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Author name: Lya Michels - Analista de Marketing NDD

Artigos, Destaque - Cargo | Frete, Frete, Transportes e Logística

Os principais indicadores de desempenho logístico: como avaliar o sucesso da sua operação? 

Indicadores permitem ter uma visão clara sobre o seu processo e a forma como os clientes avaliam o trabalho, além de contribuir para obter insights para a melhoria das operações  Indicadores de desempenho – também conhecidos no meio como KPIs – são métricas adotadas para analisar a performance, de acordo com os propósitos corporativos. Quando se trata de uma empresa do segmento de transportes, os indicadores de desempenho logístico auxiliam a compreender cada etapa do processo produtivo baseado em metas bem delineadas.  Nesse contexto, um dos desafios está em criar indicadores de desempenho logístico apropriados e que contribuam para uma visão precisa e clara sobre o negócio. Não é à toa que aplicação de big data e soluções de dados deve ganhar cada vez mais força no segmento logístico em áreas diversas, como valor de frete e até em auditoria de custos, conforme mostramos neste artigo do blog.  Ao criar KPIs e mantê-los por um determinado período, passa-se a perceber as oportunidades de melhora para um negócio e aqueles setores que estão desempenhando dentro do esperado. Essa possibilidade de obtenção de insights ajuda a compreender melhor o negócio e a tomar decisões importantes.  Mas quais devem ser os indicadores de desempenho logístico a serem avaliados?  O NDD Cargo i-Comprova apoia as empresas de transporte na tomada de decisão voltada a otimizar o processo de entrega. Saiba mais!  – Taxa de cumprimento de pedidos – No segmento, é conhecido como One time in full. Basicamente, ele indica os prazos que foram cumpridos e a eficiência da entrega: carga completa, destino adequado, dentro do prazo e embalagem em bom estado. Nesse quesito, é importante garantir os comprovantes de entrega em tempo real, que permitem ter uma visão atualizada de cada processo. Com este KPI, a organização também consegue medir o tempo de entrega médio, o período até o produto chegar ao cliente.  – Custo logístico – Quais são os custos reais da entrega quando se considera todo o trabalho envolvido por uma empresa logística? Não estamos falando apenas do transporte em si, mas do armazenamento, a gestão, o manuseio, a embalagem, os impostos e os custos associados. É preciso entender como a sua organização se posiciona nesse contexto em relação ao mercado, pois isso traz uma perspectiva do que é passível de melhora, tornando a empresa mais competitiva.  – Taxa de precisão de pedidos – Envolve diretamente a gestão do armazenamento de produtos e a relação com o que foi solicitado. Quanto menor o volume de erros nesta área, melhor a taxa e a indicação de que a administração das operações internas está sendo bem executada. Um dos critérios associados é o chamado nível de produtividade da equipe, que analisa o volume de pedidos processados por hora.  – Nível de estoque – Mais um fator relacionado à gestão de armazenagem. O objetivo é entender a lógica de entrada e saída de produtos, calculando o equilíbrio adequado entre oferta e demanda. Não é inteligente manter índices baixos ou elevados demais de estoque, o que pode gerar prejuízos para a empresa em relação à falta de produtos para pronta entrega ou afetar o capital de giro.  – Taxa de devolução – Trata-se de um indicador de desempenho logístico a ser avaliado cautelosamente. É preciso entender se o retorno se deve a problemas de embalagem ou de entrega ou se está relacionado ao arrependimento do cliente ou até mesmo falta de qualidade do item.  – Taxa de uso de veículos – O conceito deste KPI é analisar a eficiência de utilização da frota. Quanto menos veículos para cumprir com as obrigações, menores os custos, especialmente se houver sucesso em uma roteirização eficiente.  – Índice de Sustentabilidade Logística – Dentro dos quesitos de ESG, o objetivo não está em apenas fazer o uso mais inteligente da frota, mas avaliar o total de emissões de carbono, pensando em uma compensação futura. Buscar a redução do consumo de combustível, a adoção de veículos híbridos ou elétricos, a escolha de materiais recicláveis em embalagens e a logística reversa são alguns dos caminhos.  – Nível de Satisfação do Cliente – Há variáveis importantes neste indicador de desempenho logístico. Existem transportadoras que operam no B2B, cujos clientes são empresas, e aquelas no B2C, uma relação direta com o consumidor e as que estão nos dois níveis. É preciso estabelecer diferentes critérios para mensurar a satisfação de cada um em relação a prazos e ao cumprimento das metas.  Sua empresa é capaz de avaliar a operação logística de forma eficiente? Descubra como o NDD Cargo i-Comprova pode apoiar o seu negócio nesta área. 

Frete, Transportes e Logística

Qual a importância da automação de emissão de CT-e? 

Falta de integração entre embarcador e transportador sobre este documento fiscal pode resultar em dificuldades no abastecimento de mercadorias, atrasos e problemas operacionais  O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) nasceu para simplificar o transporte de mercadorias – antes dele, havia a necessidade de carregar um canhoto físico com as informações do frete. De certa forma, o movimento do CT-e segue o padrão do que houve com a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), que passou por um processo de digitalização para reduzir a burocracia para as empresas e facilitar a fiscalização.  É importante ressaltar que as entregas de mercadorias devem estar relacionadas a um CT-e. Com a tecnologia, esta informação pode ser dada via captura de imagens e um registro na emissão da NF-e, garantindo a comprovação de entrega. Entretanto, sob a perspectiva das transportadoras, este processo pode se tornar complexo do ponto de vista operacional.  Dentro da lógica do sistema brasileiro, a responsabilidade pela emissão do CT-e recai sob o transportador, enquanto a NF-e depende do embarcador. Como explicamos neste artigo, existe uma diferença entre as duas figuras perante a legislação.  – Transportador – É a empresa responsável por levar o produto da origem até o destino.  – Embarcador – É o dono da mercadoria e precisa de um parceiro para fazer este trabalho.  No caso de uma empresa que não detenha frota própria, há um passo a passo que costuma ser seguido:  1. Embarcador solicita o frete;  2. Transportador carrega o veículo;  3. Embarcador emite a/as NF/NFes correspondentes e envia para o transportador;  4. Transportador emite o CT-e e manda para o embarcador;  5. Embarcador imprime e entrega ao caminhoneiro, que será responsável pelo transporte.  Se este processo não estiver bem afinado, é possível que ocorram dificuldades tanto para o embarcador quanto para o transportador. Em alguns casos, o CT-e só pode ser emitido depois que o caminhão estiver carregado e de forma manual, o que torna o processo mais lento e complexo. Em última análise, trata-se de mais custos para ambos os lados, além de redução da eficiência.  E este processo pode se tornar ainda mais complexo caso envolva o chamado CT-e globalizado: quando o documento não está vinculado a uma entrega individual, mas a um amplo número de remetentes ou destinatários, com várias notas fiscais e apenas uma comprovação de entrega.  Tenha sucesso na automação da emissão e da recepção de documentos fiscais, garantindo a redução operacional e fiscal com o NDD Frete.  Como automatizar esta etapa?  Em um segmento no qual a velocidade é fundamental, ganhar minutos ou horas pode fazer a diferença na manutenção dos clientes e até mesmo na reputação da empresa, especialmente quando envolve e-commerce ou outros setores cuja agilidade é um critério importante. Nesse contexto, ter sucesso nesta estratégia é fundamental para as empresas se destacarem no segmento.  Com o NDD Frete, é possível automatizar todas as etapas relacionadas à emissão do CT-e, criando uma espécie de simbiose entre o transportador e o embarcador, por meio das integrações necessárias.  Para isso, a empresa responsável pelo transporte disponibiliza um certificado digital, o que permite ao embarcador emitir tanto a NF-e quanto o CT-e, reduzindo custos e ganhando agilidade operacional. Entre as vantagens desta atuação conjunta, encontram-se:  – Validação do embarque, incluindo a checagem de todos os documentos fiscais relacionados.  – Vínculos e adequação deste embarque, considerando o CT-e e a NF-e.  – Cria-se um pré-documento, com uma estimativa das informações que serão contempladas pelo CT-e e serão enviadas pelo transportador.  – Segue-se o processo tradicional, com faturamentos, pagamentos, monitoramento de entrega, entre outros pontos importantes da atuação logística.  Ter essa tranquilidade é benéfico sob diversas óticas: a fiscal e tributária, já que todos os documentos necessários estão sendo contemplados; transparência do processo; e mais velocidade para validar documentos relacionados ao frete, assim como cálculo de impostos em tempo real.  Tudo isso permite às empresas do segmento logística melhorarem a sua eficiência operacional, fazendo análises precisas sobre as decisões tomadas em prol de um ganho de escala, sem contar a tranquilidade de fazer auditorias para chegar ao status de cada frete, conciliando os dados à auditoria.  Automatize os processos envolvendo o CT-e e a relação entre transportador e embarcador com o NDD Frete. Saiba mais sobre a solução! 

Artigos, Destaque - Cargo | Frete, Transportes e Logística

Qual a importância da segurança cibernética na logística? 

