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Author name: Lya Michels - Analista de Marketing NDD

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O impacto econômico na logística na equidade da economia do Brasil 

Simulações de investimentos também permitem a melhoria da infraestrutura de regiões mais desassistidas atualmente, como a Norte e a Centro-Oeste  Três das nove diretrizes de desenvolvimento do Plano Nacional de Logística 2035 (PNL 2035) estão calcadas na economia e em questões sociais.  – Induzir o desenvolvimento de regiões economicamente enfraquecidas ou estagnadas, a partir de um sistema viário eficiente;  – Planejar as infraestruturas de transportes à luz das particularidades regionais e da sustentabilidade ambiental;  – Considerar os aspectos socioambientais e econômicos no planejamento de transportes.  Como demonstramos neste artigo, o relatório elabora diversos cenários para nortear o planejamento dos transportes e da logística do país para os próximos anos, dando referências para a priorização de ações.  O incentivo a determinados projetos pode repercutir positivamente em aspectos sociais e econômicos do país, diminuindo a desigualdade de infraestrutura e favorecendo o desenvolvimento da Região Norte e Centro-Oeste, por exemplo. A região Nordeste pode ser beneficiada com a navegação de cabotagem, conhecida como BR do Mar.  Com uma gama de cenários, o PNL 2035 deixa claro que “o objetivo não é resultar uma carteira de projetos única e sim, subsidiar o desenvolvimento de planos e outros estudos com uma visão integrada, única e coerente do funcionamento do sistema de transportes”.  Otimize a tomada de decisão do processo logístico com o NDD Frete, a solução mais adequada para o segmento de transportes.  Impacto econômico na logística  Não é segredo que o setor de transportes tem um impacto econômico na logística do Brasil – essencial em um país de dimensões continentais, o que gera diversas dificuldades no aspecto logístico. Para as empresas, uma estrutura melhor de transportes resulta em mais eficiência e redução de custos.  Há diferentes representações de resultados sobre o Produto Interno Bruto (PIB) no PNL 2035. As possibilidades são de um aumento de 6,65% no PIB nacional futuro somente com as obras e intervenções já em andamento.  De acordo com o IBGE, o PIB não representa o total da riqueza existente em um país. “É um indicador de fluxo de novos bens e serviços finais produzidos durante um período. Se um país não produzir nada em um ano, o seu PIB será nulo”, revela.  Nos demais cenários, os retornos para o PIB poderiam variar de 7% a 10%, dependendo do nível de investimento direcionado ao setor. “Considerando que o impacto no PIB tende a ser acumulativo ano a ano, os resultados observados corroboram com a estratégia de Estado de promover o desenvolvimento econômico por meio do investimento em infraestrutura”, afirma o documento.  Equidade de oportunidades  Nesse contexto, um dos desafios do planejamento é diversificar os resultados para todas as regiões. Existem localidades do país com uma maior infraestrutura de transporte, enquanto outras necessitam de uma maior capacidade, seja para reduzir os custos logísticos para a população ou até mesmo para incentivar o desenvolvimento econômico dessas localidades.  Conforme o documento, as oportunidades apresentadas, além de desenvolvimento econômico, geram equidade territorial. “A estratégia de investimentos voltados para regiões menos desenvolvidas em termos de infraestrutura alimentam também uma política pública de equidade que se estabelece em patamar superior ao planejamento de transportes, corroborando com o desenvolvimento territorial e social da nação”, analisa o PNL 2035.  O poder econômico do Brasil está focado na Região Sudeste, que concentra cerca de 45% do PIB do país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Todos os estados da Região Norte, por exemplo, têm uma produção econômica inferior à de Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.  “Quando avaliado esse índice na ótica regional, percebe-se que regiões com menor densidade de infraestruturas de transporte tendem a apresentar maior potencial de desenvolvimento econômico quando realizados investimentos”, afirma o documento.  A Região Centro-Oeste também seria beneficiada: “Outro destaque é para a Região Centro-Oeste, alvo de significativos investimentos previstos como a Ferrovia Norte-Sul, a FICO e a Ferrogrão, podendo gerar impactos de até 19,06% adicionais na projeção de PIB para 2045, devido aos investimentos realizados até 2035”, projeta o documento.  O NDD Frete se adequa ao seu perfil empresarial, oferecendo soluções em planejamento, compliance, na segurança de documentos fiscais eletrônicos e segurança de dados. 

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Pedágios: reajustes durante o mês de agosto de 2022

Confira as principais atualizações que ocorreram no mês de agosto de 2022 nas rodovias do país Praças de pedágio no Rio Grande do Sul sofreram reajuste  A concessionaria Rota de Santa Maria informou aumento nas tarifas das praças de pedágio de Venâncio Aires e Candelária, trechos da RSC-287. Confira os novos valores na tabela abaixo:

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As melhorias necessárias para o transporte no Brasil em 2035

De divisão mais inteligente entre os modais, passando por mais sustentabilidade, segurança e eficiência, os investimentos que podem modificar o futuro deste setor no país  O planejamento para a logística do Brasil no futuro está contido no Plano Nacional de Logística 2035 (PNL 2035), elaborado pelo Ministério da Infraestrutura e Empresa de Planejamento e Logística. Recentemente, apresentamos os diversos cenários elaborados pela publicação: são 9 ao todo, que você pode conferir neste artigo.  Uma das simulações, porém, considera como seria o transporte no Brasil caso nenhum investimento seja realizado nos próximos 13 anos – incluindo rodovias, ferrovias e navegação de cabotagem, como o projeto da BR do Mar. Vale ressaltar que os dados usados no documento são referentes a 2017 – em 2015 e 2016, houve crise econômica e, em 2018, a greve dos caminhoneiros.  Em termos financeiros, esse cenário sem novas melhorias na infraestrutura ainda prevê manutenções, que devem somar R$ 322 bilhões. No caso dos diversos cenários envolvidos com obras, o custo mínimo para investimentos seria de R$ 730 milhões e o máximo de R$ 1,1 trilhão, considerando também os gastos necessários para manter estes novos espaços.  Conheça o NDD Frete, a solução que oferece tecnologia e tranquilidade em todas as etapas do transporte de mercadorias, do embarque à entrega.  O investimento feito na área visa mudar alguns aspectos importantes do transporte no Brasil, tais como:  – Redução da dependência do transporte rodoviário – Em 2017, 66,21% da tonelada quilômetro útil (TKU) estava concentrada nesse modo e 83,25% do valor quilômetro útil (VKU). Os números indicam duas coisas: “além de desempenhar papel considerável no transporte de grandes volumes, o transporte rodoviário de cargas é o grande responsável pelo transporte de bens de alto valor agregado”, diz. Aportar recursos em outras áreas pode reduzir essa dependência.  – Divisão do transporte de alto valor agregado – Responsável por 21,12% do TKU e 4,94% do VKU, os cenários apresentados trazem diferentes níveis de investimento para as ferrovias. Por se tratar de investimentos pesados, há uma tendência de crescimento de 193% nos próximos 15 anos, chegando a 35% do transporte no Brasil. Um dos desafios deste plano é aumentar o transporte de mercadorias de alto valor agregado pelos trilhos. Em alguns modelos, o salto poderia ser de 4% para quase 25%.  – Sustentabilidade – Em um momento de transição energética e com críticas ao uso dos combustíveis fósseis, o aumento do transporte ferroviário e da navegação de cabotagem pode auxiliar a diminuir as emissões de CO2. Em 2017, foram registradas 197,7 milhões de toneladas de CO2, o que pode ser reduzido para 170,6 milhões, mesmo com a expansão dos trilhos e da navegação de cabotagem.  Além da evolução tecnológica e regulatória, “o crescimento da produção de transporte nos modos de grande capacidade apresentará melhoria nos indicadores”, diz a pesquisa.  – Eficiência – Em 2017, o transporte de cargas apresentou um custo total de R$ 435,53 bilhões, o que representou 6,6% do PIB nacional. Há tendência de que o custo total do transporte aumente em 2035 tanto pelo aumento da quantidade de cargas quanto pelo desenvolvimento da rede de transportes. Porém, o melhor aproveitamento de veículos, da infraestrutura, reduções de custos operacionais e de manutenção associados aos transportes de altas capacidades devem reduzir a representação no PIB.  – Segurança – Como o Brasil se foca no transporte rodoviário, esse quesito entra em vigor, devido ao número de acidentes, que são muito mais comuns do que em outros modais. Embora esta conta não entre nos custos associados ao transporte, a redução de acidentes, óbitos e de lesões e afastamentos é algo que beneficia o país como um todo, diminuindo os custos para o SUS e para as próprias empresas.  Documentos como o EPL 2035 dão a dimensão dos investimentos necessários para um sistema robusto e complexo como o de transportes em um país continental como o Brasil. Projetar cenários diversos do transporte no Brasil é um caminho inteligente, dando indícios para todos os setores envolvidos.  Garanta compliance fiscal com o NDD Frete. Acesse para saber mais! 

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O que é o projeto da BR do Mar? 

O Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem ou BR do Mar visa incentivar o transporte de cabotagem, podendo reduzir custos logísticos e os danos ao meio ambiente de forma inteligente  O Plano Nacional de Logística 2035 ou PNL 2035, desenvolvido pelo Ministério da Infraestrutura e pela Empresa de Planejamento Logístico (EPL), criou diversos cenários para nortear o planejamento dos transportes e da logística do país, conforme demonstramos neste artigo. Uma das possibilidades listadas é o projeto chamado de BR do Mar.  Instituído pela Lei 14.301/22, o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem ou BR do Mar visa incentivar este modal no país, com aumento da oferta, ampliação da concorrência e da competitividade, impulso à formação, à capacitação e à qualificação de pessoal, estímulo ao desenvolvimento da indústria naval e melhora das políticas de navegação.  Em julho deste ano, o Ministério da Infraestrutura publicou a portaria 976/2022, que estabeleceu procedimentos e diretrizes para habilitar empresas a operar no projeto da BR do Mar. Entre as vantagens do transporte por cabotagem, estão a redução de emissão de poluentes e queda nos custos em 60% em relação ao transporte rodoviário, conforme o PNL 2035.  Tenha tranquilidade e agilidade no transporte de mercadorias independentemente do modal escolhido. Conheça os benefícios do NDD Frete.  O que pretende a BR do Mar?  Em um país com predominância do transporte rodoviário, o projeto visa incentivar o modal aquaviário, que responde por cerca de 10% da matriz logística brasileira. Entre 2010 e 2019, teve uma taxa média anual de crescimento de 10% ao ano – e, com esse projeto, pode crescer ainda mais.  No relatório, entende-se que um maior uso da cabotagem resulta em outros benefícios para o país: geração de empregos, fortalecimento da indústria naval nacional, redução de emissões de poluentes, do número de acidentes e de congestionamentos nas rodovias, entre outros.  Para se ter uma ideia, um crescimento de 60% no volume de contêineres transportados por cabotagem resultaria em uma queda de mais de 530 mil toneladas de CO2. Estima-se que o modo rodoviário emita 6 vezes mais poluentes do que a cabotagem, considerando volume transportado e a extensão.  Quem pode se beneficiar da BR do Mar?  Em um primeiro momento, um projeto como o da BR do Mar incentiva o fluxo de mercadorias entre os portos nacionais, o que contribui para melhores resultados desta matriz. No entanto, é possível que toda a cadeia seja beneficiada, especialmente com uma redução do valor do frete. Em geral, o transporte de carga geral – incluindo no e-commerce – e o de contêineres são os com o maior potencial de crescimento.  As estimativas da EPL são de que a navegação de cabotagem custe 60% menos do que o modo rodoviário e 40% menos do que o ferroviário. Além disso, trata-se de um modo de transporte de alta capacidade e baixo risco de roubos e de avarias da carga, o que pode oferecer ganho de escala para muitos negócios.  Para que seja aplicado em larga escala, é preciso superar alguns desafios, caso de simplificações trabalhistas, reduções de impostos e do tempo da carga e navio parados nos portos. Em um cálculo da EPL, um fluxo de contêiner de Manaus para o Porto de Santos poderia ter queda em seu valor.  “Um fluxo de contêiner de Manaus para Santos, por cabotagem, custa hoje, em média, R$0,0423/tku (tonelada por quilômetro útil) para percorrer 6.112 km. A implementação do BR do Mar tem o potencial de reduzir esse valor para R$0,0360/tku”, diz a EPL.  A necessidade de integrar modais  O aumento da cabotagem impactaria diretamente o transporte rodoviário. Não necessariamente haveria redução de sua necessidade. Pelo contrário, tornaria o seu uso mais inteligente, incentivando a logística integrada dentro do país em prol da redução de custos e da otimização da performance.  Explica-se: a cabotagem não é capaz de conectar produtores e consumidores. Dessa forma, o transporte rodoviário seguiria atendendo a demanda, mas de forma complementar em distâncias mais curtas: do porto aos centros de distribuição ou aos consumidores.  A evolução desse modal somada à inteligência propiciada pela tecnologia pode otimizar os processos logísticos e reduzir os seus custos dentro do Brasil, facilitando tanto a competição com o mercado internacional quanto deixando itens a valores mais acessíveis no mercado nacional.  Garanta compliance fiscal com o NDD Frete. Acesse para saber mais!  

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Como será a logística do Brasil em 2035: quais serão os principais modais de transporte no futuro? 

PNL 2035 apresenta diversos cenários para a logística do país, considerando potenciais investimentos em ferrovias, hidrovias e navegação de cabotagem O governo brasileiro preparou um documento para planejar como será a logística do Brasil no futuro. Conhecido como Plano Nacional de Logística 2035 ou PNL 2035, o documento apresenta cenários diversos para nortear o planejamento dos transportes e da logística do país para os próximos 13 anos. A ideia é que sirva de referência para priorizar ações e projetos de forma mais assertiva.  Para elaborar um planejamento futuro, havia a necessidade de estabelecer um cenário de base, que seria usado como comparativo. O PNL 2035 escolheu o ano de 2017 em razão da confiabilidade de seus dados: a pesquisa cita a crise econômica em 2015 e 2016, e a greve dos caminhoneiros de 2018. “O ano de 2019, por sua vez, ainda não apresentava seus dados consolidados”, afirma o documento.  A partir dessa base, o documento procura desenhar cenários, apresentando diferentes perspectivas a respeito do uso dos principais modais de transporte no futuro. Para isso, o PNL 2035 considera os materiais transportados por sua característica e peso – e como eles se distribuem entre os modais. Dessa forma, é possível estimar o impacto dos investimentos para diferentes setores.  A situação do Brasil em 2017 se dividia da seguinte forma em relação à Tonelada por Quilômetro Útil (TKU): 66,2% dos transportes eram feitos via rodovias, 17,7% por ferrovias, 9,2% por cabotagem costeira, 5,6% por hidrovias, 1,2% por dutos e 0,06% por aviões. Novos investimentos podem modificar as oportunidades para as empresas, permitindo a criação de novos processos logísticos.  Conheça o NDD Frete, uma solução que garante a tranquilidade do transporte de mercadorias em todas as etapas, independentemente do modal escolhido.  Cenários sobre os modais de transporte no futuro  O documento desenha várias possibilidades sobre os principais modais de transporte no futuro. No total, são 9, cada um deles com diferentes características, apresentando contrastes desses diferentes cenários e estabelecendo um ponto de partida para o transporte de cargas e de pessoas em 2017 com projeções para 2035:  – Cenário 1 – Empreendimentos em andamento – Considera a manutenção e a finalização dos empreendimentos de infraestrutura em execução e com orçamento previsto no Plano Plurianual (PPA) 2019-2023, a implementação dos empreendimentos de parcerias qualificados no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), até maio de 2021.  – Cenário 2 – Empreendimentos previstos (referencial) – Trata-se do mesmo desenho do cenário 1, mas com a inclusão da carteira de empreendimentos de curto prazo consolidada do Ministério da Infraestrutura.  – Cenário 3 – Empreendimentos previstos (transformador) – Mesma estrutura e parâmetros do cenário 2, mas com reconfiguração de parâmetros econômicos em uma proposta mais transformadora.  – Cenário 4 – Empreendimentos previstos e BR do Mar – Utiliza-se a mesma perspectiva do cenário 2, mas com a inclusão do impacto da BR do Mar.  – Cenário 5 – Empreendimentos previstos e inovações tecnológicas – Em nenhum dos cenários anteriores, considera-se as inovações tecnológicas. Nesse caso, elas são atreladas às perspectivas, sem alterações regulatórias.  – Cenário 6 – Empreendimentos propostos pela sociedade e mercados – Segue os mesmos padrões do cenário 2, com algumas inclusões: as parcerias e investimentos consolidados pelos Governos Estaduais, as infraestruturas previstas no Plano Hidroviário Estratégico (PHE), e no Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP), e as contribuições advindas da consulta pública do PNL 2035.  – Cenário 7 – Empreendimentos previstos e autorizações ferroviárias – Mesmo desenho do cenário 2, mas com mais investimentos no segmento ferroviário, com a avaliação de impacto de trechos ferroviários específicos que podem ser viabilizados a partir de um novo marco legal para autorização de ferrovias.  – Cenário 8 – União dos cenários 1 a 7 – Considera todos os critérios e melhorias previstas em todos os cenários anteriores.  – Cenário 9 – Baseado nos cenários anteriores, identifica o conjunto de empreendimentos e ações que configurariam uma situação com desembolso módico e impactos estratégicos mais significativos para os objetivos do governo.  – Cenário Contrafactual – É uma referência em caso de falta de ação: considera a mesma rede de oferta de transportes do ano de 2020, com demandas para o ano de 2035.  Os impactos para o futuro  Esses cenários foram observados de maneira objetiva. Quando se observa as possibilidades neste exercício, há uma clara percepção de como os investimentos podem modificar os principais modais de transporte no futuro. Dependendo da escolha ou da possibilidade de aportes de recursos, é possível estimular modais e favorecer uma logística integrada.  Não é segredo, porém, que o governo busca uma infraestrutura sustentável, o que, necessariamente, significa reduzir a dependência do modal rodoviário, especialmente no transporte de itens de alta capacidade. Há interesse em investir no modal ferroviário e na cabotagem, que, atualmente, custa 60% menos do que o transporte em rodovias e 40% menos do que os trens.  “A elaboração de cenários tem por objetivo, em termos de Planejamento Estratégico de transportes, auxiliar os agentes públicos a tomar decisões que impactam consideravelmente a sustentabilidade e a eficiência do sistema planejado em horizontes de tempo futuros”, diz o documento, reforçando que isso vai orientar os investimentos e as estratégias governamentais.  Os potenciais investimentos em ferrovias, hidrovias e outros modais permitem que o país consiga competir em nível internacional, diminui os custos logísticos, impacta positivamente a economia e aumenta as possibilidades de transporte para as empresas. Quanto maior o volume de opções, melhor para os negócios e para as pessoas.  Acesse e saiba os motivos pelos quais o NDD Frete é o investimento ideal para o seu negócio! 

