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Author name: Lya Michels - Analista de Marketing NDD

Artigos, Destaque - Cargo | Frete, Entrega, Transportes e Logística

Quais as diferenças entre embarcador e operador logístico

Segmento optou pela especialização nos últimos anos, fazendo com que o embarcador contrate um operador logístico para o manuseio e entrega de produtos  No último artigo, apresentamos alguns conceitos mais amplos sobre logística, entre eles modais de transporte e supply chain. Mas há, ainda, algumas confusões a respeito de dois termos: embarcador e operador logístico. Isso se deve principalmente à profissionalização do segmento, o que fez com que muitas empresas terceirizassem os serviços de transporte.  Conforme explicamos no artigo referente ao Código Identificador da Operação de Transportes (CIOT), é preciso ficar atento às orientações e regras estabelecidas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A entidade regula, supervisiona e fiscaliza atividades relacionadas aos serviços de transporte em todo o país.  Em 2007, foi sancionada a lei 11.442, que dispõe sobre o transporte rodoviário de cargas por conta de terceiros e mediante remuneração. Posteriormente, a instituição foi instituindo novas regras e exigências via Resoluções, como cadastro, formas de remuneração, entre outros pontos sensíveis.  Percebe-se que a própria legislação não só estabelece como criou um documento, o CIOT, que visa assegurar que transportadores autônomos, empresas e cooperativas do segmento tenham tranquilidade para executar o seu trabalho. Além disso, o documento também simplifica a fiscalização, já que as informações referentes ao frete estão evidenciadas e de fácil conferência.  Do embarque à entrega: garanta a eficiência e segurança do transporte de mercadorias com o NDD Frete. Acesse e saiba mais sobre a solução.    Embarcador, operador logístico e transportador  Nos últimos anos, o segmento de logística passou a se concentrar em inúmeros aspectos, como a gestão eficiente de supply chain, optando pela terceirização do transporte propriamente dito.  Pode parecer incoerente, mas se tornou uma praxe do setor: empresas de logística que não dispõem de frota própria contratam operadores logísticos para realizar este trabalho. Um dos motivos por trás são as exigências fiscais, que tomam muito tempo e dificultam a vida das corporações – como o DT-e.  Dentro desse contexto, criam-se as figuras do embarcador e do operador logístico. O embarcador é o dono das mercadorias que precisam ser deslocadas de um ponto para outro e contrata uma empresa ou profissional responsável por essa tarefa, o operador logístico.  Enquanto o transportador apenas responde por levar produtos da origem para o destino, o operador logístico é uma figura mais especializada. Além do transporte propriamente dito, ele gerencia armazenagem, separação, manuseio e embalagem. Na maior parte dos casos, os transportadores são contratados pelos operadores logísticos.  Em um mundo cada vez mais segmentado, as companhias optam por terceirizar os seus serviços para empresas especialistas em uma tarefa. Portanto, essas organizações assumem a responsabilidade – mediante contrato – de levar itens do embarcador para o cliente final, tornando-se um elo fundamental na satisfação do cliente até a chegada do produto e no cumprimento de exigências legais.  Com uma empresa ou profissional externo, torna-se mais simples de fazer cobranças, estipular metas e garantir a satisfação dos clientes, sem realizar investimentos em veículos, tecnologias e sistemas. Os operadores de logística aportam recursos em soluções, como o planejamento de rotas e a gestão de fretes, de modo a tirarem o melhor dos seus veículos e responderem pelas obrigações fiscais.  Uma importância estratégica  De forma simples, é possível afirmar que o embarcador responde pela gestão de estoque. Seu papel é fazer com que esses itens sejam entregues ao operador logístico, na quantidade, qualidade e prazo estipulado. Dali em diante, é o transportador quem vai estabelecer a rota, qual a frota mais adequada e garantir que o cliente (seja o consumidor final ou um varejo) recebam os itens.  De certo modo, a atuação do embarcador e do operador logístico é interdependente e muito estratégica, em especial para o embarcador. O cliente final espera receber a mercadoria no prazo estipulado, independentemente de quem será o responsável pela logística.  Embora a prática do mercado seja a terceirização, é comum a existência de parcerias entre empresas para se certificar de que os produtos foram entregues e os seus detalhes. O uso de localizadores nos veículos associado à atualização dos sistemas com as informações de entregas em tempo real resulta em um aumento da qualidade de dados e na capacidade de fazer análises sobre o serviço e seus resultados.  O NDD Frete é a solução ideal para o operador logístico e para o embarcador. Entenda mais sobre as vantagens do uso desta ferramenta! 