Ataques cibernéticos podem comprometer a operação, gerar danos de reputação e multas por descumprimento da lei no setor logístico  A segurança cibernética na logística se tornou um dos assuntos mais relevantes para o segmento, especialmente pela sua atuação abrangente. Desde os anos 2000, a cadeia de troca de mercadorias responde por ao menos US$ 10 trilhões ao ano, conforme um estudo da McKinsey. Os ataques cibernéticos aparecem como um risco que poderia gerar efeitos de dezenas de bilhões de dólares ao setor.  Um dos desafios relacionados é o fato de a logística ser abrangente, dependendo de especificidades e de níveis de exigência de cada segmento. O e-commerce, por exemplo, demanda menos preocupações do que o transporte de combustível, farmacêutico ou de mineração. Por isso, há uma gama de possibilidades de ataque, ampliando a necessidade de investimentos de segurança cibernética na logística.  A necessidade de proteção se amplia à medida que a digitalização de informações ganhou escala no segmento devido aos ganhos da adoção da tecnologia: transparência, velocidade e controle. Se por um lado houve um aumento do controle de dados, por outro, há uma preocupação maior com as vulnerabilidades relacionadas, visto que os ataques cibernéticos podem gerar grandes prejuízos.  Um dos desafios relacionados é o fato de a logística ser abrangente, dependendo de especificidades e de níveis de exigência de cada segmento. O e-commerce, por exemplo, demanda menos preocupações do que o transporte de combustível, farmacêutico ou de mineração. Por isso, há uma gama de possibilidades de ataque, ampliando a necessidade de investimentos de segurança cibernética na logística.  Recentemente, o Wall Street Journal publicou artigo que mostrava que uma empresa de logística americana foi obrigada a interromper sua operação devido a um ataque cibernético. O custo do ataque foi de, pelo menos, US$ 65 milhões, considerando os atrasos operacionais, a investigação da causa e a recuperação de dados sensíveis.  Garanta a segurança de seus dados e a continuidade de suas operações com o NDD Frete. Conheça mais detalhes da solução!  Os tipos de ataques cibernéticos mais comuns  Quando se trata de ataques cibernéticos, não se deve tratá-los como uma categoria única. A probabilidade de ocorrência se ampliou no pós-pandemia, quando muitas empresas foram obrigadas a passar por um processo de transformação digital. Ao mesmo tempo em que trouxe vantagens operacionais, resultou em uma maior exposição ao risco, exigindo cuidados de segurança cibernética na logística.  Há diferentes abordagens e riscos que precisam ser considerados, especialmente:  – Phishing – É o tipo de ameaça que costuma ser enviada por e-mail ou em websites falsos. Basicamente, uma pessoa clica em um desses links, fornece informações sensíveis sobre a empresa e dá acesso para que os cibercriminosos atuem dentro do sistema.  – Malware – São softwares maliciosos que podem infectar um computador, causando dano ao sistema, roubando informações confidenciais ou abrir as portas para acesso não autorizado. Um dos métodos mais comuns é o ransomware: que consiste no sequestro de dados empresariais, exigindo o pagamento de um resgate para devolvê-los.  – Ataques internos – Colaboradores mal-intencionados ou até mesmo sem o conhecimento técnico podem permitir o acesso a dados sensíveis, abrindo brechas para os ataques cibernéticos.  O foco dos criminosos ao obter dados sensíveis de empresas é impedir a continuidade de suas operações, o que, em muitos casos, é um prejuízo financeiro e de reputação maior do que do próprio ataque cibernético na logística.  Boas práticas da segurança cibernética na logística  Além dos riscos operacionais, custos de investimento, danos de reputação, um ciberataque pode gerar a aplicação de multa às empresas, especialmente se houver vazamento de dados confidenciais de clientes. Nesse contexto, o desafio das empresas está em criar mecanismos para ampliar a sua proteção, tornando-se um fator de melhoria para o setor. Entre eles, é possível mencionar:  – Estabelecer protocolos claros de acesso ao sistema, limitando às informações essenciais ao trabalho e incluindo camadas adicionais de segurança, como a autenticação de dois fatores;  – Adotar sistemas capazes de registrar o histórico de acessos e as movimentações realizadas de forma individual, o que vai permitir identificar a vulnerabilidade em caso de ocorrência, além de monitorar as entregas;  – Investir em automação em operações específicas, reduzindo o risco do fator humano, que são determinantes nos casos de phishing, malware e ransomware;  – Realização de backups de informações de forma periódica e sistêmica, evitando que a operação da empresa possa ser comprometida em uma eventual ocorrência;  – Criptografar os dados para que, em caso de ataque, os cibercriminosos não tenham acesso a informações sensíveis da empresa e de seus clientes;  – Investir em treinamentos e capacitações para reduzir o risco do “fator humano” relacionado aos ataques cibernéticos.  É preciso que as empresas do segmento enxerguem o aporte de recursos neste tipo de prática como um investimento. Proteger os dados empresariais e de clientes precisa ser entendido como uma prioridade, sobretudo quando se considera os riscos existentes e relacionados à segurança cibernética na logística, que podem comprometer toda a operação por tempo indeterminado.  Fale com um de nossos consultores e descubra como o NDD Frete contribui para proteger a sua operação logística! 

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Seis medidas para ampliar a sustentabilidade no transporte do seu negócio 

Da busca pela neutralização de carbono aos benefícios do transporte multimodal, descubra como o segmento de transporte pode ser mais responsável e reduzir o seu impacto ao meio ambiente  O segmento de transportes tem um grande impacto em todo o globo. Dados da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) estimam que o setor responde por 24% das emissões de CO2 de combustíveis fósseis. O segmento ainda representa cerca de 57% da demanda de óleo e 28% do total de energia consumida no globo.  Não à toa, o transporte está diretamente relacionado a pelo menos cinco Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas. São eles: Saúde e bem-estar; energia limpa e acessível; indústria, inovação e infraestrutura; cidades e comunidades sustentáveis; e consumo e produção responsáveis.  No entanto, é preciso aliar as eventuais mudanças voltadas à sustentabilidade no transporte de forma estruturada e sem afetar a cadeia de negócios global. Nesse contexto, há alguns processos ocorrendo para reduzir este impacto do setor para o meio ambiente.  O NDD Cargo i-Comprova é um grande apoio das empresas de transporte pelas funcionalidades para a melhora do processo de entrega. Saiba mais!  1. Neutralização de carbono – É o processo pelo qual uma organização visa combater as emissões de efeito estufa de sua operação de maneira voluntária. Entre as atividades que impactam o meio ambiente, estão o consumo energético e os transportes realizados. Cada vez mais, há o entendimento de que a responsabilidade de uma empresa vai além do aspecto econômico e deve integrar o meio ambiente e a sociedade, seguindo os pilares de ESG – governança ambiental, social e governança, na sigla em inglês.  2. Veículos elétricos e híbridos – A presença dos veículos totalmente elétricos, dos híbridos e a maior presença dos biocombustíveis parece ser um caminho inevitável rumo à neutralização de carbono. Entretanto, existem desafios a serem superados. “Há incertezas acerca do ritmo da transição energética, da entrada de inovações e mesmo de definição das rotas tecnológicas hegemônicas no futuro”, diz a EPE.  É preciso encontrar o equilíbrio entre a segurança energética, a sustentabilidade socioambiental e os custos de operação do setor. Isso reverteria de forma global para o planeta, mas, em especial, nas grandes metrópoles, onde o impacto da poluição é maior.  3 – Implantação de biocombustíveis – A ONU estima que entre 20% e 30% das doenças respiratórias estão relacionadas à poluição atmosférica. O Ministério da Saúde projeta que 50 mil pessoas perdem a vida todos os anos no Brasil devido à poluição. Os biocombustíveis – como o biodiesel e etanol – reduzem as emissões de carbono em até 94% comparado aos combustíveis fósseis. Recentemente, o Brasil ampliou a mistura obrigatória do biodiesel – quantidade no Diesel – de 10% para 12%.  4 – Logística reversa em destaque – Conforme explicamos neste artigo do blog, a logística reversa consiste em ações, procedimentos e meios de viabilizar a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial. Dessa forma, fecha-se o ciclo, seja pelo reaproveitamento ou dando a destinação adequada. Reduzir o volume de resíduos gerados impacta diretamente na saúde do planeta, e, ao mesmo tempo, na sustentabilidade no transporte.  5 – Transporte mais eficiente – Essa busca por um transporte mais eficiente, por vezes, é entendida como logística verde. Entre as medidas adotadas estão:  – Otimizar a frota, tirando o melhor proveito do espaço dos veículos;  – Busca por combustíveis alternativos;  – Investimento em pesquisa para uso de embalagens retornáveis ou facilmente recicláveis;  – Aprimorar o consumo de energia elétrica, tirando o melhor proveito de recursos naturais, como a luz solar e o vento;  – Incrementar o planejamento dos armazéns e dos estoques em centros de distribuição, reduzindo a necessidade de deslocamentos;  – Aplicar tecnologias que melhorem as rotas, visando a redução no tempo de entrega e do consumo de combustíveis.   Abordamos a diferença da chamada logística verde para a reversa neste artigo do blog.  6 – A força do transporte multimodal – Veículos de maior porte, como os caminhões, causam um impacto maior do que os carros para entregas em cidades ou do que trens e navios, pensando na logística de longa distância. No quesito logística urbana, há diversas soluções criativas sendo adotadas para tornar este processo mais efetivo, como explicamos neste artigo do blog. Entre as medidas, encontram-se armários estrategicamente próximos ou dentro de estações de metrô ou terminais de ônibus.  Fale com um de nossos especialistas e conheça os diferenciais do NDD Cargo i-Comprova e como a melhoria de gestão pode impactar na sustentabilidade no transporte. 