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TMS: o que é e qual a sua importância para a logística?

Em um segmento de alto custo, sistemas tecnológicos podem se tornar o diferencial para reduzir despesas e ter sucesso nas estratégias de implantação da logística 4.0 A tentativa de se integrar à logística 4.0 é bastante complexa para muitas organizações, especialmente para aquelas com pouca familiaridade com a tecnologia. O caminho inicial para muitas é a adoção de um software especializado para fazer a gestão de estoque, transporte e logística, o que se convencionou chamar de TMS (Transportation Management System).  O TMS é uma ferramenta de gestão e organização dos transportes. Além disso, é uma solução indicada para aquelas empresas que não terceirizam a sua entrega, sendo os responsáveis por essa gestão completa. Nesse sentido, é importante garantir que todas as informações sejam atualizadas de maneira correta, de forma a garantir o sucesso das estratégias de logística inbound e outbound.  A qualidade do serviço prestado está diretamente relacionada à capacidade de organização interna de uma empresa. Isso se tornou ainda mais importante em um momento no qual o e-commerce se tornou ainda mais relevante e a tecnologia um ponto de apoio fundamental.  Como mostramos neste artigo, uma pesquisa da Neotrust mostrou que o e-commerce brasileiro bateu seu recorde de faturamento em 2021: R$ 161 bilhões. Trata-se de um crescimento de 26,9% em comparação a 2020, ano em que, devido à pandemia, muitos brasileiros tiveram sua primeira experiência de compra online. A eficácia da entrega foi o sinal de que poderiam manter esse hábito.  Diante dessa nova realidade, o TMS se tornou uma verdadeira necessidade para muitos negócios, visto que permite integrar toda a cadeia de suprimentos, centros de distribuição e veículos. Dessa forma, torna-se um alicerce tanto para a logística quanto para a melhoria dos processos de compra internos, otimizando os controles e os fluxos e agilizando a execução de atividades.  Conheça os diferenciais do NDD Cargo, que dá simplicidade no cumprimento das regras da ANTT. Saiba mais sobre a solução!  Quais são as funções de um TMS?  Um TMS pode ter inúmeras funcionalidades, mas as mais comuns – e necessárias – são estas:  – Controlar custos;  – Processar os pedidos internamente até o envio ao cliente;  – Gerenciar armazéns, centros de distribuição e a movimentação entre esses locais até a entrega final;  – Fazer o planejamento de rotas;  – Cadastrar veículos e suas características (peso e capacidade), de modo a permitir uma organização mais inteligente dos ativos da organização pensando na entrega;  – Compliance, garantindo a tranquilidade em relação aos documentos legais;  – Rastrear as cargas;  – Integrar sistemas, como ERPs ou CRMs.  Algumas plataformas mais elaboradas e específicas, como o NDD Cargo e o NDD Frete, podem contribuir para a inteligência da empresa, permitindo o cruzamento de informações para uma tomada de decisões mais inteligente. Entre as possibilidades oferecidas, encontram-se:  – Cálculos de simulações de frete, indicando a quantia de veículos que podem ser usados dentro da realidade do negócio;  – Simular rotas, aumentando a eficiência das entregas;  – Liberar pagamentos e recebimentos;  – Permitir conexão via aplicativo, inclusive para os motoristas;  – Checar as regras referentes à tabela de frete.  Quais as vantagens em contar com um TMS?  Veja, abaixo, 4 benefícios em investir nessa solução:  – Redução de custos – Como demonstramos na abertura do artigo, o TMS permite à empresa ter uma visão completa de seu armazenamento. Dessa forma, é possível otimizar a distribuição de mercadorias e o fluxo de novas aquisições, o que reduz os custos empresariais.   Em um segmento como o de transportes, com aportes representativos, pequenos ajustes podem repercutir positivamente para as companhias.  – Aumento do planejamento – A possibilidade de planejar rotas e vinculá-las à frota disponível faz com que a organização pense em qual a melhor estratégia para garantir a entrega dentro dos prazos estabelecidos. As avaliações de composição de frete são determinantes para que os executivos possam tomar suas decisões.  – Transparência com os clientes – A integração do TMS com o CRM permite que se crie um fluxo de mensagens a ser enviado para o cliente na separação e despacho dos produtos. Esse cuidado faz com que haja uma melhoria da experiência do cliente, favorecendo novas aquisições no futuro.  – Automatização de processos – É possível estabelecer fluxos de trabalho automatizados para operações consideradas de rotina. Esse aumento de velocidade – se feito de forma estruturada e planejada – tende a reverter em mais produtividade para as empresas.   No entanto, o TMS pode emitir alertas em rotas ou planejamentos que fujam do padrão, garantindo que os ativos humanos se foquem em atividades ou necessidades estratégicas.  É importante que o TMS consiga se alinhar às necessidades do mercado, inclusive referentes ao cumprimento de obrigações fiscais e de compliance. Nesse sentido, a integração com outras ferramentas, como o NDD Cargo, pode dar ainda mais segurança ao processo.  O NDD Cargo pode se integrar a mais de 30 TMS disponíveis no mercado. Fale com um de nossos especialistas sobre o assunto! 

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Quais as diferenças entre logística tradicional e logística 4.0? 

A quarta revolução industrial ultrapassou as barreiras da indústria e chegou ao setor logístico, modificando a forma de operação das organizações; saiba como tirar proveito desta tecnologia A inclusão do termo “4.0” passou a ser adotada com frequência no mundo corporativo em alusão a uma “quarta revolução industrial”. Talvez os dois termos mais conhecidos dentro dessa lógica sejam “indústria 4.0” e “logística 4.0”. Basicamente, a ideia por trás desses termos é tornar a tecnologia ainda mais inteligente no planejamento e na rotina das empresas.  A primeira revolução industrial (1.0) é atribuída ao uso das máquinas a vapor. Depois, a eletricidade permitiu a criação das linhas de produção – a indústria 2.0. Na terceira etapa, os processos foram automatizados. Na indústria 4.0, as máquinas passaram a estar interligadas entre si, gerando inteligência e ainda mais compreensão sobre o processo.  Essa lógica também passou a ser aplicada nos centros de distribuição e na entrega de itens, criando a logística 4.0. Todos os processos logísticos são devidamente monitorados, auxiliando a gerenciar tanto os estoques quanto a entrega dos itens. Dessa forma, a organização consegue gerenciar a logística inbound e outbound, otimizando seus custos.  As principais diferenças entre a logística tradicional e a logística 4.0 podem ser percebidas em cinco pontos principais, conforme vamos demonstrar a seguir:  O NDD Frete é a ferramenta ideal para automatizar processos e garantir a logística 4.0 em seu negócio. Saiba mais sobre a solução!  Gestão de estoque – Sem um controle eficiente, a logística tradicional apostava em manter os produtos em quantidades maiores para garantir o abastecimento, o que aumentava os custos com a locação de espaços mais amplos. Na logística 4.0, é possível controlar com eficiência a entrada e saída de itens, o que cria um histórico e favorece a previsão de demanda e do tamanho dos estoques.  Gestão de inventário – Enquanto a gestão de estoque diz respeito ao espaço, a administração de inventário se foca em todos os itens que estão armazenados no estoque. Antes da logística 4.0, as organizações tinham dificuldades em acompanhar esse processo pela falta de condições e a agilidade com que a situação muda.  Agora, com a presença da tecnologia, as organizações conseguem ter total controle da entrada e saída de itens, assim como qual foi a sua destinação. Dessa forma, torna-se mais simples manter uma quantidade segura de itens, evitando desperdícios e aportes desnecessários em sua aquisição.  Administração de centros de distribuição – Havia uma dificuldade de manter o controle e realizar o envio de produtos dentro da logística inbound, já que os controles não eram centralizados. Com o apoio da tecnologia, é possível avaliar a situação de cada local, atuando de forma coordenada para garantir os estoques em locais estratégicos, otimizando os deslocamentos e reduzindo os custos.  Controle do ciclo de produção – Também conhecido dentro do segmento como “lead time”, na logística analógica, o foco estava em um monitoramento básico, com dificuldade para entender todo o processo e potenciais melhorias. Na logística 4.0, há uma comunicação entre todas as máquinas, o que permite compreender o processo de maneira integral, buscando aumentar a produtividade e a eficiência, reduzindo custos.  Melhoria de processos operacionais – Na logística tradicional, por mais que se tentasse, o aumento de processos criava uma operação complexa, demorada e engessada – e o pior: sujeita a erros. Com a tecnologia da logística 4.0, todas as etapas podem ser automatizadas, garantindo um controle muito eficiente dos estoques, dos inventários e da distribuição como um todo.  Uma base tecnológica  É impossível dissociar o conceito de logística 4.0 do uso da tecnologia em todas as etapas do segmento. Conforme demonstramos neste artigo, existem várias tecnologias que são adotadas para garantir a eficiência do processo logístico. Isoladamente, elas não garantem o sucesso, já que há a necessidade de sistemas capazes de gerenciar esse grande volume de informações e apresentar os dados da operação.  Não à toa, o uso inteligente e eficientes dos recursos tecnológicos e de gestão resulta em diversos benefícios, de acordo com este artigo: automatização de processos repetitivos, ganho de insights sobre o processo, redução de custos, melhoria das previsões e clientes mais satisfeitos, com uma comunicação mais transparente e eficiente.  Seu negócio precisa evoluir no uso da tecnologia para as atividades logísticas? Descubra como o NDD Frete pode contribuir para o seu negócio com a redução dos custos de frete, automatização de processos e melhorando a tomada de decisão! 

