embarcadores. No Brasil, há obstáculos adicionais para as empresas do setor: o país tem uma dimensão continental, o que aumenta as complexidades logísticas, e apresenta diversas especificidades em relação ao compliance.   Essas questões afetam igualmente os embarcadores – os donos das mercadorias – e os operadores logísticos ou transportadores, organizações contratadas para realizar esta tarefa. Algumas das principais dificuldades relatadas são:  – Falta de informações que assegurem a entrega;  – Dificuldade e falta de transparência neste processo;  – Impedimento em acompanhar o processo em tempo real;  – Demora no retorno do canhoto físico;  – Recebimento do frete após apenas a comprovação pelo canhoto;  – Custos elevados e dificuldade para manter comprovantes físicos. Essas últimas duas questões geram situações voltadas ao compliance, o que interfere na segurança jurídica de muitas organizações. Nesse sentido, é possível mencionar alguns documentos, como o Código Identificador da Operação de Transportes (CIOT), o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), além do Documento Eletrônico de Transporte (DT-e). Uma das grandes questões a serem melhoradas envolve o comprovante de entrega. Em muitos casos, a falta de informações digitais tornava esse processo complexo, visto que não havia informações sobre o seu andamento, criando problemas tanto com os clientes quanto na relação entre os transportadores e embarcadores, já que muitos recebimentos dependem dessa otimização.  Conheça o nosso vídeo sobre o NDD Cargo i-Comprova, que traz todas as informações sobre a solução.  Como a solução da NDD auxilia transportadores e embarcadores  As informações presentes no documento auxiliar do CT-e e da NF-e deveriam ser armazenadas por até cinco anos. Isso fazia com que a gestão desses dados fosse complexa e atribulada – até mesmo porque, em muitos casos, esses documentos eram perdidos devido à umidade ou até mesmo acidentes (como incêndios).  Desde 2019, o Ajuste Sinief 12/2019 estipulou uma comprovação digital, o que facilita o trabalho executado tanto pelos embarcadores quanto pelos transportadores. Dessa forma, é possível usar um comprovante de entrega digital, que alinha os registros formais da entrega e também torna a relação entre embarcador e transportador mais eficiente.  Isso se torna uma realidade com o uso de softwares adequados, como o NDD Cargo i-Comprova, que é capaz de oferecer o controle sobre as entregas (inclusive com monitoramento ativo via geolocalização e conhecimento das entregas em tempo real) e aumento da produtividade, tendo informações reais e precisas sobre cada frete.  É importante ressaltar que soluções tecnológicas melhoram a comunicação entre os transportadores e embarcadores, efetivando os pagamentos e reduzindo os riscos dos dois lados envolvidos no transporte de mercadorias.  Quais os diferenciais do NDD Cargo i-Comprova?  Com um portal próprio, o NDD Cargo i-Comprova oferece diversas funcionalidades para o embarcador, mas também torna o trabalho dos transportadores mais rápido, intuitivo e funcional. Veja as principais vantagens:  – Monitoramento ativo e visibilidade do processo em tempo real;  – Acompanhamento de entregas realizadas por mais de uma transportadora (possibilidade de segmentação);   – Armazenamento do comprovante digital pelo prazo determinado, sem os riscos e custos de mantê-los em sua versão física;  – Foto e comprovante digital de entrega em tempo real, com garantia legal da Sefaz;  – Implantação simples e rápida;  – Relatório de informações completas, otimizando a tomada de decisão dos gestores;  – Aplicativo fácil e intuitivo com diversas funcionalidades para os envolvidos no transporte;  Isso tudo é obtido via um fluxo de processos muito claro e efetivo para os transportadores e embarcadores, como é possível perceber abaixo: Todos esses benefícios tornam o trabalho mais efetivo, rápido e barato, reduzindo as chances de problemas. Além disso, as informações fornecidas sobre horários de entrega e transparência deste processo ganham corpo, aumentando a credibilidade do seu negócio.  Converse com nossos especialistas e descubra como o NDD Cargo i-Comprova pode se adequar ao seu negócio!

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Pedágios: reajustes durante o mês de setembro de 2022

Confira as principais atualizações que ocorreram no mês de setembro de 2022 nas rodovias do país Tarifas de pedágio são cobradas em Tocantins e Goiás  No final de setembro iniciou a cobrança de pedágio nos trechos da BRs 153, 080 e 414, localizadas nos estados de Tocantins e Goiás. A concessionária Ecovias responsável pelos trechos informou que os valores cobrados vão variar entre R$ 10,60 e R$ 13,10.  Conforme a ANTT, a rodovia possui nove praças de pedágio. No estado de Goiás, serão sete unidades de pedágios; cinco na BR-153 nos municípios de Talismã, Santa Teresa de Goiás, Uruaçu, São Luiz do Norte e Jaraguá; uma praça de pedágio na BR-080, em Barro Alto, e uma praça na BR-414, em Planalmira.    BR-262 sob o Rio Paraguai encerra cobrança  A responsável pelo trecho da BR 262, a concessionária Porto Morrinho, encerrou contrato de concessão do trecho. Por conta disso, quem utiliza a ponte sobre o Rio Paraguai, na BR-262, localizada em Corumbá-Campo Grande, em Mato Grosso do Sul não precisará mais pagar tarifas de pedágio. 

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