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Logística urbana: a importância da gestão para lidar com as entregas em grandes cidades 

A operação logística em grandes cidades é um dos desafios das organizações, o que se torna mais eficiente com iniciativas criativas na relação com o poder público, assim como melhoria de gestão  A criatividade está sendo importante para lidar com os desafios de realizar entregas em grandes cidades. É importante encontrar soluções nesta área, especialmente pelo fato de o maior volume de entregas serem nestas localidades, onde se concentra boa parte da população do Brasil.  Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) corroboram o conceito de que as grandes cidades aglomeram a população do país. Quase um terço da população do Brasil – cerca de 32% – se concentrava em 49 municípios do país com mais de 500 mil habitantes. Por outro lado, 3,7 mil municípios – o equivalente a quase 68% do total do país – somam menos de 15% da população.  Quando se analisa apenas as capitais, a soma de todas elas – incluindo o Distrito Federal – engloba mais de 50 milhões de habitantes, chegando a cerca de 24% da população do país. Esse contexto aliado à ampliação do comércio eletrônico faz com que a logística urbana se torne um grande desafio para as empresas do país, especialmente no atendimento B2C – voltado ao consumidor final.  Nos últimos anos, o e-commerce brasileiro teve faturamento recorde, especialmente após a pandemia, que obrigou muitas pessoas a terem a primeira experiência de compra digital. Além disso, a difusão do Pix fez com que muitas pessoas se sentissem mais tranquilas na aquisição das soluções digitais em função do receio de uso de cartão de crédito.  Gerencie as suas entregas de maneira simples e efetiva com o NDD Cargo i-Comprova, incluindo as exigências legais.  Opções na logística urbana  Conforme demonstramos no último artigo, algumas opções de melhora na logística urbana dependem do apoio das cidades ou mesmo de parceria com outras instituições. Algumas opções que requerem ajustes de legislação ou acordos com o poder público são:  – Drones – Haverá necessidade de regulamentação municipal sobre o tema. Contudo, já mostramos como esta tecnologia e dispositivos podem tornar a logística urbana mais efetiva neste artigo do blog.  – Estações de entrega em locais estratégicos – Em geral, grandes cidades contam com estações de metrô ou terminais de ônibus, que concentram o trânsito de pessoas. Muitas organizações estão investindo em armários ou estações eletrônicas que permitem a retirada nesses locais, mediante um código de acesso.  – Circulação de veículos pesados em horários de menor demanda – Depois do horário de pico, de madrugada ou no meio da tarde… Algumas cidades estão liberando o uso desses veículos nesses horários, o que torna o processo de entrega mais simples sem interferir na rotina do dia a dia.  Com as grandes novidades e popularização de tecnologias, não é de se estranhar que novas possibilidades surjam para tornar a logística urbana mais efetiva, especialmente em acordos e interação entre as empresas do segmento com o poder público e outras organizações. Tudo isso visa reduzir os custos e facilitar o planejamento da última milha.  A importância da gestão  Sejam drones, armários em estações de metrô ou novidades futuras, elas só se tornam efetivas e solucionam problemas na logística urbana se forem acompanhadas de gestão. Nesse contexto, é preciso que existam soluções voltadas à administração das entregas, com um planejamento adequado e monitoramento para garantir o sucesso nas grandes cidades.  Além do acompanhamento das entregas em tempo real, que traz transparência ao cliente e ao próprio negócio, essas soluções precisam se adequar às exigências legais, como a garantia do armazenamento de comprovantes pelos períodos estabelecidos por lei.  Um outro ponto fundamental nas grandes cidades é a melhoria da comunicação entre as organizações e as transportadoras. Por mais eficiente que seja um planejamento, as cidades contam com vida própria, o que pode interferir na roteirização. Por isso, a existência de aplicativos e a melhoria da interação garante mais eficiência para o cumprimento de prazos.  Aumente a inteligência do seu negócio nas entregas urbanas com o NDD Cargo i-Comprova, dando tranquilidade e mais capacidade de monitoramento, além de interagir com as novas soluções de logística urbana. 

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Quais são as tecnologias emergentes na logística? 

O setor está em um momento no qual oportunidades surgem a partir da inclusão de tecnologias, que conseguem superar desafios que poderiam parecer intransponíveis para o segmento  O segmento de logística parece ter ficado em um segundo plano quando se tratava do investimento em novas tecnologias. No entanto, nos últimos anos, as companhias perceberam as vantagens da logística 4.0, que resulta de uma nova organização e visão a respeito do fluxo de processos do negócio. Na prática, as empresas apostaram em uma logística mais eficiente com o suporte da tecnologia.  Quando as organizações conseguem otimizar suas operações, elas minimizam os erros, reduzem custos e ampliam a qualidade dos serviços – independentemente de B2B ou B2C. O uso de tecnologias emergentes na logística busca tornar a comunicação mais eficiente, padronizar processos e atender às novas exigências e expectativas dos clientes.  Mas quais são as tecnologias emergentes na logística?  Aumente a inteligência de suas entregas com o NDD Cargo i-Comprova. Descubra os benefícios de contar com a solução em seu negócio!  1) Logística na nuvem – Antes de entrarmos em aspectos visíveis para os clientes, é preciso entender que uma logística eficiente depende das tecnologias e do cuidado relacionado aos aspectos internos. A nuvem simplifica as operações, a migração e o processamento de dados da logística 4.0.  2) Internet das Coisas – A segurança, flexibilidade e disponibilidade da nuvem é uma das premissas para a evolução da Internet das Coisas (IoT): ou seja, quando os dispositivos trocam informações entre si. A mensuração de dados desta relação resulta em novos insights para tornar o processo logístico ainda mais eficiente tanto na parte de dentro dos armazéns quanto na que o consumidor sente na prática.  3) Inteligência artificial – Tecnologias como nuvem, internet das coisas e blockchain resultam em uma otimização de processos internos dentro de um sistema de gestão de transporte (TMS). Contudo, a IA permite ampliar a previsão da operação, quedas ou aumentos de estoque e tornar todo o processo mais eficiente.  4) Aplicação de dados – O Big Data não é uma tecnologia nova, mas ainda vai evoluir bastante, especialmente para garantir a operação fluída dos dois itens anteriores.  5) Automação por meio de robôs – A conexão de dispositivos via internet das coisas e a inteligência artificial permitem até mesmo uma automação interna com o uso de robôs. Dessa forma, toda a operação em um centro de distribuição ou armazém é automatizada, garantindo a maior eficiência e velocidade possível do processo. Os drones podem fazer parte deste processo – e até mesmo na entrega ao cliente.  6) Caminhões autônomos – Uma das possibilidades futuras é a adoção de caminhões autônomos, como mostramos neste artigo. Eles são uma consequência direta da inteligência artificial, que necessariamente será aplicada a esses veículos.  7) Blockchain – É uma tecnologia ainda pouco compreendida por muitas pessoas. Trata-se de um mecanismo público para monitorar transações e a movimentação de itens em tempo real. Cada transação é um bloco único dessa cadeia, que forma o blockchain – cadeia de blocos, em tradução livre.  Trata-se de uma das tecnologias emergentes na logística pelos ganhos no monitoramento de envios e carregamentos, além de otimizar e dar eficiência aos contratos. Com isso, ganha-se mais segurança e transparência.  8) Realidade aumentada e virtual – O uso de dispositivos capazes de ler códigos de produtos pode tornar muito mais ágil a busca por itens em um armazém, especialmente quando demandar a interferência humana. Isso vai ampliar a produtividade das empresas. E a realidade virtual vai permitir testar procedimentos e decisões antes de colocá-las em prática.  9) Impressão 3D – É uma das discussões a respeito da logística, especialmente de itens que podem ser reproduzidos fielmente. Com essa tecnologia, será possível reduzir o transporte de mercadorias e itens por longas distâncias, especialmente com um planejamento adequado da distribuição dessas fábricas.  Os clientes – sejam empresas ou o consumidor final – estão atentos e acompanhando a aplicação dessas tecnologias emergentes na logística em outros setores. Suas vidas estão sendo transformadas por elas. Com isso, passa-se a existir uma nova demanda pela presença dessas soluções nessas rotinas.  Fale com um de nossos especialistas e conheça os diferenciais do NDD Cargo. 

Artigos, Transportes e Logística

Tendências e desafios da logística urbana: como as cidades lidam com o transporte de cargas? 

Empresas estão buscando formas de otimizar a logística urbana em meio às mudanças de legislação propostas pelos municípios e as novas demandas de sustentabilidade  Os custos da entrega de produtos se escalonam nas grandes cidades. Conforme demonstramos neste artigo sobre a última milha, mais de 4 a cada dez empresas (42%) diminuíram as suas margens dessa etapa do processo de entrega. Uma das questões para isso está diretamente relacionada à logística urbana: ou seja, a busca de soluções para garantir eficiência nas entregas realizadas em metrópoles.  As barreiras da parte final da logística em grandes cidades são várias: rodízio de placas, dificuldades para estacionar, congestionamento, entre outras adversidades. Isso pode atrasar a chegada do produto, gerar uma experiência negativa para o cliente (caso não haja ninguém para receber no novo horário), além de retrabalho para os transportadores – o que demanda atenção à comprovação de entrega.  A alta densidade populacional, os congestionamentos e as dificuldades de deslocamento levam também municípios a criarem regras para impedir a circulação de veículos de maior porte em alguns locais, o que encarece e dificulta ainda mais a última milha. Por isso, algumas soluções criativas passam a ser discutidas para melhorar este processo, considerando também a segurança para garantir a entrega do item.  Esta busca por mais eficiência também leva em conta as questões de sustentabilidade e ambientais. Esta preocupação interfere tanto do ponto de vista das legislações municipais quanto por parte das organizações, dentro do conceito de ESG.  Tenha mais segurança de suas entregas realizadas nas grandes cidades com o NDD Cargo. Saiba como essa solução pode otimizar a sua operação!  Criatividade na logística urbana  As dificuldades existentes nas metrópoles estão exigindo das empresas o desenvolvimento de soluções para se manterem ágeis e garantirem uma boa experiência ao cliente. Essa criatividade, por vezes, exige investimentos em tecnologia ou mesmo ajustes da perspectiva de fluxos, de operação e logística, considerando as características de centros urbanos.  O principal desafio está em garantir uma operação mais fluida, reduzindo o volume de carros envolvidos nas entregas. Essa prática demanda, porém, um planejamento mais eficiente, com roteirização e cumprimento de horários.  Além disso, as soluções precisam respeitar a legislação de cada município. Questões como rodízio de veículos, pedágio urbano e outros aspectos são cada mais tratados como prioridade nas cidades, visando organizar a fluidez de tráfego. O dever das empresas é acompanhar e participar dessas discussões, apresentando a sua perspectiva sobre a logística urbana.  Algumas das soluções viáveis são:  – Drones – Embora ainda não esteja regulamentado em muitos países ou cidades, os drones aparecem como uma solução para a logística urbana. Eles serão fundamentais para reduzir os custos operacionais nas grandes cidades e também são vistos como benéficos sobre a ótica de sustentabilidade: afinal de contas, são elétricos, o que reduz o consumo de combustível. Abordamos este tema neste artigo do blog.  – Pontos de entrega estratégicos – Se você se desloca de transporte público, a mercadoria estar em um armário em um shopping ou até mesmo no metrô, seria uma solução inteligente, não? Muitas empresas estão adotando essa prática, enviando senhas e códigos para a retirada dos produtos. Dessa forma, sob a perspectiva da organização, concentram-se entregas em um ponto focal, o que reduz custos.  – Centros de Distribuição urbanos – Em metrópoles como São Paulo ou Rio de Janeiro, o deslocamento entre as zonas sul e norte pode ser mais longo do que rodar 100 ou 200 kms em uma entrada. Nesse contexto, o uso de centros de distribuição urbanos pode ser uma estratégia inteligente para otimizar a logística urbana.  Nesses casos, por serem realizados deslocamentos mais curtos, o uso de veículos menores ou até mesmo de bicicletas (ou e-bikes) pode ser incorporado à rotina empresarial, o que reduz a emissão de carbono por parte da empresa, seguindo as boas práticas ambientais.  – Entregas em horários de menor demanda de trânsito – De noite, de madrugada ou fora do horário de pico… Sim, discute-se já o uso de entregas noturnas, tirando veículos de grande porte de circulação nos fluxos de maior movimento. Essa prática pode ser adotada para entregar direto ao cliente, em armários ou no deslocamento entre centros de distribuição.  Porém, vai depender da anuência do consumidor. Nem todos os clientes contam com portaria 24 horas para recepcionar itens fora dos horários comerciais.  – Logística colaborativa – Empresas do segmento de transporte podem se unir para desenvolver uma logística colaborativa, o que reduz os custos do frete e otimiza as entregas. É possível pensar em aplicativos ou até mesmo o pagamento a pessoas físicas para executar as entregas de forma inteligente.  A logística urbana se tornou um desafio pelas exigências de consumidores, de legislação e de sustentabilidade. Com o uso adequado da tecnologia, é possível encontrar soluções nesta área.  Fale com um de nossos especialistas e conheça os diferenciais do NDD Cargo. 