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Solucione os principais problemas na entrega

Listamos, neste artigo, sete dificuldades recorrentes que podem ser reduzidas com o uso adequado da tecnologia e de soluções desenhadas para o segmento de logística  Um dos maiores desafios da logística está na entrega dos itens e acessórios. É preciso ter sucesso na estratégia e no planejamento inbound e outbound para garantir a recepção por parte do comprador. Eficiência nesta etapa é sinônimo de clientes satisfeitos e de redução de custos, visto que evita o retrabalho associado ao consumo de combustível e o tempo dos colaboradores.  Neste artigo, nós apresentamos os benefícios de entender todo o fluxo, mapeando cada processo e compreendendo como eles podem ser melhorados. Um detalhe adicional pode evitar problemas na entrega e otimizar os custos e a eficiência do processo logístico. Veja, abaixo, alguns dos principais problemas na entrega de itens:  Conheça os diferenciais do NDD Cargo i-Comprova para superar os principais problemas na entrega de itens.  1. Reentregas  É, sem dúvida, o vilão principal para as empresas do setor. Os motivos são vários: aumento de custo para a organização, insatisfação do cliente, desperdício de tempo dos colaboradores, entre outros. Nesse quesito, uma das melhores possibilidades é permitir uma conexão direta entre os responsáveis pela entrega e o time que se relaciona com o cliente, que pode entrar em contato para descobrir uma solução.  Um dos melhores caminhos para evitar os cancelamentos é permitir que o cliente disponibilize todas as informações para o recebimento na compra do produto: horários em que está em casa, se há portaria, vizinhos que podem recepcionar, entre outros. Além disso, é função da empresa avisar com antecedência do período de entrega, visando minimizar as chances de erros.  2. Comprovante de entrega  Nada pior do que um produto aparecer como entregue no sistema e o cliente alegar não o ter recebido. Por isso, a comprovação de entrega é fundamental: de preferência em tempo real e com garantia legal. Isso dá segurança a todo o processo e transparência na relação com os clientes – e, no caso de uma organização intermediária, com o próprio contratante.  É importante que essas informações sejam mantidas em formato digital, o que vai tornar o seu armazenamento e controle muito mais eficientes, além de tornar o processo de pagamento de frete mais inteligente e assertivo.  3. Planejamento equivocado  Como mencionamos no início do artigo, o planejamento inbound auxilia a garantir a eficiência das entregas. É preciso ter um bom controle de estoque e controlar que os itens serão entregues às pessoas certas, seguindo o processo e investindo na tecnologia certa para tal: como códigos de barras para conferências e o uso de aplicativos.  4. Não seguir a rota  Quando todos os itens estão presentes dentro do veículo, os sistemas desenham a roteirização mais eficiente: ou seja, um itinerário e um planejamento das entregas do dia, em um conceito de logística 4.0. É importante que os colaboradores sejam treinados para seguir essa rota e como devem agir caso tenham problemas, visando reduzir os cancelamentos e a possibilidade de segunda tentativas.  Para isso, é importante que, além do planejamento, haja monitoramento dos veículos, usando softwares que permitam a geolocalização – e até mesmo readequações se houver necessidade.  5. Uso de aplicativos pela equipe de entrega  Imagine ter um software que informa uma estimativa de chegada, comunica tudo adequadamente ao cliente, mas não é possível cumprir os prazos? É importante que a roteirização contemple não só o tempo de deslocamento, como estipule o prazo para fazer a entrega, considerando a necessidade de paradas, preenchimento de documentos.  Nesse sentido, é importante que o motorista dê feedbacks via aplicativo, permitindo que o sistema alerte os clientes de novas estimativas de chegada – seja antes ou depois do prazo.  6. SAC e reclamações  A transparência e a eficiência da comunicação costumam reduzir as reclamações por parte dos clientes. A maior parte deles – especialmente nas grandes cidades – sabe que podem haver intercorrências, impedindo uma entrega. Entretanto, se tudo for comunicado e informado, torna-se mais simples solucionar uma série de questões, como atrasos e insatisfações.  Esse cuidado garante que o cliente não pense duas vezes antes de comprar de novo e evita dificuldades com a contratante, caso a empresa de logística seja uma intermediária.  7. Logística reversa  Nas compras efetuadas online, o cliente tem o direito de arrependimento em até 7 dias úteis. Não é incomum que muitos adquiram dois produtos iguais para testar os tamanhos, o que naturalmente vai exigir a logística reversa para as devoluções. É importante que as devoluções sejam incluídas no software, no planejamento e contem com áreas separadas nos estoques: até mesmo por questões de compliance. Quanto maior a eficiência, menor será o custo, tornando a organização mais competitiva.  Listamos sete dos principais problemas na entrega de itens: todos eles podem ser equacionados com o uso mais inteligente da tecnologia e de um planejamento mais efetivo, com a roteirização aliada ao uso de aplicativos por parte da equipe de entrega.  Aumente a sua inteligência para entregar com o NDD Cargo i-Comprova. Fale conosco e saiba mais sobre a solução! 

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Pedágios: reajustes durante o mês de julho de 2022

Confira as principais atualizações que ocorreram no mês de julho de 2022 nas rodovias do país Pedágios no Rio de Janeiro sofrem reajuste  A praça de pedágio administrada pela Rota 116 localizada na RJ-116 e a praça administrada pela CCR ViaLagos localizada na RJ-124 tiveram aumento. O reajuste foi aprovado pelo Conselho Diretor da Agetransp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos e Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro).  A concessionaria Rota 116 informou que os novos valores são de R$ 8,20 para carros de passeio, R$ 16,40 para caminhões e ônibus de até dois eixos, e R$ 32,80 para veículos de três a seis eixos. Já para a CCR ViaLagos os valores são de R$17,30 por eixo.  Pedágio da concessionária TEBE sofre aumento  Após uma decisão judicial a ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) autorizou o reajuste na tarifa básica de pedágio nas rodovias de São Paulo.  Os trechos da concessionária Tebe compreendem 156 quilômetros e três vias de ligação, sendo elas: SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima (entre Bebedouro e Barretos); SP-351 – Rodovia Comendador Pedro Monteleone (entre Bebedouro e Catanduva); e SP-323 – Rodovia José Della Vechia/Orlando Chesini Ometto (entre Pirangi e Taquaritinga). Os novos valores agora são de R$ 10,20.  Pedágio da rodovia BR-101 no Rio de Janeiro sofre reajuste A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) autorizou um aumento na tarifa básica de pedágio entre o Rio de Janeiro e Espírito Santo, Ponte Presidente Costa e Silva, explorado pela concessionária Autopista Fluminense S/A.  Os valores agora praticados iniciam em R$ 6,60.  Rodovia Fernão Dias BR-381 sofre reajuste  A Rodovia Fernão Dias (BR-381) ligação entre São Paulo e Belo Horizonte (MG) administrada pela concessionária Arteris Fernão teve aumento na taxa de tarifa básica. Veículos agora pagam a partir de R$ 2,70. 

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Quais são os desafios da logística no e-commerce?