Artigos, Destaque - Cargo | Frete, Frete, Transportes e Logística

Conheça alguns dos principais conceitos de logística

Listamos cinco jargões comuns ao meio que nem sempre são totalmente compreendidos: saiba mais sobre cada um deles  É comum falarmos sobre gestão de frete, frotas, transporte rodoviário, entre tantos outros termos recorrentes no jargão da logística. Para muitas pessoas, porém, essas concepções são desconhecidas ou não estão totalmente difundidas. Neste artigo, vamos abordar alguns dos principais conceitos da logística.  Quer aumentar a eficiência do transporte de mercadorias? Conheça o NDD Frete.  Modais de transporte  De forma simples, um modal de transporte é a forma escolhida para tirar o produto de um endereço até chegar ao seu local de destino: rodovia, ferrovia, aerovia, hidrovia e dutos são os meios mais tradicionais.  Se o carregamento for feito por um modal, trata-se de uma logística unimodal; intermodal significa que houve trajetos com meios distintos, com contratos específicos; no multimodal há também a separação, mas em acordo único.  No Brasil, o modal de transporte mais usado é o rodoviário: ele representa mais de 60% do total de cargas transportadas no país. Em alguns locais, o meio hidroviário é muito usado, e os planejamentos governamentais contemplam o investimento em ferrovias, visando a ampliação do modal ferroviário – algo que é comum em muitos países desenvolvidos por ser mais barato, rápido e eficiente.  Supply chain  A tradução literal é “cadeia de suprimentos”. O termo também é conhecido como “cadeia logística” e significa todo o processo pelo qual um produto passa: da aquisição da matéria-prima até a entrega ao consumidor. Inevitavelmente, a logística faz parte do supply chain, seja para garantir a chegada de suprimentos para a produção ou o envio ao consumidor final.  Nesse quesito, o gerenciamento adequado de estoque é fundamental para a logística. Afinal de contas, como é possível vender um produto que não está sob o seu controle? E a logística tem um papel preponderante também na produção: é por meio dela que haverá o reabastecimento de produtos e/ou suprimentos.  Há forte interação entre o setor de estoque, de vendas e de logística, especialmente com o uso da tecnologia para auxiliar nestes aspectos. Uma boa gestão de supply chain permite que a empresa se mantenha sempre em operação, sem quebras produtivas por falhas no abastecimento, incluindo a logística e a distribuição de itens.  Supply chain management (SCM) ou gestão da cadeia de suprimentos  Gerenciar toda a compra de produtos, estoque, venda e entrega ao consumidor final não é simples. Imagine em uma indústria automobilística: são inúmeras peças que precisam ser monitoradas até que o veículo esteja pronto e possa ser enviado às concessionárias. Em empresas do ramo de alimentação, o SCM se envolve até mesmo no plantio e colheita da matéria-prima.  O sucesso dessa estratégia depende da integração do SCM a vários setores: da área de qualidade, passando pela de compras, vendas, atendimento ao consumidor, relação com fornecedores, entre outros. Na prática, a gestão da cadeia de suprimentos representa o processo voltado ao planejamento de fluxos de bens, serviços, finanças e informações para garantir a operação de um negócio.  Gestão de frotas  Voltando ao exemplo da indústria automobilística: imagine que a empresa produza uma quantidade média de veículos por mês. Ela precisa se planejar para garantir que a sua produção seja entregue aos clientes finais, via concessionária; e que também sejam enviados aos Centros de Distribuição, para que haja um estoque mínimo, entre outros pontos.  Trata-se do gerenciamento dos veículos adotados no transporte ou prestação de serviços, independentemente do porte empresarial. Em geral, são controlados por indicadores, como consumo de combustível, quilometragem rodada e rotas percorridas – que podem ser planejadas automaticamente. O propósito é ser o mais produtivo possível: aumentar a eficiência de logística com o menor custo.  Jornada dos motoristas  Embora haja tecnológicos com discussões sobre direção autônoma, o segmento de transporte ainda depende do trabalho dos motoristas. O uso da frota precisa ser ajustado ao número de profissionais e as métricas reais de cumprimento das entregas. Essas estimativas devem considerar o respeito aos limites de velocidade das estradas e o cumprimento da legislação trabalhista referente aos profissionais.  A Lei 13.103/15 dispõe sobre o exercício da profissão, estabelecendo critérios de descanso, tempo de espera para descarregamento/carregamento de cargas, fracionamento de repouso, possibilidade de repouso em movimento (caso haja dois condutores), entre outros detalhes.  Como pode se perceber, a logística é um conceito amplo e fundamental para o bom resultado de uma empresa. Trata-se de uma engrenagem estratégica, que depende de uma série de ajustes para que consiga atuar a plena capacidade. E a tecnologia é uma importante aliada, coletando dados e fazendo análises para que sua operação seja a mais fluida possível.  Precisa de uma solução capaz de interligar diferentes sistemas para melhorar a eficiência de sua cadeia logística? Fale com um de nossos especialistas e conheça mais detalhes sobre o NDD Frete. 