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Aumente a eficiência no pagamento de vale-pedágio com o free flow 

A nova modalidade de pedágio testada no país oferece benefícios para o uso de tags eletrônicas, como descontos ao quitar o pagamento da tarifa  A exemplo do que já ocorre em outros países, o Brasil está experimentando o pedágio free flow em um teste realizado na Rodovia Rio-Santos, conforme demonstramos neste artigo. A modalidade oferece vantagens aos envolvidos no segmento logístico brasileiro, incluindo os motoristas que podem ter mais comodidade e ganho de tempo em viagens, especialmente se apostarem nas tags eletrônicas.  O pedágio free flow permite a todos os condutores não serem cobrados nas praças de pedágio tradicional: aqueles sem a tag eletrônica devem fazer o pagamento de sua tarifa por meios ofertados pela concessionária, enquanto o dispositivo faz essa gestão de forma automática, reduzindo os riscos de não pagamento, o que implica em multa e pontos na CNH do condutor.  Para o segmento logístico, a adoção das tags eletrônicas nesse novo sistema se torna muito interessante, especialmente em relação à gestão do vale-pedágio. Por se tratar de uma obrigação a ser quitada de forma antecipada para desonerar o transportador, o uso desse tipo de dispositivo eletrônico aumenta a tranquilidade das empresas e de seus colaboradores ou parceiros.  Elimine os receios da gestão do vale-pedágio, mesmo com as inovações propostas pelo free flow, com o NDD Cargo. Conheça mais sobre a solução!  As vantagens das tags eletrônicas  Neste artigo, já apresentamos as seis principais vantagens do uso das tags eletrônicas no pagamento do pedágio, apontada como uma das melhores opções para quitar estes valores. São elas:  – Aceitação completa em todas as praças de pedágio do país;  – Produtividade e economia, especialmente por não ter que parar nas cabines de pedágio;  – Conveniência tanto para o embarcador quanto para o transportador;  – Melhoria de gestão, com mais capacidade de roteirização, transparência e controle;  – Flexibilidade, permitindo o ajuste de rotas em caso de interrupções no roteiro planejado anteriormente;  – Compliance, evitando multas e sanções.  A adoção de tags eletrônicas para o vale-pedágio com o free flow, no entanto, pode trazer outros benefícios às empresas e aos motoristas em geral. Dentro desta modalidade de pagamento, abre-se a possibilidade da oferta de descontos para veículos que trafegam fora dos horários de pico ou em dias de menor movimento.  As informações da concessionária que opera o experimento no Brasil são de que as reduções podem variar de 5% a 70% para os veículos que adotarem o vale-pedágio com o free flow. Ou seja, além dos ganhos mencionados acima, existe a possibilidade real de obter descontos na quitação do pedágio a partir do uso deste tipo de tecnologia, otimizando os custos empresariais no frete.  Em outros países, é comum que os pedágios free flow tenham tarifas máximas e, de acordo com o volume de veículos monitorados, elas vão sendo reajustadas ao longo do período. Este planejamento e controle torna-se muito mais eficiente por parte da concessionária e das agências reguladoras a partir do monitoramento do volume de tráfego e de sistemas automatizados para este propósito.  Dentro do experimento do pedágio free flow brasileiro, existe a possibilidade de ajustes tarifários em fins de semana e em feriados nacionais, por exemplo. Trata-se de um mecanismo adotado para incentivar motoristas a buscarem horários alternativos para viajarem, o que pode diluir o tráfego e reduzir congestionamentos e os riscos de acidentes.  Vale ressaltar que a possibilidade de descontos é possível apenas com o uso das tags eletrônicas, o que amplia a adoção dentro da tecnologia free flow.  A adoção de tags eletrônicas para o pagamento do pedágio no free flow garante o cumprimento do compliance relacionado ao vale-pedágio e uma gestão financeira mais eficiente, o que beneficia tanto a empresa quanto os transportadores. Conheça os diferenciais do NDD Cargo para o seu frete! 

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Saiba o que é pedágio free flow 

Em operação na Rodovia Rio-Santos, o pedágio free flow, que segue o modelo recorrente em outros países, está em teste, trazendo diversos benefícios para todos os envolvidos na operação  O primeiro pedágio free flow já está operando no Brasil na rodovia Rio-Santos entre o Rio de Janeiro e Ubatuba (SP), depois da regulamentação pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) por meio da Resolução nº 984/2022. A norma estabelece a implementação do “sistema livre de passagem em rodovias e vias urbanas” e os “meios técnicos para garantir a identificação dos veículos”.  O pedágio free flow consiste em um método de pagamento automático que dispensa a necessidade das tradicionais praças de pedágio, suas cancelas e uma parada ou redução de velocidade obrigatória. O motorista simplesmente segue o seu itinerário previsto, enquanto câmeras e sistemas específicos conseguem identificar os veículos e fazer a cobrança de forma automática.  No caso da Rio-Santos, as cobranças estão sendo executadas em três pontos: nos quilômetros 414 em Itaguaí, 447 em Mangaratiba e 538 em Paraty. Existe um pórtico composto por câmeras, sensores e antenas capazes de identificar os veículos – mesmo em condições de baixa visibilidade.  Esses sensores adotados no pedágio free flow são capazes de identificar largura, comprimento e altura de veículos – especialmente os caminhões mais pesados – e a sua quantidade de eixos rodantes e suspensos para determinar o valor do pedágio.  A Resolução do Contran especifica que a identificação dos veículos será feita por meio da tecnologia OCR (Optical Character Recognition – ou reconhecimento de caráter óptico), capaz de identificar a placa do veículo e já usada com frequência em diversos setores.  A adoção de tags eletrônica segue válida, garantindo a passagem por todas as praças de pedágio do país, inclusive os free flow. Veja seis vantagens de adotar este dispositivo neste artigo do blog.  Centralize as despesas de viagem, inclusive os gastos com o pedágio free flow em uma solução sob medida como o NDD Cargo. Conheça as funcionalidades!  Os benefícios  O pedágio free flow segue um modelo já adotado em diversos países. Os propósitos com a nova tecnologia são trazer ganhos aos envolvidos, incluindo os condutores. Entre as vantagens listadas, encontram-se:  – Mais comodidade – Em vez do pagamento na cancela, muitas vezes apenas em dinheiro vivo, é possível optar pelo formato mais adequado.  – Ganho de tempo – As praças de pedágio costumam ser pontos de congestionamento recorrentes em estradas, o que pode diminuir com a nova tecnologia.  – Liberdade de gestão – Em muitos países, os valores de cobrança variam conforme o movimento e os horários de uso de estrada. A forma de operação do pedágio free flow traz uma liberdade na gestão das rodovias, que pode incentivar o uso em diferentes horários, diluindo o tráfego.  – Economia de combustível – A necessidade de não diminuir a velocidade ou parar em filas para o pagamento contribui para a redução do consumo de combustível.  Necessidade de pagamento do pedágio  O teste realizado na Rio-Santos permite que os condutores com tags já façam o pagamento de forma automática. Para aqueles que não detém a facilidade, há a necessidade de entrar em um site — https://freeflowpagamento.ccrriosp.com.br/ –, no qual se insere a placa do veículo, data e período de passagem. Na sequência, é possível obter as faturas e fazer o pagamento.  Em caso de descumprimento ou de atraso no pagamento do pedágio, o motorista receberá uma infração grave, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos em sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH), conforme previsto no artigo 209-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).  Aumente a inteligência do seu negócio na estrada com o NDD Cargo, trazendo tranquilidade no pagamento do vale-pedágio, mesmo com as novas regras e possibilidades do pedágio free flow.  Fonte Imagem: Reprodução/CCR RioSP

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Transformação digital facilita o dia a dia de quem atua com transporte