Em crescente expansão após o boom da pandemia, e-commerce ainda enfrenta desafios para fidelizar consumidores e se tornar mais eficiente do ponto de vista logístico No ano passado, o e-commerce brasileiro teve faturamento recorde: R$ 161 bilhões, um crescimento de 26,9% na comparação com 2020. Além do aumento de receita, as vendas virtuais tiveram crescimento de 16,9% em número de pedidos, totalizando 353 milhões de entregas, o que comprova os desafios da logística no e-commerce, conforme os dados da Neotrust.  O aumento de faturamento e de receita é uma consequência direta da ampliação do ticket médio: R$ 455 por compra, 8,6% a mais em relação a 2020. Em seu relatório, a Neotrust afirma que os números do e-commerce mostram “a consolidação de uma tendência de consumo que veio para ficar – seja pela segurança, praticidade, prazo de entrega ou ampla possibilidade de escolha”.  Os resultados de 2021 são consequência direta da pandemia, que obrigou muitos consumidores a terem suas experiências de compra virtual pela primeira vez devido ao isolamento social. Com isso, a fidelização dessas pessoas depende do sucesso da logística no e-commerce, oferecendo uma boa experiência de compra e transparência no processo de entrega, o que pode ser potencializado pela logística 4.0.  Aumente a inteligência de suas entregas com o NDD Cargo. Saiba mais sobre a solução!  Como fidelizar o consumidor?  Para obter resultados positivos, é importante ter sucesso na fidelização do consumidor. Isso passa por toda a experiência vivida na compra online: da usabilidade e facilidade para encontrar as suas mercadorias e sobretudo da entrega, com transparência e possibilidade de rastreio. Algumas das preocupações das empresas do segmento devem ser:  Possibilidade de acompanhamento – O rastreio dá transparência ao processo e evita o desgaste com o consumidor, seja na entrega ou no pós-venda. Além disso, muitos clientes conseguem se organizar para garantir a recepção do produto, o que é benéfico para a empresa.  Sistemas preparados – As soluções tecnológicas devem ser devidamente construídas para operar em todos os dispositivos digitais, incluindo os smartphones. É cada vez mais comum a realização de compras pelo celular, o chamado “mobile first”, por isso esse planejamento prévio é importante.  Personalização – Das recomendações de compra a um processo facilitado, o consumidor espera a personalização de sua experiência no universo digital. Quanto mais tecnologia e soluções forem embarcadas, maior a tendência de fidelização e de sucesso de vendas.  Cuidado com o atendimento – Há uma multiplicidade de canais para o consumidor se comunicar com as lojas, incluindo as redes sociais e o whatsapp. O atendimento deve ser planejado de modo a tornar essa experiência única e solucionar as questões do cliente de forma rápida e eficiente, independentemente do canal escolhido em um conceito omnichannel.  Dar opções – Dentro da logística do e-commerce, é importante oferecer opções ao consumidor: retirada em lojas físicas, em lockers/armários, pagar por fretes mais rápidos, frete grátis a partir de determinado valor de compra, entre outros caminhos. As possibilidades devem existir, conforme o perfil e a necessidade de cada aquisição.  Quais os desafios da logística no e-commerce?  Para conseguir fidelizar o consumidor, é preciso que os processos internos e externos estejam bem delineados e claros. Por isso, existem questões que são fundamentais para as organizações do setor:  Logística de armazenamento – O sucesso da armazenagem, separação e expedição de produtos depende dessa capacidade de operação. Quanto mais organizado o layout e os produtos, mais rápida a entrega. Além disso, as localizações físicas devem ser estratégicas, pensando na otimização do frete.  Logística de entrega – Planejamento de rotas, monitoramento, confirmação de entrega e pós-venda são verdadeiros desafios da logística no e-commerce. A comunicação ganha papel fundamental para informar o cliente sobre o andamento do processo.  Gestão de informações – Uma solução tecnológica deve ser capaz de auxiliar nos dois itens acima, administrando os dados de fornecedores e de consumidores, garantindo o sucesso do abastecimento dos estoques e da entrega aos clientes.  Custo do frete – Quanto menor o custo do frete, maiores as chances de garantir novas compras. Por isso, há uma busca pela eficiência da operação. É preciso tentar reduzir os erros de entrega e as tentativas infrutíferas, que oneram a empresa.  Logística reversa – Pelo Código de Defesa do Consumidor, há o chamado Direito de Arrependimento nas compras virtuais. Ou seja, é preciso estruturar o caminho para a devolução do produto com o menor custo possível.  Em franca expansão, a logística no e-commerce do país pode evoluir muito. Nesse sentido, a tecnologia tem um papel preponderante para otimizar os fluxos empresariais e a relação com os clientes, incluindo a personalização da experiência e a transparência dos processos logísticos.  Converse com um de nossos especialistas e tire as suas dúvidas sobre a operação do NDD Cargo e como ele pode contribuir para o sucesso da logística no e-commerce! 

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O que é compliance em logística?

A complexidade e as constantes alterações da lei exigem que as empresas estejam sempre atentas aos requisitos necessários para cumprir todas as obrigações no segmento de transportes A origem do termo compliance está no verbo inglês “to comply”, seguindo o contexto de “cumprir algo”. Nesse sentido, o compliance significa que uma empresa adequou toda a sua operação às regras e às exigências feitas pela legislação de maneira ampla – trabalhista, cível, ambiental, financeira, além de outros tipos de obrigações acessórias.  No Brasil, porém, a complexidade e as constantes alterações de legislação fazem com que as organizações precisem se enquadrar em diversas regras específicas, gerando outros tipos de requisitos, caso do “compliance em logística”. Nesse segmento em especial, trata-se de cuidados e respeito às normas voltadas à distribuição, ao armazenamento e ao transporte de mercadorias.  Nessa realidade do Brasil, é preciso conhecer todos os protocolos e obrigações que devem ser seguidas para cumprir a lei, incluindo aspectos relacionados exclusivamente ao transporte, como determinadas exigências e obrigações cobradas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). As questões burocráticas das operações podem, inclusive, acarretar na aplicação de multas e outras sanções.  Elimine o risco de multas do fisco e da ANTT com o NDD Cargo. Conheça os diferenciais da solução!  Os desafios e benefícios do compliance em logística  Um dos principais desafios do compliance em logística é fazer pessoas de departamentos e expertises diferentes trabalharem com um mesmo propósito. Quando isso acontece, diminui-se a chance de ocorrências que possam interferir na rotina do negócio. Em suma, cada pessoa é orientada sobre a forma como deve agir e quais fluxos e processos devem ser respeitados.  Diante dessa realidade, alguns resultados atingidos com o compliance em logística são:  Identificação de problemas – Quando uma organização revisa sua operação de forma minuciosa, acaba invariavelmente detectando adversidades que interferem no resultado final. Dessa forma, a detecção dessas situações resulta em redução de tempo e otimização de custos na maioria das vezes.  Atuação preventiva – O monitoramento constante e a eventual identificação de problemas permitem às organizações atuarem de forma preventiva e proativa, evitando a aplicação de multas por parte dos órgãos fiscalizadores, além do ajuste de processos internos.  Resolução de problemas – Em alguns casos, mesmo com atuação preventiva, é preciso que um time especializado entre em ação para solucionar essas questões, conforme as normas que regem os processos.  Planos de contingência – Há ocorrências esporádicas que necessitam de um plano de contingência mais elaborado. O compliance antecipa potenciais acidentes e situações extraordinárias e qual deve ser o plano de ação, incluindo as funções e responsabilidades que cada pessoa deve assumir.  Respeito ao cliente – Recentemente, normas como a LGPD ampliaram o cuidado com a prevenção e o tratamento de dados dos consumidores. Outro benefício são os ganhos de imagem e de credibilidade pela forma como a empresa é reconhecida pelo mercado, já que não está envolvida em irregularidades, o que amplia o interesse de eventuais investidores e clientes.  Para garantir a efetividade do compliance, muitas empresas desenvolvem seus próprios manuais de conduta, especificando os processos que precisam ser seguidos em cada etapa, incluindo o processo logístico.  Obrigações específicas do setor logístico  Para garantir o cumprimento de toda a legislação, é preciso estar atento a todos os detalhes da operação. No caso do compliance em logística, há algumas questões que geram mais dúvidas. Veja algumas delas:  CIOT – O Código Identificador de Operação de Transportes (CIOT) foi instituído de maneira obrigatória em 2019 pela ANTT. Seu propósito é garantir o pagamento integral, regulamentado e seguro dos fretes, quando envolver contratação ou subcontratação de transportadores ou cooperativas. Abordamos os principais aspectos referentes ao CIOT neste artigo.  DT-e – O Documento Eletrônico de Transporte (DT-e) é um exemplo claro de modificações na legislação que interferem na rotina de empresas do segmento logístico. Implantado em 2021, o DT-e objetiva reduzir a burocracia no transporte de mercadorias do país, unificando e simplificando informações de contratação e operação do transporte. Saiba mais sobre o DT-e neste artigo do blog.  LGPD – Outra obrigação recente, que passou a vigorar em agosto de 2021, e exige ainda mais cuidados com os dados pessoais de clientes. Em caso de descumprimento, a legislação prevê uma série de punições, incluindo multas que podem chegar até 2% do faturamento da Pessoa Jurídica, limitadas a R$ 50 milhões por infração.  A compliance em logística deve ser um cuidado diário em todas as operações realizadas na área de transporte. Ao contrário do que se imagina, as medidas não necessariamente terão custo adicional elevado para as empresas, especialmente se a tecnologia se tornar uma aliada para garantir o cumprimento dos requisitos necessários.  Converse com um de nossos especialistas e tire as suas dúvidas sobre a operação do NDD Cargo e como ele pode contribuir para o compliance em logística!

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O que é a Tabela de Frete?