Artigos, Transportes e Logística, Vale Pedágio

Pedágios: reajustes durante o mês de dezembro de 2021

Confira as principais atualizações que ocorreram no mês de dezembro de 2021 nas rodovias do país Trecho da BR-040 entre Brasília e Juiz de Fora sofre aumento  No dia 20 de dezembro foi aprovado pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) o aumento nas taxas de pedágio entre Brasília e Juiz de Fora. A concessionária Via 040 reajustou em 10,25%, e a tarifa passou de R$ 5,30 para R$ 5,80.  O reajuste foi calculado com base no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Irá impactar diretamente 11 praças de pedágios, em um percurso de mais de 936 quilômetros.  Confira as cidades:  Cristalina (GO)  Paracatu (MG)  Lagoa Grande (MG)  João Pinheiro (MG)  Canoeiras (MG) Felixlândia (MG)  Curvelo (MG)  Sete Lagoas (MG)  Itabirito (MG)  Conselheiro Lafaiete (MG)  Juiz de Fora (MG)  Pedágios da Via Brasil sofrem reajuste  As praças de pedágio administradas pela Via Brasil sofreram aumento no dia 18 de dezembro. O valor passa a ser de R$ 9,60 para veículos de passeio e R$ 4,80 para motocicletas, nos trechos na rodovia MT-100 (km 11, em Alto Taquari, e km 83, em Alta Araguaia).  A autorização do reajuste foi publicada no Diário Oficial do Estado do Mato Grosso no dia 17 de dezembro e também foi com base no no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). 

Abastecimento, Artigos, Transportes e Logística

8 vantagens da parceria NDD Cargo e Pró-frotas que beneficia empresas e motoristas