Ferramentas garantem mais controle por parte das empresas, mas, ao mesmo tempo, oferecem inúmeros benefícios para os condutores, assim como histórico de dados para a tomada de decisões Sete em cada dez empresas do país aumentaram seu foco estratégico e investimento em transformação digital, segundo o Barômetro de Confiança da EY – Global Capital Confidence Barometer 2021. Não é segredo que a pandemia foi uma impulsionadora para muitos executivos e organizações que tinham o interesse em fazer esses aportes nos próximos anos.  Normalmente, relaciona-se à transformação digital para as empresas e profissões que passam parte do dia em frente a computadores, notebooks ou smartphones, em posições de analistas ou gestores de times, visando tomar decisões mais inteligentes. No entanto, profissões consideradas mais “físicas” ou “braçais”, como a de motorista, também foram beneficiadas por essa transformação.  Na realidade, o trabalho desenvolvido por esses profissionais que estão atrás dos computadores visa beneficiar o cliente final – e, em última análise, reflete na parte intermediária da cadeia, que, no caso da gestão de frete, são os responsáveis pelo transporte. A adoção de diversas tecnologias simplificou a atuação desses profissionais, mas, simultaneamente, aumentou sua responsabilidade e o rastreamento.  Inteligência e monitoramento  Em um contexto de aumento dos preços de combustíveis, obter sucesso na economia desses insumos é fundamental. É preciso somar esforços para atingir esses resultados: em uma ponta, o uso de roteirizadores para descobrir os trajetos mais eficientes e ganhar inteligência; na outra, os motoristas conduzindo de forma apropriada.  Confira algumas ferramentas que tornam este trabalho mais eficiente:  1 – Aumento de inteligência – Os roteirizadores traçam os melhores caminhos de um ponto a outro. Eles podem se basear no total de gastos de um trajeto, no consumo de combustível, no tempo estimado de viagem, entre outros aspectos, conforme explicamos neste artigo.  2 – Documentações em dia – Para um condutor, ser parado na estrada por algum problema de documentação é uma situação atípica, pois resulta em atrasos e dores de cabeça que precisam ser solucionadas. As ferramentas fiscais integradas ao planejamento garantem que toda a documentação seja checada antes do início da viagem, evitando problemas no frete, como o Documento Eletrônico de Transporte (DT-e).  3 – Mais segurança – Atualmente, os veículos têm sensores de GPS, que permitem o seu acompanhamento em tempo real. Da mesma forma, os próprios condutores contam com smartphones (próprios ou da empresa), que também podem ser monitorados. Isso aumenta a segurança do profissional em seus deslocamentos do dia a dia.  4 – Rastreamento eficiente – Se aumenta a segurança, esses sensores também ampliam a capacidade de monitoramento das empresas. Nesse contexto, o profissionalismo dos motoristas é fundamental ao respeitar o limite de velocidade, o roteiro traçado pela empresa, as paradas obrigatórias, entre outros pontos.  5 – Abastecimento seguro e econômico – O rastreamento da empresa e o fato de o condutor seguir as regras resulta em economia. Além disso, o abastecimento digital em parceria com a empresa dá tranquilidade para que o motorista possa abastecer sem ter que carregar grandes volumes de dinheiro ou até mesmo o uso de um cartão.  Em muitos casos, essa estratégia garante preços mais baixos, algo fundamental em um contexto de aumento de preços, e que pode ser monitorado pela empresa em tempo real.  6 – Previsão de manutenções – Imagine que um caminhão gastava certa quantia de combustível em um deslocamento comum e, na última viagem, houve uma diferença para cima. Esse histórico permite à empresa fazer análises e manutenções necessárias, o que também beneficia o condutor, que conta com um veículo vistoriado e seguro.  7 – Menos tempo na estrada – O uso de tecnologia, como as tags para pagamento do pedágio, reduz o tempo de deslocamento nas rodovias. Essa ferramenta diminui as paradas em filas nas praças, tornando as jornadas menos estressantes – e permite um controle efetivo por parte da companhia.  Essas modificações são importantes sob a ótica corporativa, mas também beneficiam o profissional no ponto de vista pessoal. A melhoria da infraestrutura das estradas e a ampliação das torres de telefonia permite a esses profissionais um balanço mais efetivo entre a vida pessoal e profissional, algo que sempre foi uma das grandes dificuldades da categoria. Satisfaça a sua equipe de colaboradores com a tecnologia adequada para o seu trabalho. Fale com um de nossos especialistas sobre os diferenciais do NDD Cargo! 

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Descubra como a last mile na logística impacta o seu negócio 

A última milha consiste na etapa final da entrega, quando a mercadoria sai de um centro de distribuição e segue rumo ao cliente final e exige muita atenção das empresas  A last mile na logística sempre foi algo que chamou a atenção das companhias do setor e esta preocupação cresce na mesma proporção de uso do e-commerce. No Brasil, as compras online foram impulsionadas pela pandemia, que obrigou muitas pessoas a usarem essa modalidade, e ganhou o apoio do sistema de pagamentos instantâneos, o Pix, que se tornou o meio mais usado pelos brasileiros.  Pesquisa da consultoria Nielsen|Ebit mostrou que, em 2022, o e-commerce brasileiro teve um salto de 24% no número de consumidores e faturou R$ 262,7 bilhões – o que representa uma alta de 1,6% em relação ao ano anterior. Ocorre que, neste quesito, chegar ao endereço final passou a afetar diretamente os custos das empresas do segmento.  Conforme demonstramos neste artigo, a última milha ou last mile na logística consiste na etapa final da entrega, quando a mercadoria sai de um centro de distribuição e segue rumo ao cliente final, seja uma empresa (B2B) ou um cliente (B2C). Seu impacto costuma ser tão grande que muitas empresas sonham em adotar os drones para reduzir os seus custos.  Vale ressaltar que, dentro do setor, a first mile é entendida como a primeira etapa do processo de entrega: da fabricação até o centro de distribuição. A middle mile se refere à saída do centro de distribuição até locais estratégicos – como armazéns ou pontos de venda – , de onde serão entregues ao consumidor, no que se convencionou chamar de last mile na logística.  Descubra como o monitoramento em tempo real pode contribuir para garantir o gerenciamento de entregas e reduzir o custo da última milha. Conheça o NDD Cargo i-Comprova!  O impacto da last mile na logística  Nesse contexto, a last mile na logística gera muitos impactos diretos para as empresas do setor. Uma pesquisa realizada pela consultoria Statista estimou que o custo médio da última milha era US$ 10,1 por pacote. Em alguns casos, este valor chega a representar mais de 50% do custo total do frete – sendo que, em boa parte deles, não era repassado na integralidade aos consumidores.  Outro estudo realizado pela Eyefortransport mostrou que as margens relacionadas à última milha para as empresas do segmento diminuíram em 42% dos casos. Em 41%, mantiveram-se da mesma forma; enquanto 17% conseguiram ampliar seu ganho. Os custos, em geral, crescem devido a três fatores, que interferem diretamente no custo e na forma como os consumidores enxergam a empresa:  1 – Entregas no mesmo dia – Muitas pessoas migraram para o e-commerce pela facilidade e rapidez de entrega, o que inclui essa possibilidade, que incrementa a experiência dos consumidores.  2 – Frete grátis – Outro fator que facilitou a busca pelo comércio eletrônico, visto que a entrega se torna gratuita. É comum que muitos negócios estabeleçam valores mínimos para garantir o frete grátis, mas, ainda assim, é um custo adicional para as empresas do setor.  3 – Entregas sem sucesso – Esse é um aspecto fundamental no custo da last mile na logística. Há todos os valores, planejamento e mão de obra disponibilizada para este fim que acaba exigindo retrabalho. Em muitos casos, a ineficiência da entrega se deve aos atrasos, que impedem que as equipes cheguem ao cliente dentro dos horários estipulados na compra.  Qual a importância da última milha?  Visando oferecer experiências satisfatórias e o propósito de fidelizar os consumidores, os negócios costumam ter grande preocupação com a entrega – até mesmo porque será a única experiência física do cliente com a marca em compras online. Em muitos casos, a capacidade logística de um negócio pode ser a diferença ao escolher uma empresa.  Os clientes esperam conveniência, bom atendimento, transparência e cumprimento de promessas. Esses quatro pontos só conseguem ser atendidos mediante uma otimização eficiente da last mile na logística. Por isso, nas compras online, é comum que os prazos de entrega sejam um critério de escolha adotado por muitos consumidores.  Trata-se de um grande desafio para as organizações, pois a última milha conta com muitos fatores que podem interferir no resultado, especialmente nas grandes cidades do país. Nelas, além do deslocamento para os centros de distribuição, é preciso considerar detalhes como onde estacionar, congestionamentos e tráfego carregado, entre outros pontos.  Este planejamento precisa envolver o estudo das rotas, um uso eficiente da frota em relação ao volume de entregas e boas estimativas de custos, além de questões de um ambiente sem controle, como atrasos por trânsito, manutenção, acidentes, entre outros pontos. Por isso, uma gestão mais eficiente e digital beneficia diretamente as organizações do setor, de acordo com este artigo do blog.  Nesse contexto, garantir uma boa experiência – com a entrega nos prazos estipulados – faz com que muitos clientes voltem a fazer negócios com uma empresa.  Você quer manter os diferenciais do seu negócio e se destacar para os seus clientes? Descubra como o monitoramento em tempo real e comprovação digital do NDD Cargo i-Comprova podem levar sua empresa ao próximo nível de satisfação dos clientes. 

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Como ter uma gestão mais eficiente com a comprovação de entrega? 