Criada em 2018 após a greve dos caminhoneiros, medida visa estabelecer um preço mínimo para o transporte de mercadorias no país; entenda mais neste artigo A Tabela de Frete ANTT foi definida em 2018 para estabelecer os preços mínimos para as cargas chamadas de lotação – aquelas que ocupam a capacidade integral de um veículo. Em seu site, a ANTT afirma que se trata de “uma política pública”, com o objetivo de “promover condições razoáveis à realização de fretes no território nacional, de forma a proporcionar a adequada retribuição ao serviço prestado”.  Inicialmente, a tabela de frete ANTT foi instituída por meio da Resolução 5.820/18. Em um segundo momento foi sancionada a Lei Federal 13.703/2018, cujo texto estabelece duas obrigações explícitas, entre outras exigências:  – Os pisos mínimos de frete deverão refletir os custos operacionais totais do transporte, com priorização dos custos referentes ao óleo diesel e aos pedágios;  – É vedada a celebração de qualquer acordo ou convenção, individual ou coletivamente, ou mesmo por qualquer entidade ou representação de qualquer natureza, em condições que representem a prática de fretes em valores inferiores.  Além disso, em seu artigo 5º, a legislação estabelece que a tabela de frete precisa publicar os pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado na realização de fretes, por eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas definidas, assim como planilha de cálculos utilizada para a obtenção dos respectivos pisos mínimos.  Gerencie o pagamento de fretes de forma segura e eficiente com o NDD Cargo. Conheça as funcionalidades da solução!  Qual foi o contexto da criação da tabela de frete?  Datada de agosto de 2018, a criação de uma tabela de frete por força de lei foi uma resposta do governo federal a uma greve realizada pelos caminhoneiros ao longo de dez dias. Como consequência, houve desabastecimento de produtos em alguns estados e falta de combustível, além de obstruções em estradas em todo o país.  Os caminhoneiros se mobilizaram após aumentos constantes no preço do óleo diesel, que, à época, subiram 50% em um período de 12 meses. Naquele momento, um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) demonstrou que, apenas nos oito dias iniciais de greve, a economia brasileira deixou de movimentar R$ 26 bilhões, devido à relevância do transporte rodoviário.  Um dos benefícios para os transportadores com a definição de preços foi o fato de atrelar o seu custo à variação do óleo diesel. Sempre que houver alteração superior a 10% (para mais ou para menos), a tabela de frete precisa ser reajustada. Além disso, os valores mínimos são analisados e podem ser alterados até os dias 20 de janeiro e 20 de junho de cada ano.  Como se calcula o valor do frete?  Independentemente de TAC, ETC ou CTC, há algumas regras a serem seguidas para se chegar ao valor mínimo do frete:  1 – Defina o tipo de carga a ser transportada – Conforme estabelece a Resolução ANTT 5.867/2020, há várias possibilidades de mercadorias: geral, geral perigosa, líquida a granel, líquida perigosa a granel, sólida a granel, sólida perigosa a granel, frigorificada, frigorificada perigosa, neogranel, conteinerizada, conteinerizada perigosa e a granel pressurizada.  2 – Identifique a quantidade de eixos da composição veicular – Com eles, é possível determinar os Coeficientes de Custo de Deslocamento (CCD), em quilômetros, e de Carga e Descarga (CC), em reais, conforme a distância do frete.  3 – Descubra a tabela equivalente – Dependendo da contratação, o transportador pode usar seu próprio veículo e implemento; optar pelo seu veículo com implemento fornecido pelo contratante; se a operação for de alto desempenho, com veículo e implemento próprio; ou de alto desempenho, com veículo próprio e implemento do contratante. Em cada um desses casos, há uma tabela de valores, como especifica a ANTT em uma área na qual ensina a calcular o valor do frete.  4 – Calcule – De forma resumida, a tabela de frete vai chegar a uma expressão do piso mínimo por viagem:  – Piso mínimo do frete (R$/viagem) = (distância X CCD) + CC  Nesses valores, a ANTT especificou outros fatores que são considerados pelos transportadores em relação ao frete, como a depreciação do veículo, remuneração de capital, tributos e impostos, seguro e manutenção. Além disso, se houver pedágio no percurso, deverá ser obrigatoriamente acrescido aos valores de transporte, seguindo as regras estabelecidas por lei.  Para as empresas, quanto mais eficiente for esse cálculo, de preferência de forma integrada e alinhada a sistemas de gestão específicos, maior será a possibilidade de reduzir custos e otimizar o processo logístico empresarial, garantindo também o compliance do frete e evitando multas. As multas pelo descumprimento da tabela de frete podem variar de R$ 550 a R$ 10,5 mil, conforme especifica a ANTT.  Converse com um de nossos especialistas e tire as suas dúvidas sobre a operação do NDD Cargo e como ele pode contribuir para o cumprimento da tabela de frete! 

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Pedágios: reajustes durante o mês de junho de 2022

Confira as principais atualizações que ocorreram no junho de maio de 2022 nas rodovias do país ANTT autoriza reajuste na tarifa de pedágio no Rio de Janeiro  A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou aumento na tarifa de pedágio na Rodovia BR-101/RJ, localizada no trecho que faz divisa entre os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.  O aumento é equivalente à variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA no período. As praças de pedágio que sofreram o reajuste são: P1, em Campos dos Goytacazes/RJ; P2, em Conceição de Macabu/RJ; P3, em Casimiro de Abreu; P4, em Rio Bonito/RJ; P5, em São Gonçalo/RJ.  Praças de pedágio em Santa Catarina sofrem aumento  A praça de pedágio localizada na BR-101 em Santa Catarina, mais precisamente na cidade de Laguna, sofreu aumento conforme o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Os valores foram alterados a partir de 16 de junho. Para veículos de passeio os valores passaram de R$ 2,10 para R$ 2,40. Confira para outras categorias na tabela abaixo:  ARPE autoriza aumento em Pernambuco  A Agência Estadual de Regulação de Pernambuco (ARPE) autorizou reajuste de 14,51% na tarifa de pedágio de duas praças: Barra de Jangada e Itapuama. Os trechos são administrados pela Rota dos Coqueiros, responsável pela rodovia PE-024, estado do Pernambuco.  Os veículos de passeio passam a pagar agora até R$ 11,80, já caminhões os valores podem chegar a R$ 70,80.  Tarifas de pedágio em seis praças de Minas Gerais sofrem aumento  As seis praças de pedágio do Sistema MG-050/BR-265/BR-491 sofreram aumento na tarifa de pedágio no dia 13 de junho. O trecho é administrado pela concessionária AB Nascentes das Gerais.  Os automóveis de passeio passam a pagar R$ R$ 7,60, já caminhão com reboque e caminhão-trator com semirreboque passaram a pagar R$ 45,60.  ANTT aprova novas tarifas de pedágio em Minas Gerais e Goiás  No dia 09 de junho foi autorizado novos valores na tarifa de pedágio no trecho concedido da BR-050/GO/MG – Entroncamento com a BR-040 (Cristalina/GO) – Divisa MG/SP, administrada pela Eco050 – Concessionária de Rodovias S/A. Confira a tabela abaixo com mais detalhes:

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Quais são as diferenças entre as categorias de transportador: TAC, ETC e CTC?

Há entendimentos distintos sobre cada uma dessas figuras, conforme especifica a ANTT; entenda mais sobre cada um deles neste artigo Uma das exigências da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) é que os transportadores rodoviários remunerados façam a sua inscrição no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RTNRC). As regras para ingressar e se manter no RTNRC foram dadas pela Resolução 4799/2015, que pode ser conferida na íntegra.  Em seu artigo quarto, a legislação especifica quais são as categorias possíveis de transportador:  – Transportador Autônomo de Cargas (TAC);  – Empresa de Transporte Rodoviário de Cargas (ETC);  – Cooperativa de Transporte Rodoviário de Cargas (CTC).  Mas quais são as diferenças entre TAC, ETC e CTC? Esse é justamente o tema deste artigo, esclarecendo as principais dúvidas a respeito de cada uma das categorias.  Simplifique as obrigações fiscais – pagamento de fretes, vale-pedágio, gerenciamento de entregas e abastecimento da frota – com o NDD Cargo. Ganhe inteligência para gerenciar os documentos fiscais relativos à logística!  Transportador Autônomo de Cargas (TAC)  Trata-se de pessoa física que seja remunerada para fazer o transporte de mercadorias. O responsável não precisa necessariamente ser o condutor, mas pode ser proprietário, coproprietário ou arrendar até três veículos para o transporte de mercadorias.  Ou seja, é possível que essa pessoa cadastre até outros dois condutores para atuarem no transporte de mercadorias. Eles são chamados, para fins da legislação, de TAC – Auxiliares – esse grupo, aliás, pode ser registrado por mais de um transportador simultaneamente.  As duas principais exigências para operar como TAC são:  – Comprovar ser proprietário, coproprietário ou arrendatário de, pelo menos, 1 (um) veículo automotor de carga, registrado em seu nome no órgão de trânsito, como veículo de aluguel;  – Experiência de, pelo menos, 3 (três) anos na atividade ou curso específico.  Além de pessoas físicas, é possível operar como TAC como Microempreendedor Individual (MEI). Por se tratar de um profissional autônomo, esse grupo não se equipara ao ETC, como pode ser visto no restante deste artigo.  Empresa de Transporte Rodoviário de Cargas (ETC)  É uma pessoa jurídica (empresa) que tem o transporte rodoviário de cargas como atividade econômica principal, tendo um CNPJ ativo para esta finalidade. É preciso contar com um responsável técnico idôneo e CPF ativo, com experiência comprovada de três anos ou curso específico.  Este profissional responde de forma solidária à empresa por inúmeros aspectos da operação: adequação e manutenção dos veículos; equipamentos e instalações; qualificação e treinamento profissional de empregados e prestadores de serviço.  Ao contrário do TAC, que limita o número de veículos para se registrar, é preciso apenas ser detentor ou alugar um veículo, seguindo as recomendações do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).   Além desses aspectos, para se enquadrar como ETC, é preciso ter sede no Brasil e demonstrar capacidade financeira para exercer a atividade.  Cooperativa de Transporte Rodoviário de Cargas (CTC)  É o grupo que engloba as cooperativas e grupos de condutores que atuam no transporte de mercadorias. Assim como na ETC, a CTC precisa indicar um responsável técnico, que responde de forma solidária pela empresa para as mesmas obrigações.  Para se enquadrar como CTC, é preciso comprovar a existência de, no mínimo, vinte cooperados, além de fazer registro na Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) ou em alguma entidade estadual que opere de forma semelhante.  O Anuário da OCB de 2021 (com dados de 2020) mostra que o país contava com 984 cooperativas de transporte, somando quase 90 mil cooperados e 5,5 mil empregados. Trata-se do segundo maior segmento em volume de instituições do país, atrás apenas das que operam no ramo agropecuário.  Exigências de transporte  Independentemente de operar como TAC, ETC ou CTC, há algumas exigências que devem ser preenchidas para evitar problemas ou multas na estrada:  – Emissão do MDF-e, com o acompanhamento de seu documento auxiliar;  – O documento de operação de transporte deve contar com informações como: nome, razão ou denominação social, CPF ou CNPJ, número do RNTRC e o endereço do transportador;  – Nome e CPF do motorista, placa e Renavam do veículo;  – Data e horário previstos para a viagem;  – Endereço dos locais de recebimento e entrega da mercadoria;  – Valor do frete, com indicação do responsável pelo pagamento;  – Valor do vale-pedágio obrigatório;  – Identificação da seguradora e da apólice do seguro;  – CIOT e acesso ao arquivo digital do documento.  As figuras do TAC, ETC e CTC costumam gerar dúvidas, mas a regulamentação estabelecida pela ANTT é bastante clara sobre o propósito e as regras de cada um deles.  Solicite uma demonstração e descubra todas as funcionalidades do NDD Cargo, que torna o seu negócio muito mais inteligente e eficiente na operação logística. 