Tecnologia das soluções resulta em vantagens de gestão para as empresas no planejamento e monitoramento de fretes, além de dar autonomia aos condutores na rotina do dia a dia Otimizar o gerenciamento de fretes e o consumo de combustível e melhorar a oferta de serviços e facilidades aos motoristas profissionais que atuam nas estradas do país são alguns dos principais objetivos das empresas que atuam no segmento de transportes. É impossível atingir esses propósitos sem contar com o apoio da tecnologia.  O uso de roteirizadores e o abastecimento digital fez com que o planejamento das empresas se tornasse mais simples. E, para quem passa o dia em frente ao volante, as facilidades digitais também tornaram o dia a dia mais simples, aumentando a segurança, reduzindo tempo de estrada e otimizando o abastecimento e as manutenções.  Para atingir esses objetivos, o NDD Cargo conta com a parceria do Pró-Frotas. A soma das funcionalidades das duas plataformas garante uma gestão segura das transações financeiras para fretes e abastecimentos, além de uma oferta de diversos serviços para fidelizar motoristas. A união das ferramentas traz benefícios no planejamento empresarial e no dia a dia dos motoristas.  O NDD Cargo é uma solução digital para gestão segura de meios de pagamento para frete e abastecimento. E agora, conta com todas as suas funcionalidades e benefícios, unidas com todas as vantagens do Pró-frotas. Acesse o vídeo para saber mais!  Confira 8 vantagens do NDD Cargo:  1 – Abastecimento digital de forma simples, ágil e segura, com uma rede de atendimento espalhada por todo o país nas principais rodovias e rotas tomadas pelos condutores. As operações manuais resultam em um grande trabalho operacional que se torna incipiente, visto que não há confiabilidade das informações por necessidade de conferências de notas impressas e fechamentos constantes de pagamentos.  2 – Obter preço competitivo pelo combustível, em negociações constantes para atingir menores taxas em posto. As parcerias com o posto Ipiranga geram vantagens e uma melhor capacidade de negociação, aumentando a margem dos fretes – algo fundamental em um ambiente competitivo. Além disso, geram vantagens em programas de fidelidade criados por essas marcas.  3 – Descoberta de rotas de menor custo, que tornam mais simples o planejamento por parte da empresa, incluindo em relação às taxas de pedágio. As ferramentas permitem ao motorista também identificar caminhos mais rápidos em eventualidades.  4 – Eliminação da necessidade de dinheiro, o que aumenta a segurança para as empresas e para os motoristas. Há a possibilidade de realizar transferências digitais, sem tocar em dinheiro físico. A digitalização dessas informações e controle reduz a possibilidade de fraudes em abastecimentos, o que é comum em gestões manuais e baseadas em dinheiro.  5 – Possibilidade de sacar recursos em postos credenciados com taxas reduzidas está entre as funcionalidades, o que pode ser necessário em viagens para locais muito distantes dos grandes centros urbanos, dando autonomia e flexibilidade ao condutor. Em um país continental como o Brasil, a diversidade de realidades exige soluções que fogem do padrão.  6 – Consultas a saldos e a extratos, já que as informações estão centralizadas nos sistemas usados pelas empresas e também podem ser obtidas via aplicativo pelos motoristas, dando mais tranquilidade para todos os envolvidos no frete.  7 – Os sistemas centralizam todas as informações financeiras (débitos, vale-pedágio, combustível) em um mesmo local, tornando o gerenciamento destes dados mais simples pelos executivos responsáveis pela tomada de decisão. É possível monitorar um frete de forma específica, fazer recortes por tipos de produtos, por motorista, por período, entre outros tipos de filtros.  8 – Suporte 24 horas para os motoristas, auxiliando na resolução de situações que fujam do padrão do dia a dia.  Quer sentir na prática os benefícios do NDD Cargo para o seu negócio e para os colaboradores da sua equipe? Solicite uma demonstração da plataforma e fale com um de nossos especialistas. 