Modificação da legislação, evolução da tecnologia, maior confiança no e-commerce e no Pix exigem uma administração ainda mais cuidadosa do e-commerce, incluindo a comprovação de entrega  Em 2022, o e-commerce brasileiro vendeu quase R$ 170 bilhões, um crescimento de 5% em relação ao ano anterior. O total de pedidos registrados foi de R$ 368,7 milhões, com um tíquete médio de R$ 460 por cliente. Os dados são da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e indicam que o comércio virtual já representa 10% de todo o varejo nacional.  A performance em 2022 tem um ponto importante, especialmente pelo fato de muitas pessoas que passaram a comprar online em meio à pandemia terem mentido esse hábito. E um dos fatores essenciais para ter sucesso nesta empreitada é superar os desafios logísticos do e-commerce, o que necessariamente implica a transparência com o cliente e uma comprovação de entrega eficiente.  Um dos fatores por trás da expansão do e-commerce foi a adoção em massa do Pix, o método de pagamento instantâneo que foi amplamente adotado pelos brasileiros. O seu uso de forma constante exige ainda mais organização da questão logística, pois o pagamento é recebido na hora – e não há risco de fraude, como com os boletos bancários – e pode ser enviado de forma imediata.  Nesse sentido, não é novidade que muitos negócios estão investindo em mecanismos para melhorar a sua comprovação de entrega, o que gera vantagens tanto para os transportadores quanto para os embarcadores.  Não sabe o que é o comprovante de entrega eletrônico? Saiba tudo sobre este documento fiscal em nosso guia!  Mas quais são os benefícios?  Sem uma comprovação de entrega em um sistema especializado, ocorrências como atrasos, extravios e erros, que interferem na experiência de compra, são muito comuns. Uma comprovação de entrega basicamente coloca o segmento de logística no mundo digital: é possível monitorar e acompanhar em tempo real o deslocamento de cada caminhão e mercadoria até chegar ao seu destino.  Como demonstramos neste artigo do blog, o comprovante de entrega gera vantagens a todos os envolvidos e foi uma evolução dos documentos fiscais para as empresas logísticas. Isso abre inúmeras possibilidades:  – Acompanhamento em tempo real – Informações fluem com naturalidade no processo digital, permitindo ajustes de rotas e correções, além da comunicação imediata ao cliente. A geolocalização também auxilia em ocorrências que fujam do padrão (acidentes, roubos, desvios, entre outros).  – Otimização de rotas – A geolocalização, a experiência e o cruzamento de dados permitem um planejamento de rotas muito eficiente.  – Melhor comunicação com os motoristas – Com o uso de aplicativos, é possível que os motoristas informem a respeito de ocorrências ou dificuldades, tornando o processo benéfico também aos transportadores.  – Mais agilidade e eficiência – O planejamento, o monitoramento e a comunicação resultam em mais agilidade na entrega e redução dos problemas recorrentes mencionados anteriormente, como equívocos e extravios.  – Menos custos – Uma operação mais eficiente e veloz é, em última instância, mais barata, já que se faz um uso mais inteligente dos recursos disponíveis.  – Comprovação de entrega – Antes, a comprovação só era válida mediante assinatura de um canhoto em papel. Ou seja, só era possível dar baixa da entrega e informar o consumidor após o recebimento deste documento físico. Desde 2020, porém, o canhoto digital ganhou validade jurídica e modificou a agilidade e o acompanhamento deste processo.  – Atendimento ao cliente – Em um período no qual a experiência de compra se torna fator decisivo, comunicar-se imediatamente com o cliente, informar perspectivas de entrega e até mesmo antecipar possíveis atrasos torna-se um diferencial.  É impossível dissociar a eficiência do setor logístico do investimento em tecnologia e do uso de ferramentas especializadas para esta finalidade. Este embasamento permite aos gestores e aos responsáveis tomarem decisões de modo mais estratégico, privilegiando a velocidade e o atendimento ao consumidor.  Se a legislação foi alterada de modo a trazer mais agilidade e transparência ao setor, permitindo a comprovação de entrega digital, os negócios logísticos precisam se aproveitar desta oportunidade para se destacar perante a concorrência.  O NDD Move é uma solução sob medida para gerenciar entregas, com monitoramento em tempo real e comprovação digital. Entre em contato e solicite uma demonstração! 

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Descubra o que significa o termo paperless na logística 

O direcionamento para a eliminação do papel no setor parte tanto das empresas quanto dos órgãos fiscalizadores, o que simplifica a gestão e aumenta o potencial da tecnologia  Você está familiarizado com o termo “paperless”? Sabia que o paperless na logística é cada vez mais recorrente? Antes de responder a essas questões, é preciso partir do princípio.  O que é paperless? O propósito por trás deste termo é eliminar o uso de papéis nas empresas. Trata-se de uma consequência direta da transformação digital, que foi potencializada em meio à pandemia. A dificuldade de pessoas se encontrarem e dividirem os mesmos escritórios fez com que documentos digitais se tornassem uma regra para manter os negócios operando.  Por motivos variados – que vão desde as questões ambientais, passando pelo aumento de produtividade, pela redução de tempo no processamento de documentos e até mesmo pelo compliance –, muitos negócios já buscavam a ampliação de procedimentos e fluxos de informação totalmente digitais.  Em alguns casos, essa demanda parte, inclusive, dos órgãos reguladores. No Brasil, por exemplo, ao longo das últimas duas décadas, ocorreu um forte movimento pela digitalização de informações, em uma evolução dos documentos fiscais. Essa mudança beneficia os negócios pela redução de burocracia e torna o trabalho de fiscalização do governo mais efetivo e correto.  Na esteira dessa mudança de termos regulatórios, o paperless na logística também passou a se disseminar cada vez mais. Embora ainda existam documentos obrigatórios para o transporte físico, essas demandas se tornam menores. Dependendo do tipo de frete e de negócios, há uma infinidade de documentos obrigatórios que precisam ser carregados no transporte de cargas e similares.  Entre eles, é possível destacar:  CIOT – Código Identificador da Operação de Transporte;  VPO – Vale-pedágio obrigatório;  NF-e – Nota Fiscal Eletrônica;  MDF-e – Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais;  CT-e – Conhecimento de Transporte Eletrônico;  DANFe – Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica;  DACTe – Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico;  DAMDFe – Documento Auxiliar do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscal;  DACTe OS – Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico para Outros Serviços.  Conforme demonstramos neste artigo, três dos principais documentos listados acima – DACTe, DAMDFe e DACTe OS – não precisam ser mais carregados de forma impressa. Trata-se de mais uma mudança em direção ao paperless na logística.  Descubra como o NDD Cargo i-Comprova facilita o processo para o paperless na logística. Conheça mais sobre a solução!  Por que o paperless na logística é benéfico?  Um dos aspectos mais importantes de um negócio é conseguir a otimização do tempo e fazer mais com menos. Por isso, a adoção do paperless na logística costuma gerar diversos benefícios, dentro do contexto de transformação digital no segmento logístico.  – Mais agilidade – Documentos impressos pressupõem mais um processo dentro do fluxo de rotinas adotado pelas empresas e muitas conferências: afinal de contas, não pode ser rapidamente corrigido. Se houver erro no documento, é possível que todo o transporte de mercadorias sofra as consequências.  – Redução de riscos de extravio – Documentos físicos estão sujeitos a perdas e extravios ou podem ser molhados, impedindo a sua leitura.  – Melhoria da gestão – Com as informações digitalizadas, torna-se muito mais simples concentrá-las em um sistema. Os dados de cada frete podem ser acessados via internet ou em aplicativos específicos ou salvo em smartphones dos condutores antes mesmo de pegar a estrada. Esses documentos representam processos de compra e venda e dão segurança ao condutor, em caso de alguma fiscalização na estrada.  A concentração de informações em um local – normalmente um sistema de gestão dedicado a essas tarefas – facilita a gestão de todas as informações e a criação de um histórico importante para o negócio.  – Menos custos – Reduzir o volume de papéis impressos na rotina diária é benéfico do ponto de vista econômico. Por menor que seja este custo, trata-se de uma preocupação a menos para o setor. É claro que este investimento pode ser direcionado à criação de um fluxo de digitalização próprio, o que tende a dar mais velocidade a todo o processo.  – Mais produtividade – Com fluxos digitais ajustados, os colaboradores são capazes de produzir mais, reduzindo o volume de tarefas burocráticas em sua rotina. Isso permite que sejam direcionados para atividades estratégicas.  Seu negócio está interessado em investir em soluções voltadas a adotar um conceito paperless na logística? Solicite uma demo e conheça as funcionalidades do NDD Cargo i-Comprova! 

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7 dicas para ter mais performance logística 