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Quais as diferenças entre logística inbound e outbound?

Apesar de a logística considerar tanto as obrigações internas quanto as externas, a diferença entre cada uma dessas etapas pode facilitar o planejamento e a gestão Em um de nossos últimos artigos, falamos sobre a busca pela otimização do processo logístico e como isso envolve uma avaliação completa dos fluxos empresariais: tanto dos voltados aos processos internos quanto aos externos. É justamente essa a ideia por trás do conceito de logística inbound e outbound: a primeira se relaciona às questões internas, enquanto a segunda ao atendimento aos clientes.  Em resumo, a logística inbound está relacionada à entrada de insumos, bens e serviços. Portanto, trata-se das operações e das aquisições necessárias para o desenvolvimento dos produtos. A logística outbound, por outro lado, foca na relação entre o negócio e os seus consumidores finais, dando mais atenção aos cuidados pós-produção, especialmente à qualidade e aos prazos de entrega.  Do ponto de vista logístico, é importante ser eficiente nos dois momentos, cada um com suas vantagens e importância. Embora seja possível usar os dois termos, até mesmo para criar um fluxo próprio em cada etapa, o sucesso da operação de uma organização depende da eficiência da logística inbound e outbound.  Sem que haja uma conexão entre o fluxo interno e o externo de itens, de preferência com o suporte de tecnologia e sistemas especialistas, a empresa terá dificuldades para controlar todos os seus processos e informações.  Os benefícios das logísticas  Se é preciso conectar as informações entre cada uma delas, isso não quer dizer que a logística inbound e outbound não gera vantagens específicas. O inbound está focado em todos os aspectos necessários para o desenvolvimento dos produtos com qualidade, como, por exemplo: a gestão de fornecedores, a administração do volume e prazos de compras, a auditoria da qualidade e o transporte até a organização.  Na outra ponta, a logística outbound se preocupa com o processo após a produção dos materiais: embalagem, endereçamento, emissão de documentos fiscais, distribuição e movimentação de cargas, planejamento de rotas, envio para centros de distribuição e rastreamento de mercadorias. Ou seja, tudo o que for necessário para se certificar de que o produto será devidamente entregue ao cliente.  É perceptível, porém, que o sucesso da empresa e de seu processo logístico depende da conexão entre essas duas etapas, pois são complementares.  Organize todas as etapas do transporte do seu negócio: do inbound até o outbound. Conheça o NDD Frete.  Qual a importância de cada uma delas?  A logística inbound está relacionada aos processos internos, o que significa que um aumento de eficiência está diretamente relacionado à melhoria de custos. Em última análise, o sucesso nesta etapa é uma garantia de que a organização será mais inteligente na relação com os seus fornecedores, na compra de insumos e na gestão de estoque.  A logística outbound se reflete diretamente na competitividade e na imagem que os consumidores têm do seu negócio. Em um mercado no qual há cada vez mais compras pela internet, os prazos de entrega são fundamentais para se conquistar o cliente. Mais do que isso: é preciso garantir que os itens chegarão dentro do período que foi prometido, evitando danos à imagem e reclamações públicas.  Vantagens da logística inbound x logística outbound  – Planejamento de compras mais eficientes x Melhora do atendimento ao cliente;  – Melhoria da relação com os fornecedores x Aumento da fidelização dos consumidores;  – Evolução dos processos de recebimento, armazenamento e controle do estoque x Criação de um diferencial em relação à entrega de itens;  – Mais gestão de estoque x Aumento da eficiência no giro do estoque;  – Otimização dos custos operacionais x Mais controle da entrega até o consumidor final;  As principais diferenças entre a logística inbound e outbound  Embora sejam semelhantes, há algumas diferenças pertinentes nos processos envolvendo as duas logísticas:  Gestão de prazos na entrega – No inbound, a empresa é o cliente, portanto a fábrica é o seu ponto de chegada. No outbound, há uma alteração, já que o destino é o cliente final. No primeiro caso, a organização é responsável apenas pela aquisição; no segundo, ela arca com o planejamento das etapas, incluindo a passagem por centros de distribuição, por exemplo.  Estratégias – No outbound, é preciso desenhar um planejamento que contemple a entrega eficiente dentro da área de operação da organização – normalmente com a presença de centros de distribuição. No inbound, a eficiência da comunicação com os fornecedores, da negociação e o investimento em sistemas para gerenciar o estoque garantem a otimização de custos, com compras no momento certo.  Especificidades – A gestão também conta com métricas específicas: o outbound está preocupado com o tempo até a entrega, produtos devolvidos ou necessidades de troca. Já o inbound busca definir indicadores claros que possam contribuir para evitar a interrupção do ciclo produtivo, como a falta de insumos e a perda de produtos ou matérias-primas, e a redução de seu custo.  O sucesso das estratégias de logística inbound e outbound se revertem em benefícios para as companhias, como o controle de pagamentos indevidos, conciliação do planejado e realizado e faturamento automatizado, além de automatização da gestão de estoque.  É possível ter todos esses dados integrados. Solicite uma demonstração e tenha toda a tranquilidade de sua operação integral com o NDD Frete! 

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Pedágios: reajustes durante o mês de maio de 2022

Confira as principais atualizações que ocorreram no mês de maio de 2022 nas rodovias do país Pedágio da Rodovia BR-040 entre Rio de Janeiro e Juiz de Fora sofre aumento  As três praças de pedágio das cidades Duque de Caxias (RJ), Areal (RJ) e Simão Pereira (MG), localizadas na BR-040 entre Rio de Janeiro e Juiz de Fora tiveram um reajuste. O aumento foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A agência informou que o acréscimo de 8,35% no valor da tarifa levou em consideração o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período de junho de 2020 a junho de 2021. Os novos valores passaram de R$ 11,60 para R$ 12,60 para automóveis. Confira abaixo os novos valores: Tarifas de pedágio do Sistema BA-093 sofrem reajustes  A Agerba (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia) autorizou um reajuste nas tarifas de pedágio do Sistema BA-093 e corresponde à readequação tarifária anual prevista no contrato de concessão.  Os novos valores para automóveis passam de R$ 4,90 para R$ 5,30. Confira abaixo a tabela com os valores reajustados:  Pedágios da BR-116 e BR-324 administradas pela ViaBahia sofrem reajuste  As tarifas de pedágio das sete praças da concessionária ViaBahia, loicalizadas nas rodovias BR-116 e BR-324, tiveram aumento.  Os novos valores passaram de de R$ 4,30 para R$ 5,10 na BR-116 e de R$ 2,40 para R$ 2,90 na BR-324.  Valores das tarifas de pedágio da SP-333 sofrem aumento  A praça de pedágio localizada no km 315 da Rodovia Dona Leonor Mendes de Barros em SP-333, na cidade de Marília (SP) sofreram aumento. O valor foi autorizado pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). Além disso, a Artesp informou que todas as mudanças ocorreram com base nos índices de inflação entre maio de 2019 e maio de 2020.  A concessionária responsável pelo trecho, a Entrevias, informou que carros de passeio passaram a pagar R$ 7,70, já caminhões com nove eixos devem pagar R$ 69,80. 