Abastecimento, Artigos, Destaque - Cargo | Frete, Frete, Transportes e Logística

5 dicas para otimizar o gerenciamento de fretes e o consumo de combustível

Do abastecimento digital ao uso de roteirizadores: a tecnologia se tornou uma aliada imprescindível para empresas do segmento de transportes Ter sucesso no gerenciamento de fretes e otimizar o uso de combustível se tornou mais do que uma necessidade para as empresas do setor neste ano. O custo dos insumos subiu ao longo de 2021, tornando essa gestão fundamental para o sucesso dessas empresas. Para se ter uma ideia, a gasolina registrou aumento de 73%, enquanto o do diesel foi de 65,5%.  É impossível falar no setor de fretes sem combustível. Por outro lado, pode-se encontrar saídas para tornar mais efetivo o uso dos veículos – e, consequentemente, do combustível. No entanto, é praticamente inviável falar em mais eficiência nesta área sem o uso da tecnologia.  Não se trata apenas de disponibilizar sensores nos caminhões para que as viagens sejam monitoradas da maneira adequada, mas focar em um planejamento mais eficiente e correto do uso da frota. Listamos algumas dicas para tornar este processo mais inteligente, o que torna as companhias do segmento mais competitivas, já que conseguem ter preços mais atrativos e maior margem de venda.  Veja algumas dicas para ter sucesso na estratégia de tirar o melhor deste insumo e tornar o transporte mais seguro e eficiente, o que beneficia a empresa de transporte, o cliente final e o condutor.  Inteligência na gestão de fretes é o caminho para se tornar mais competitivo e eficiente em um mercado cada vez mais disputado. Saiba mais sobre o NDD Cargo!  1 – Use roteirizadores – Conforme apontamos neste artigo, estas ferramentas auxiliam os negócios a tomar decisões mais inteligentes baseadas em seus próprios parâmetros. É possível definir o roteiro mais inteligente com base no total de gastos de um trajeto, no ajuste de uso da frota à carga, no consumo de combustível e no tempo estimado de viagem, entre outros aspectos. Esses sistemas emitem alertas de passagens de custos de pedágios e de eventuais barreiras que impeçam a chegada de um veículo.  2 – Garanta o compliance – Se o combustível já está em um custo elevado, uma transportadora não pode se dar ao luxo de desrespeitar a legislação e tomar multas ou mesmo ter que retornar um frete por erros na documentação. Garanta que as ferramentas tecnológicas não apenas planejem o melhor caminho, mas consigam conciliar as necessidades fiscais, caso do vale-pedágio ou do DT-e.  3 – Ajuste o peso da carga – Ajustar a frota à carga é uma arte da gestão de frete. É preciso entender os tipos de veículos, seu consumo e qual a melhor estratégia. Nesse contexto, vale destacar a necessidade de respeitar os limites de carga: além de potencial desrespeito à lei, veículos acima do peso consomem mais combustível, têm mais gastos de manutenção e colocam a vida do condutor em risco.  4 – Atenção à manutenção preventiva – É de conhecimento comum que veículos bem cuidados consomem menos combustível. No entanto, para muitos, a manutenção preventiva é vista como um gasto desnecessário. Ao contrário do que se imagina, este cuidado reduz os custos de consertos mais graves e, ao mesmo tempo, aumenta a segurança da viagem e dos próprios condutores.  5 – Abastecimento digital – Contar com parceiros eficientes é importante. O custo dos combustíveis está elevado, mas a qualidade é um aspecto que não pode ser esquecido, especialmente se houver ganhos na gestão e na flexibilidade. Combustíveis inadequados resultam em danos ao sistema e comprometem a performance do veículo: ou seja, é o famoso barato que sai caro.  Nesse contexto, muitas empresas estão adotando ferramentas para garantir o abastecimento digital. Trata-se de um tipo de aplicativo voltado para a gestão desses gastos, com um portal único, que facilita o controle por parte dos gestores e oferece uma experiência mais fluida aos condutores. Em um país continental como o Brasil, essa facilidade otimiza a performance, reduz riscos e garante mais controle.  A necessidade do transporte rodoviário é fundamental e o valor dos combustíveis interfere diretamente nas empresas de transporte. Porém, é possível encontrar meios para otimizar os fretes e garantir mais segurança e eficiência das entregas com o menor custo.  Simplifique e otimiza a gestão de sua frota e dos fretes. Fale com um de nossos consultores e conheça os diferenciais do NDD Cargo! 