Tecnologia tem importância preponderante, mas é preciso saber como investir nela e na melhoria dos processos para maximizar lucros e reduzir custos  Uma das afirmações mais comuns em relação à melhora da performance logística está no investimento em tecnologia. Mas não estamos falando de dispositivos super modernos em um primeiro momento, como o uso de drones de imediato ou trocar toda a frota de veículos por caminhões autônomos. Quando se fala em tecnologia, trata-se das ferramentas disponíveis para o planejar e executar o trabalho.  Vamos partir de um princípio: o que é alta performance logística?  Para responder essa questão, é preciso compreender diversos pontos. Um dos grandes desafios é evitar o retrabalho e reduzir os custos internos, tornando a empresa mais competitiva – em um cenário cada vez mais exigente tanto do ponto de vista de gestão interna quanto pressão de clientes.  Quando se fala de alta performance logística está se discutindo garantir qualidade de gestão de armazéns e de fornecedores, capacidade de planejamento de frotas e de rotas, atendimento de qualidade aos clientes (seja B2B ou B2C) e estudo para inovações futuras… Tudo isso maximizando os lucros e minimizando os custos.  Portanto, trata-se de um trabalho árduo, que envolve a capacidade de desempenhar com agilidade, eficiência e com menos custos. Nesse contexto, as novas tecnologias podem auxiliar, mas são aquelas plataformas de gestão (de estoque, de planejamento e de transporte, da cadeia) que vão trazer um novo olhar para o negócio e a identificação de oportunidades de melhoria.  Veja algumas dicas para melhorar sua performance logística.  Você sabia que o NDD Cargo i-Comprova aumenta a inteligência das suas entregas de forma digital e simples? Conheça mais sobre a solução!    1 – Entenda a sua operação  Para muitas empresas, este tipo de afirmação parece desnecessária. Mas o quanto se conhece sobre a sua operação? Como é a gestão de estoque? O planejamento do frete? A gestão dos documentos fiscais relacionados? Quanto tempo para um pedido ser aceito e dar início ao seu destino?  Essas são respostas objetivas que precisam ser conhecidas. Nesse sentido, o uso de soluções voltadas à análise de dados contribui na gestão global da operação e na melhora da performance logística.  2 – Avalie os seus processos  Cada setor e pessoas têm a sua responsabilidade. Mas quais são os fluxos adotados por eles? Ele é funcional? Nesta área, há dois caminhos: a automatização de tarefas repetitivas – o que é facilitado com a digitalização de informações – e focar no planejamento.  A automatização por si só permite aos colaboradores atuarem de forma mais estratégica e buscarem melhorias dos fluxos.  3 – Investir em bons parceiros  Se a tecnologia tem um papel importante, é fundamental escolher bem os parceiros de negócio. As ferramentas de gestão precisam entregar a capacidade de observar o negócio como um todo para melhorar a tomada de decisão. Isso vai permitir ter um controle de frotas mais eficiente ou mesmo ter mais subsídios para definir o valor de cada frete.  4 – Capacitação de colaboradores  De nada adianta ter as melhores tecnologias e ferramentas de gestão – recheadas de funcionalidades úteis –, se não houver sucesso em aplicá-las. Nesse sentido, o papel da empresa é investir em treinamentos e capacitações de seus colaboradores tanto em relação às suas obrigações profissionais quanto no melhor uso das tecnologias.  5 – Foco no cliente  Independentemente do seu segmento de atuação, se voltado ao consumidor final ou em um negócio entre empresas, o foco deve estar sempre no cliente. O desafio do setor logístico é garantir a entrega no prazo estipulado, com possibilidade de acompanhamento e com o cumprimento dos requisitos legais. A tecnologia e a gestão são suportes para se atingir este propósito.  6 – Manter um olho em seus concorrentes  Novas tecnologias e abordagens estão surgindo rapidamente. Um dos focos da empresa deve ser em ter um acompanhamento contínuo do seu mercado de atuação, visando identificar as formas de operação de seus concorrentes e as potenciais inovações que surjam. Com o foco na performance logística, boas ideias e bons procedimentos podem ser replicados.  7 – Investir a avaliação contínua  Todos os passos anteriores precisam ser devidamente monitorados de forma periódica para que se busque a maximização de resultados e diminuição de custos. Além disso, a avaliação precisa contemplar itens importantes:  – Cumprimento de prazos;  – Transparência com os clientes;  – Quais problemas têm ocorrido recentemente e como solucioná-los?  – Investir em monitoramento em tempo real dos fretes.  As possibilidades são inúmeras para melhorar sua performance logística, mas todas passam pela mescla de tecnologia, ferramentas de gestão e processos internos adequados.  Solicite uma demo e conheça as funcionalidades do NDD Cargo i-Comprova! 

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6 vantagens do uso das tags eletrônicas para o pagamento de vale-pedágio obrigatório 

Aceitas em todas as praças de pedágios do país, as tags oferecem facilidade a todos os envolvidos no pagamento do vale-pedágio obrigatório estipulado por lei  Um dos grandes benefícios da tecnologia para as empresas de logística é a capacidade de planejar os deslocamentos e o monitoramento em tempo real dos veículos. Para isto ser ainda mais eficiente, é preciso ter flexibilidade nesta organização, especialmente em deslocamentos que envolvem passagem por pedágios e o pagamento de vale-pedágio obrigatório.  Obrigação prevista desde 2001, o vale-pedágio deve ser pago aos prestadores de serviço de transporte, independentemente de serem transportadoras ou motoristas autônomos. Trata-se de uma responsabilidade da transportadora ou do embarcador, sem que seja embutido no valor total do frete, conforme especifica o artigo 2º da Lei 10.209/01.  O vale-pedágio obrigatório não pode ser quitado em dinheiro vivo. Os meios mais comuns são os cartões destinados aos motoristas ou as tags eletrônicas. Abordamos neste artigo detalhes e o caminho mais inteligente para o pagamento do vale-pedágio obrigatório.  Confira, abaixo, os 6 benefícios do uso desses sensores instalados nos vidros para garantir a passagem pelo vale-pedágio de forma mais ágil.  O NDD Cargo é uma solução sob medida, com funcionalidades adequadas para a gestão de frotas e do seu frete. Saiba mais sobre!  1. Aceitação completa – Com as parcerias do NDD Cargo com diversas empresas que operam neste segmento e oferecem esta solução, há a possibilidade de cruzar todas as praças de pedágio do país sem impedimentos.   2. Produtividade e economia – A passagem pelo pedágio em muitas viagens pode se tornar um verdadeiro tormento. Os sensores diminuem o tempo de deslocamento – oferecendo um ganho de produtividade –, abrem mais possibilidades de planejamento de itinerários e resultam em economia de combustível ao evitar a necessidade de permanecer em filas.   3. Conveniência – A solução gera uma vantagem tanto para o transportador ou embarcador quanto para o caminhoneiro, já que as recargas podem ser feitas a distância e de forma agendada. Além disso, eventuais mudanças de itinerários não impedem a passagem ou geram transtornos para o motorista.  4. Gestão – A empresa tem uma visão completa dos fretes em tempo real, simplificando a administração desses benefícios e a roteirização de fretes. Por parte do condutor, ele pode usar o aplicativo para checar se os valores estão em conformidade com o seu deslocamento, dando mais transparência e controle ao processo. Tudo isso pode ser contemplado em relatórios que podem ser emitidos periodicamente.  5. Flexibilidade total – Se há a percepção de que um caminho ou roteiro está com interrupções na pista, é possível escolher rotas alternativas, garantindo flexibilidade e agilidade a toda a operação. Esta vantagem também se encaixa em relação ao modo de administração da empresa, visto que há diversos parceiros e é possível escolher aquele que mais se alinha ao seu negócio.  6. Evitar multas e sanções – As irregularidades do vale-pedágio obrigatório são passíveis de multa. Nesse contexto, a fiscalização é de responsabilidade da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), conforme mostramos neste artigo.  As multas são de R$ 550 e podem ser aplicadas tanto ao embarcador por não efetuar o pagamento ou por não deixar explícito no documento de embarque quanto às concessionárias de pedágio, se não aceitarem os formatos de pagamento obrigatórios por lei.  Os modelos de pagamento digital nasceram para trazer facilidades e conveniência a todos os envolvidos no setor de logística. Não deixe de apostar neste tipo de tecnologia, visto que ela permite a gestão completa do vale-pedágio obrigatório sem interferir na rotina dos condutores.  O NDD Cargo conta com parcerias com a ConectCar e Sem Parar, o que garante a passagem por todas as praças de pedágio do país sem qualquer interrupção. Sua empresa busca flexibilidade na gestão das tags eletrônicas? Conheça os diferenciais desta solução. 

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Caminhões autônomos: saiba mais sobre essa tecnologia

Tecnologia tem o potencial de revolucionar o setor logístico, oferecendo benefícios de gestão, redução de custos e alinhamento aos aspectos de sustentabilidade  O mercado de caminhões autônomos é projetado para crescer a uma taxa anual de 12,6% a partir de 2021, atingindo US$ 2 bilhões em valor de mercado em 2027, conforme a consultoria Fortune Business Insights. Há diversos motivos para este crescimento no setor logístico, que variam da segurança, da tecnologia incorporada, das questões de sustentabilidade, entre outros pontos.  Em primeiro lugar, a tecnologia precisa evoluir sob o ponto de vista de segurança para que possa ser adotada em larga escala. Esses veículos do futuro, incluindo os caminhões autônomos, contam com câmaras, sensores e radares operando sob a gestão da inteligência artificial. No entanto, o trânsito não é um lugar de fácil previsibilidade em função das diversas possibilidades existentes.  Seja na estrada ou na cidade, não se trata de um ambiente controlado: pessoas e animais podem cruzar as ruas/rodovias fora de locais programados, as frenagens podem ser inesperadas. Por isso, o ponto de partida para esta adoção depende da evolução destas tecnologias a ponto de serem consideradas seguras.  Para se chegar a este ponto, existe a necessidade de uma disseminação de tecnologias de dados, do crescimento da Internet das Coisas (IoT) e da ampliação da tecnologia 5G, visto que estes veículos serão monitorados em tempo integral. Abordamos a relação entre big data e o setor de logística neste artigo, mas os caminhões autônomos vão ampliar esta demanda.  Seja eficiente em todas as etapas do transporte de mercadorias: da gestão de armazéns à entrega final ao cliente. Conheça as funcionalidades do NDD Frete.  Possibilidades futuras  Para fins deste artigo, vamos considerar que as barreiras de segurança dos caminhões autônomos foram superadas. Quais as vantagens eles trazem para o futuro da logística?  – Mais tempo de estrada – Atualmente, os veículos demandam a força de trabalho humana. Isso significa períodos de descanso obrigatórios, até mesmo para cumprir os requisitos da lei. Os caminhões autônomos poderiam, na prática, dirigir praticamente 24 horas por dia – desconsiderando períodos de manutenção, de entregas e abastecimento.  – Aumento da produtividade – Se as empresas já contam com vantagens ao monitorar a frota atual, imagine a possibilidade de programar e acompanhar um caminhão autônomo. Os deslocamentos poderão ser ainda mais eficientes, assim como o planejamento do número de veículos e modelos adotados para os fretes.  – Redução de custos – É muito provável que, na medida em que essas tecnologias avancem, assim como os drones, haja um aumento das compras online. Nesse sentido, os custos de frete tendem a ser menores para o consumidor. É claro que, para as organizações do segmento, o investimento nestes veículos vai exigir um grande investimento, que tende a ser reduzido com o passar do tempo.  – Menos acidentes – Dados do Conselho Federal de Medicina (CFM) apontaram que, entre 2009 e 2019, foram gastos cerca de R$ 3 bilhões pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em vítimas de acidentes graves de trânsito no Brasil. Cerca de 1,6 milhão de brasileiros se envolveram nessas ocorrências.  Ao reduzir o “fator humano” da direção, existe a possibilidade de diminuir o volume de incidentes deste tipo. Conforme o Observatório Nacional de Segurança Viária, 90% dos acidentes decorrem de imperícia ou imprudência dos motoristas.  – Sustentabilidade – Em linha com diretrizes sustentáveis e de ESG, estes veículos serão elétricos, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera. Estima-se que o setor de transporte responda por 28% da poluição do ar dos Estados Unidos.  Um estudo do Conselho Internacional de Transportes Limpos (ICCT, na sigla em inglês) apontou que as emissões de gases do setor de logística respondeu por mais de 380 mil mortes no globo em 2015, com impactos financeiros de US$ 1 trilhão.  Essas possibilidades de transporte seguro e eficiente são muito importantes no Brasil, que depende do transporte rodoviário. Em 2022, o país contava com 7,2 milhões de caminhões em sua frota, segundo a Confederação Nacional de Transportes (CNT).  Além do aspecto de segurança da tecnologia dos próprios veículos, os caminhões autônomos também dependem de melhorias na estrutura dos mais de 121 mil kms de rodovias federais do país. É comum que se pense em faixas exclusivas para estes veículos de modo dar mais amparo ao seu deslocamento. Confira as melhorias necessárias para o transporte do Brasil até 2035 neste artigo!  A adoção de novas tecnologias no setor logístico, caso dos caminhões autônomos, vai depender diretamente da capacidade de gestão das organizações. Conheça as soluções voltadas ao setor desenvolvidas pela NDD e tire as suas dúvidas com nossos consultores! 