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O que é logística reversa: do conceito à prática 

A logística reversa já faz parte do dia a dia das organizações brasileiras desde 2010, sendo uma exigência para determinados segmentos e incluindo a necessidade de se relacionar com o público  A logística reversa é uma prática que já faz parte da vida das empresas brasileiras há mais de uma década. Instituída pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, lei federal 12.305 de 2010, trata-se de uma prática que visa recolher e reprocessar resíduos do setor empresarial.  Conforme especifica o texto da lei, a logística reversa é um “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”.  Sua operação pode ser feita de duas maneiras distintas: o pós-venda e o pós-consumo. O primeiro consiste no retorno à cadeia de distribuição antes de ser usado ou por apresentar defeito. Em alguns casos, a mercadoria passa novamente pelo processo produtivo até que possa ser novamente comercializada. É comum que esses produtos ganhem o nome de “remodelado” e “renovado”.  No caso do pós-consumo, o item foi comercializado e usado até o fim de sua vida útil. Ou seja, já não encontra mais condições de ser reaproveitado. No entanto, ele ainda pode passar por etapas de reciclagem ou desmanche antes da destinação ambiental adequada.  Garanta segurança, agilidade e eficiência de sua logística reversa com o NDD Frete. Saiba mais sobre a solução!  Quais os benefícios da logística reversa?  A prática é uma obrigação estabelecida por lei, mas nem todos os segmentos precisam adotá-los. Geralmente, as organizações operam em algumas etapas de processo logístico: incentivo ao usuário final a participar do processo, com o descarte em locais adequados ou comunicando a companhia; definição de rotas de entrega e recolhimento; criação de parcerias com ONGs ou cooperativas; criação de uma política de devolução; e a criação de um SAC, que possa orientar os envolvidos nesse processo.  De acordo com a lei, há setores em que a logística reversa é uma necessidade, caso dos: agrotóxicos, seus resíduos e embalagens; pilhas e baterias; pneus; óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens; lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; e produtos eletroeletrônicos e seus componentes.  A ideia é que a adoção desse cuidado se reflita em algumas vantagens:  1) Geração de valor ambiental e melhoria das condições humanas, integrando indústrias a outros setores de gestão ambiental, como cooperativas e ONGs;  2) Redução do volume de resíduos destinados aos aterros sanitários e ampliação da quantidade de materiais reciclados;  3) Incrementar o processo produtivo das organizações, evitando desperdícios e reduzindo o consumo de insumos e recursos (água, energia e matéria-prima) com o reaproveitamento;  4) Planejamento para a redução de custos das empresas em relação à logística reversa;  5) Conscientização dos consumidores a respeito das boas práticas ambientais e orientação em relação ao processo.  O que significa em termos logísticos?  Para as empresas que operam no segmento, a logística reversa significa mais uma etapa de atenção: além dos aspectos voltados à otimização dos processos logísticos internos, a corporação precisa planejar o retorno da mercadoria até os locais de reciclagem e reaproveitamento e, posteriormente, até a sua destinação final.  O primeiro passo neste trabalho está na elaboração de um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Este documento passou a ser exigido em processo de licenciamento ambiental de indústrias e de outras operações que atuam nas áreas com a exigência da logística reversa. É preciso que haja especificação, em detalhes, sobre o funcionamento, considerando a atuação de terceiros (como ONGs e cooperativas).  Este plano deve contar com algumas hipóteses, tirando a logística reversa da teoria para a prática:  Reaproveitamento de materiais – A ideia é que as companhias busquem os seus materiais, visando a reciclagem e reuso. É muito comum de ocorrer no ramo de embalagens (plásticos e alumínios), evitando a aplicação de novos insumos na fabricação do material.  Coleta e reciclagem – Realizado pela própria companhia ou em parceria com ONGs e cooperativas, a organização vai até pontos específicos ou a casa do consumidor para fazer a coleta dos materiais. É muito comum incluir uma etapa de separação, dividindo o que pode ser reaproveitado (como no caso de eletrônicos) e o que deve ser destinado a aterros sanitários ou reciclagem.  Reuso – Ocorre quando um material pode ser reaproveitado. No setor de eletrônicos, um item pode não funcionar por falha de uma peça, mas todas as demais estão operando perfeitamente. Neste caso, é possível que sejam reusadas em outros materiais.  Inservíveis – Alguns produtos chegaram ao fim de sua vida útil e não há mais o que fazer, além de garantir a destinação correta. Dependendo do segmento, eles podem ser encaminhados ao aterro sanitário tradicional ou podem ser destinados a locais específicos para diminuir o seu impacto ao meio ambiente.  Vale destacar que os consumidores têm um papel preponderante dentro da logística reversa. São eles que vão levar os itens a materiais específicos para fazer a devolução ou entrar em contato com a empresa responsável.  Por isso, a conscientização das pessoas e uma comunicação clara deve ser a prioridade das empresas, além da preocupação com as questões logísticas propriamente ditas.  Solicite uma demonstração e tenha toda a tranquilidade de sua logística reversa com o NDD Frete! 

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Otimização do processo logístico reduz custos e aumenta segurança e eficiência 

Sucesso do processo depende da adoção de tecnologias adequadas que auxiliem a compreender cada etapa, simplificando o cumprimento e a conferência de obrigações fiscais  O sucesso da logística de um negócio depende da criação de uma série de processos a serem aplicados em sequência e de maneira repetitiva – como mostramos neste artigo. Cada empresa estabelece o seu próprio fluxo de trabalho, visando a otimização do processo logístico, a garantia de respeitar as legislações e exigências fiscais (compliance) e tornar o seu custo competitivo dentro de um mercado mais globalizado.  A otimização do processo logístico não envolve apenas o transporte de mercadorias até o cliente final: é preciso definir estratégias voltadas à aquisição, à movimentação, ao armazenamento e ao transporte das matérias-primas (insumos) envolvidos no processo produtivo. Nesse sentido, a tecnologia é uma importante aliada das empresas interessadas em tornar essa etapa de trabalho mais eficiente.  Uma das etapas fundamentais é mapear todos os processos logísticos envolvidos, definindo fluxos claros relacionados à cada fase, tais como:  – Definição das ordens de compra;  – Cadastro de fornecedores;  – Acompanhamento das entregas (conferência e qualidade);  – Recebimento das mercadorias;  – Classificação, acondicionamento e inclusão no sistema de armazenamento;  – Movimentação interna rumo ao processo produtivo;  – Envio ao centro de distribuição;  – Entrega à transportadora ou ao cliente final.  Essas são apenas algumas das etapas possíveis, já que cada organização define o seu próprio fluxo, com demandas e regras específicas de cada negócio. Há movimentações internas que não geram necessidades fiscais, enquanto outras exigem pagamentos ou a conferência de documentos. Nesse sentido, conquistar um processo automatizado e integrado é garantia de segurança, efetividade e menor custo.  Acertar nesta área é sinônimo de mais satisfação dos clientes, redução de custos e mais competitividade. Uma pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) mostrou que a soma dos gastos com transporte, estoque, armazenagem e serviços administrativos consome 12,7% do PIB do país. É possível fazer esse paralelo com o faturamento empresarial: quanto mais competência, menos custos.  Custo total e conferência  Se cada movimentação gera custos, elas afetam diretamente o resultado empresarial. Por isso, é importante que cada operação seja devidamente monitorada e contabilizada (inclusive do ponto de vista fiscal), a fim de que a companhia possa entender como interferem no custo e desempenho.  Tendo isso em mente, o processo de conferência de documentos é fundamental para garantir o cumprimento de todos os requisitos, evitando intercorrências no transporte das mercadorias e possíveis multas pelo fisco. Quando se adota a tecnologia adequada, os sistemas garantem a integração e a automatização de todas as etapas, reduzindo o risco de equívocos e aumentando a eficiência e a agilidade.  Com sistemas especializados, torna-se mais simples estabelecer métricas relativas a cada etapa do processo logístico: é possível acompanhar as movimentações, conhecendo seus custos, documentos fiscais necessários e outros cuidados. Com esses dados em mãos, é possível descobrir melhorias que resultem na otimização do processo logístico, reduzindo os custos e tornando a empresa mais inteligente.  Entre as métricas que podem ser acompanhadas, é possível citar taxa de perdas, ruptura de estoque, giro, entregas realizadas no prazo e com atraso, pedidos recusados, tempo médio de deslocamento, custo médio, entre outros pontos. Cada companhia conta com seus próprios departamentos, interesses e cuidados, mas é importante que esse monitoramento seja feito de forma frequente.  Demandas atuais e do futuro  É importante que as soluções de logística adotadas estejam em linha com a necessidade das empresas e de seus colaboradores. Por exemplo, o uso de aplicativos facilita a rotina de profissionais que estão diariamente nas estradas e ruas, incluindo o cumprimento de obrigações como o vale-pedágio, o Documento Eletrônico de Transporte (DT-e) e o pagamento eletrônico de frete.  Por vezes, as empresas não percebem pequenas etapas do fluxo de trabalho que interferem em todo o processo, em especial a conferência. Muitos negócios sentem receio dos processos automatizados dos sistemas e confiam nas operações manuais, que são mais lentas e sujeitas e equívocos.  Quando se garante a automatização e integração de todas as informações, ocorre a otimização do processo logístico, tendo como consequência a garantia do cumprimento das exigências fiscais, a redução de custos e o aumento de agilidade.  O NDD Frete é a solução ideal para o embarcador e para o operador logístico. Entenda as vantagens da solução neste link. 

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