Artigos, Transportes e Logística, Vale Pedágio

Pedágios: reajustes durante o mês de novembro de 2021

Confira as principais atualizações que ocorreram no mês de novembro de 2021 nas rodovias do país  Praças de pedágio no estado de Mato Grosso sofreram aumento  Foi autorizado pela AGER (Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso) o reajuste na tarifa básica de pedágio. A concessionária Via Brasil, administradora do trecho localizada nas rodovias MT-320 e MT-208, passou os valores para R$ 9,40 como tarifa teto. Confira os valores atualizados abaixo:  As praças que contemplam os trechos são: Colíder, Nova Canaã do Norte e Alta Floresta.  A concessionária se compromete a realizar trabalhos de manutenção, construção de melhorias, restauração e melhorias na prestação dos serviços prestados aos usuários da rodovia durante o período de contrato. Pedágios em rodovias do Paraná não serão mais cobrados  O Governo do Estado do Paraná não renovou o contrato com as concessionárias Econorte, ViaPar, Ecocataratas, Rodonorte, Caminhos do Paraná e Ecovia. Essas empresas administravam mais de 2,5 mil quilômetros de rodovias federais e estaduais, com contratos assinados nos anos 1990.  A responsabilidade pelas rodovias ficará agora sob responsabilidade do Estado e da União. O Governo do Estado fará a manutenção das rodovias estaduais, enquanto o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes cuidará das rodovias federais.  As praças de pedágio ficarão desativadas até que o novo modelo de concessão seja implementado. Enquanto isso, o patrulhamento dos locais será de responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal para as estradas federais (BR) e da Polícia Militar para as estradas estaduais (PR).  Praças de pedágio na região de Riberão Preto e Franca sofrem aumento  As praças de pedágio em Guatapará (SP), São Simão (SP), Batatais (SP) e Restinga (SP) sofreram aumento de 10,24%. As praças são de responsabilidade da concessionária Arteris Via Paulista.  Segundo a concessionária a percentagem foi calculada com base no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O reajuste foi publicado no Diário Oficial do estado no dia 20 de novembro.  As praças que terão novos valores são: Guatapará, Boa Esperança, Jaú, Botucatu, Itaí, Coronel Macedo, São Carlos, Santa Rita, São Simão, Batatais e Restinga.  Praças de pedágio no Rio de Janeiro sofreram reajuste  As tarifas de pedágio da Rodovia BR-101, no trecho entre a Ponte Rio-Niterói e a fronteira do Estado com o Espírito Santo, sob administração da Autopista Fluminense sofreram aumento. O valor foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e passará dos atuais R$ 6,00 para R$ 6,10; motos vão pagar R$ 3,05 e o eixo comercial será de R$ 6,10.  As praças de pedágio que sofrerão com os reajustes serão: Pedágio Casimiro Abreu, Pedágio Conselheiro Josino, Pedágio Rio Bonito, Pedágio São Gonçalo, Pedágio Serrinha. 

E-books e Infográficos, Materiais

E-book: Guia Completo do CIOT e PEF

A movimentação rodoviária representa em torno de 60% do transporte de cargas do país. Em 2020, foram produzidos cerca de 90 mil caminhões, o principal veículo usado para essa finalidade. Nesse e-book vamos explorar a documentação necessária para estar em conformidade com as leis, explicar o que é o CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte) e o PEF (pagamento eletrônico de frete). Tenha acesso ao Guia Completo do CIOT e PEF preenchendo o formulário abaixo! Clique aqui

Artigos, Destaque - Cargo | Frete, Entrega, Transportes e Logística

O que é um canhoto eletrônico e qual a sua importância?