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O futuro da logística: a evolução dos drones 

Setor espera obter diversos benefício com a evolução dos drones, mas há alguns obstáculos para o uso indiscriminado desta tecnologia, incluindo as questões regulatórias  Uma das apostas do setor de logística para o futuro são os drones. Este mercado, estimado em US$ 1,453 milhão em 2022, deve atingir US$ 12,087 milhões em 2030. Isso significa um crescimento anual de 42,4% por ano no período pesquisado, de acordo com a consultoria Contrive Datum Insights. A evolução dos drones deve ocorrer em vários segmentos, o que inclui o setor de logística.  Quando se pensa na relação entre logística e a evolução dos drones, a primeira ideia que vem à mente é a possibilidade de uso para as entregas, a exemplo das iniciativas de gigantes como a Amazon. Embora tenha sido anunciada há cerca de uma década, trata-se de um serviço complexo e que começou a operar, de fato, recentemente, conforme demonstra esta matéria.  Diferentes soluções para viabilizar a operação destes dispositivos devem surgir nos próximos anos, incluindo softwares especializados. Este cenário de drones operando nas cidades e facilitando a rotina parece incrível, mas é possível superar alguns desafios importantes:  – Avanço tecnológico – Os drones são pequenos veículos aéreos não tripulados. A evolução dos drones precisa acontecer ao ponto de que haja garantia de segurança em seu deslocamento. Como a tecnologia progride de forma rápida, é difícil entender como isso vai ocorrer.  Muitos dos benefícios desses dispositivos estão relacionados ao transporte nas grandes cidades, onde há uma série de barreiras físicas. Não será de se estranhar que ganhem corpo em ambientes mais controlados, como os próprios armazéns, antes de estarem mais presentes em nossa rotina, auxiliando na gestão de estoque.  – Legislação – Esta questão não depende das empresas do segmento. Os drones são veículos aéreos não tripulados rodando por cidades com orientações de uma inteligência artificial. Como a legislação vai tratar da evolução dos drones? Eles serão totalmente liberados, terão áreas exclusivas de operação? Essas são questões regulatórias que podem impactar na evolução dos drones no setor de logística.  Além disso, cada país deve elaborar a sua própria legislação, o que pode incluir diferentes regras e questões técnicas a serem respeitadas, exigindo personalização dos equipamentos.  – Compliance – Infelizmente, acidentes acontecem. E de quem será a responsabilidade no caso de ocorrências desse tipo? Isso tudo será coberto pela legislação e deverá se tornar um ponto delicado na evolução dos drones.  Conheça o NDD Frete, solução que garante tranquilidade e inteligência em todo o processo de transporte de mercadorias.  Os benefícios dos drones na logística  Apesar das questões mencionadas acima, há uma grande aposta do setor pelo uso desta tecnologia. E alguns motivos se sobressaem:  – Reduzir custos de envio e operacionais – Em um mundo no qual se fazem cada vez mais compras digitais, o preço do frete será um dos grandes diferenciais para os consumidores. Isso inclui um dos maiores desafios em relação ao custo e à qualidade do serviço de frete, a chamada “última milha”, que consiste na entrega final para o cliente. Abordamos este conceito neste artigo.  Ao reduzir o tamanho dos veículos de um caminhão, com necessidade de estacionar, para um drone, há uma grande possibilidade de diminuir os valores e o tempo de entrega, o que reflete numa queda de custos de envio e operacionais. Há estimativas que apontam uma queda superior a 80% no custo da última milha.  – Agilidade de envio – Uma das grandes barreiras do mundo digital é o intervalo entre a compra e a entrega. Muitos consumidores ainda se incomodam com a demora. Quanto mais barato e mais rápido for o envio, maiores as chances de converter as vendas.  A presença de centros de distribuição com drones em grandes cidades, por exemplo, pode tornar este envio quase imediato. É possível pensar não só em estruturas para entregar na residência, mas em locais de fácil retirada nos grandes centros.  – Apoio na logística reversa – Devoluções de produtos e logística reversa são uma situação complexa para muitos players do setor logístico. Os drones podem ser adotados nestes casos, reduzindo a inconveniência ao consumidor e aumentando essa velocidade sem onerar a operação.  É difícil imaginar que a evolução dos drones não acompanhe um uso mais inteligente e adequado dos dados no setor logístico. Esta tecnologia permite ter um monitoramento completo de cada processo, trazendo os subsídios necessários para o uso destes dispositivos.  Fale com um de nossos especialistas e descubra como o NDD Frete pode beneficiar o seu negócio! 

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O potencial da tecnologia por trás da digitalização de processos no setor logístico 

Os recursos tecnológicos do segmento podem transformar completamente a operação de um negócio de forma segura, ampliando sua capacidade de competir no meio  A persistência de ações manuais em empresas é uma das grandes dificuldades para se ter sucesso no processo de digitalização de processos. A lógica é bastante simples: as empresas colhem o fruto da tecnologia a partir da automatização e, se uma simples tarefa depender da força de trabalho humana, corre-se o risco de atrapalhar todo o fluxo operacional.  Para que as empresas colham o benefício da tecnologia, é preciso atingir a totalidade da digitalização de processos. A otimização da gestão logística com o uso de big data vai diferenciar as empresas – e, na prática, já está afetando a concorrência. Não à toa, a aplicação de big data na cadeia logística deve crescer a uma média de 17,31% por ano entre 2021 e 2026, segundo a consultoria Research and Markets.  Nesse sentido, empresas com restrições ao uso da tecnologia no segmento logístico tendem a ficar por trás por diversos motivos: perdem agilidade, têm menos controle do estoque e inventário, menor capacidade analítica do ciclo de produção, dificuldade para planejar rotas e uso dos equipamentos, entre outros pontos.  Amplie a inteligência e a gestão do seu negócio com o NDD Cargo i-Comprova. A solução permite até mesmo o monitoramento em tempo real de suas entregas.  Vencendo barreiras  Para muitas empresas, o investimento em tecnologia precisa vencer uma série de barreiras de crenças de muitos gestores e das pessoas que estão na operação do dia a dia. Há dúvidas em relação à segurança do meio digital e o real impacto que vai gerar na gestão e operação do negócio. Mas a chamada logística 4.0 só é obtida com a digitalização total de processos, o que gera grandes vantagens.  Uma das maneiras mais inteligentes de convencer as pessoas é fazer um exercício das vantagens que serão sentidas pela empresa no comparativo entre a logística tradicional e digitalização de processos que leva para a logística 4.0, conforme demonstramos neste artigo.  Há sempre o receio: e se algo der errado? O medo é normal, especialmente porque há uma frota rodando em todo o país para garantir o atendimento aos clientes, sem contar as questões relacionadas ao compliance. É claro que existem riscos inerentes à tecnologia em qualquer operação, mas eles são cada vez menores.  Para isso, o papel da organização é de fazer o dever de casa e buscar soluções avalizadas pelo mercado, com funcionalidades elaboradas sob medida para beneficiar a rotina tanto dos gestores quanto de quem está na linha de frente.  Para os transportadores, há alguns processos que podem ser facilmente automatizados, como a gestão da entrega, e a tecnologia oferecida por um aplicativo traz benefícios nesse processo, como:  – Monitoramento ativo e visibilidade do processo em tempo real, inclusive com a possibilidade de registro de ocorrências;  – Acompanhamento de entregas realizadas por mais de uma transportadora, fazendo a segmentação e a gestão de cada lote de forma individual;  – Informe em tempo real da entrega, com armazenamento do comprovante digital pelo prazo determinado, sem os riscos e custos de mantê-los em sua versão física;  – Foto e comprovante digital de entrega em tempo real, com garantia legal da Sefaz;  – Implantação simples e rápida;  – Relatório de informações completas, otimizando a tomada de decisão dos gestores e gerando um histórico importante para a tomada de decisões no futuro;  – Aplicativo fácil e intuitivo com diversas funcionalidades para os envolvidos no transporte, inclusive com suporte especializado para os motoristas.  Todas essas funcionalidades garantem mais inteligência e subsídios para que a tomada de decisão no planejamento e gestão de fretes esteja alinhada à digitalização de processos e à transformação digital dos últimos anos.  Fale com um de nossos especialistas e descubra como o NDD Cargo i-Comprova pode transformar a rotina do seu negócio de forma segura e eficiente! 

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