Canhoto eletrônico representa a comprovação de entrega de mercadorias, seja para empresas (B2B) ou clientes finais (B2C), simplificando a gestão destas informações para as empresas e para o fisco  Se você já recebeu uma mercadoria em casa, já passou pelo processo de assinar uma confirmação de entrega em tablets ou smartphones, certo? Na maioria dos casos, basta dar um visto em informações que garantem o horário, endereço, entre outros dados da logística. Esta assinatura é normalmente usada no comprovante de entrega eletrônico, também chamado de canhoto eletrônico.  Instituído em 2019 por meio de Nota Técnica, o canhoto eletrônico ou digital é importante por certificar os principais dados referentes à entrega de um pedido – seja em negócios entre empresas (B2B) ou com o consumidor (B2C) – , agilizando a parte final da cadeia logística. Trata-se de um ponto fundamental para o e-commerce, que vem experimentando grande crescimento no país.  No primeiro semestre de 2021, o comércio eletrônico atingiu R$ 53,4 bilhões em faturamento no país, um crescimento de 31% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são oriundos da 44ª edição do Webshoppers, relatório elaborado pela Ebit Nielsen.  Integre a gestão de frete e de frota com uma solução desenhada para esse propósito. Conheça o NDD Cargo!  Quais os objetivos do projeto?  Antes de sua introdução, as empresas e transportadoras usavam o canhoto da Nota Fiscal, contido no Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) ou Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), Danfe ou Dacte, para comprovar a entrega da mercadoria a um destinatário.  Esta garantia era um pedaço de papel físico, o que exigia muitos cuidados por parte das companhias em sua gestão para evitar extravios e deterioração, já que precisariam ser arquivados por cinco anos.  Atualmente, o canhoto digital pode se integrar de modo digital ao CT-e ou à Nota Fiscal Eletrônica NF-e. No CT-e, a transportadora ou empresa que assume o papel da entrega são responsáveis pelo documento. Na NF-e, a própria emissora deve garantir o canhoto digital, se a entrega for feita com frota própria.  Assim como muitos outros documentos fiscais, o canhoto eletrônico se enquadra em um mundo no qual a gestão de informações digitais se torna mais simples do que a física. Além disso, há uma série de fatores referentes à entrega de mercadorias que precisavam ser regulados.  Entre os propósitos do canhoto eletrônico, destacam-se:  Padronização da prova de entrega: Havia muitas discrepâncias na forma de operação das companhias, o que dificultava fiscalizações e as próprias confirmações. Independentemente de ser um negócio B2B ou B2C, houve universalização do formato e das informações necessárias.  Transparência – Em processos administrativos ou judiciais que envolvam a relação emissor/destinatário da NF-e, torna-se mais simples identificar o responsável por eventuais irregularidades.  Fortalecer negócios multicanais – São cada vez mais comuns negócios realizados via internet com retirada em lojas físicas. Os processos omnichannel se tornam mais simples com esse documento.  Eliminar o papel na comprovação – Trata-se de um benefício tanto para as empresas quanto para o governo, visto que a digitalização permite a checagem das entregas de forma mais rápida pelos órgãos fiscais. Para as empresas, diminui a necessidade de espaços exclusivos para guardar essas informações.  Mais facilidade para empresas de logística – Antigamente, um caminhão passava o dia fazendo entregas e, ao fim do expediente, eram coletados os comprovantes impressos, que precisavam ser armazenados. Agora, a cada logística de entrega concluída, os arquivos podem subir imediatamente, respeitando as informações necessárias.  Por que o canhoto eletrônico é importante?  Assim como em outros documentos fiscais, a digitalização das informações torna o processamento de dados mais preciso e simples, especialmente se houver planejamento adequado por parte das empresas.  Dessa forma, reduz-se a insegurança jurídica do processo, há incremento na relação com o consumidor (em caso de extravios ou outros problemas) e acesso rápido às informações, caso seja necessário recuperá-las. Ainda não se trata de um documento obrigatório, mas acabou ganhando corpo entre as companhias por inúmeros motivos.  Entre as vantagens para as empresas e para o consumidor, é possível mencionar:  Redução de custos – Se pensarmos em uma grande varejista com atuação nacional, é possível imaginar o tamanho do espaço para armazenar comprovantes de papel.  Mais segurança jurídica – As companhias deixam de ter custos judiciais por eventuais extravios, deterioração ou comprovantes perdidos.  Fácil acesso – Dados podem ser acessados de forma quase imediata, o que permite dar retornos para o consumidor.  Embora ofereça mais segurança e se torne uma etapa importante para as empresas que operam no setor de logística e para quem recebe mercadorias (sejam empresas ou consumidores finais), soluções específicas em tecnologia garantem tranquilidade e segurança para as companhias que operam neste segmento em relação ao canhoto eletrônico.  Fale com um de nossos especialistas e conheça os diferenciais do NDD Cargo. 

Transportes e Logística, Vale Pedágio

Pedágios: reajustes durante o mês de outubro de 2021

Confira as principais atualizações que ocorreram no mês de outubro de 2021 nas rodovias do país  Rodovia que liga o Litoral Norte baiano sofre aumento  No dia 18 de outubro as praças de pedágio da Rodovia Estadual BA-099 que liga Lauro de Freitas às praias do Litoral Norte baiano sofreram aumento de 9,68%.  A AGERBA, agência que regula o serviço na Bahia, autorizou o reajuste conforme previsão contratual e com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA).  Confira abaixo a tabela com os valores: Tipo de Veículo Tarifa Dias Úteis TarifaFeriado e Finais de Semana   Automóvel, caminhonetes e furgão    R$ 7,90     R$ 11,80    Caminhão leve, ônibus, caminhão trator e furgão    R$ 15,80     R$ 23,70    Automóvel c/semi-reboque e caminhonete c/semi-reboque    R$ 11,80     R$17,70    Caminhão, caminhão trator, caminhão trator c/semi-reboque e ônibus   R$ 23,70    R$ 35,50    Automóvel c/ reboque e caminhonete c/ reboque    R$15,80     R$ 23,70    Caminhão c/ reboque e caminhão trator c/ semi-reboque    R$ 31,50     R$ 47,30    Caminhão c/ reboque e caminhão trator c/ semi-reboque    R$ 39,40     R$ 59,10    Caminhão c/ reboque e caminhão trator c/ semi-reboque    R$ 47,30     R$ 71,00    Motocicleta, motoneta e bicicleta a motor    R$   3,90     R$ 5,90    Fonte: Correio 24h Começa a operar nova praça de pedágio em Santa Maria da Serra, em São Paulo  A nova praça de pedágio na Rodovia Geraldo de Barros (SP-304) entre São Pedro (SP) e Santa Maria da Serra (SP) começou a funcionar a partir do dia 16 de outubro.  O valor da cobrança manual para carros de passeio é de R$ 6,40 e para motocicletas R$ 3,20, e varia para outros veículos conforme a quantidade de eixos. A administração ficará por conta da concessionária Eixo SP. 

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O que o DT-e muda para caminhoneiros, embarcadores e transportadores?

Listamos 5 vantagens para cada um deles na trilogia de artigos sobre o DT-e, considerada uma revolução no transporte do Brasil  Aguardada pelos players do setor de logística, o Documento Eletrônico de Transporte (DT-e) surgiu com três objetivos principais: unificar, reduzir e simplificar dados sobre cadastros, registros e licenças; subsidiar a formulação, o planejamento e a implementação de ações no âmbito das políticas de logística e transporte; e custear o planejamento, a execução e a promoção de tecnologia para o segmento. Mas o que o DT-e muda no dia a dia da maioria dos negócios?  O DT-e interfere em uma série de questões da rotina. Uma das grandes alterações é o fim do Código Identificador de Operação de Transportes (CIOT). Além disso, obrigações de transportadores e embarcadores, como o pagamento de vale-pedágio, serão detalhados ao longo do documento, o que facilitará a comprovação de seu pagamento.  Embora não haja alterações sob a ótica fiscal, já que a NF-e, o CT-e e o MDF-e não serão impactados, conforme mostramos neste artigo, muitas empresas esperam reduzir a burocracia e ganhar velocidade na gestão de fretes e de frotas. Ao site do governo federal, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, considerou o DT-e como a “grande revolução do transporte no Brasil”.  “Imagina quem faz transporte de carga fracionada, que tem uma série de documentos fiscais para cada uma das mercadorias que está transportando. Imagina o volume de material impresso que vai na boleia do caminhão. Isso tudo vai acabar. O caminhoneiro vai ter tudo isso no celular”, declarou Freitas. Mas o que o DT-e muda para caminhoneiros, embarcadores e transportadores? Veja alguns exemplos abaixo:  Incremente a gestão de fretes e de sua frota com o NDD Cargo. Conheça a solução na íntegra!  O que o DT-e muda para os caminhoneiros?  Uma das expectativas com a mudança é eliminar o papel de intermediários, aumentando o rendimento dos caminhoneiros. Em uma publicação do Ministério da Infraestrutura, estima-se que o condutor pode aumentar de 13% para 39% o total recebido em fretes com o uso do documento.  – Fomento à contratação direta, sem a presença de intermediários.  – Menos paradas para fiscalização. E, em caso de ocorrências, haverá menos documentos a serem checados, o que deve resultar em menor tempo de interrupção dos deslocamentos.  – Eliminação dos documentos de papel, sendo que todas as informações relevantes estarão concentradas no DT-e.  – Combate ao uso da carta frete, conforme abordamos neste artigo.  – Será um meio de comprovação de renda, o que favorece a obtenção de crédito para os trabalhadores.  Quais os benefícios para o embarcador?  Uma das principais vantagens para o embarcador está na redução da burocracia envolvendo todos os processos. Dessa forma, é possível ganhar tempo na gestão dos fretes e, ao mesmo tempo, diminuir os riscos aos quais a companhia está exposta.  – Redução de gastos para a emissão de documentos, resultando em otimização do tempo dos colaboradores e diminuição da burocracia.  – Com menos tempo desperdiçado, existe a possibilidade de o frete ter o seu valor reduzido.  – Mais controle sobre as relações trabalhistas: há maior probabilidade de se ter mais controle sobre a ação dos intermediários, reduzindo os riscos aos quais a empresa está exposta.  – Os próprios embarcadores podem gerar o DT-e, o que dá mais tranquilidade no cumprimento de obrigações e evita a aplicação de penalidades.  – Diminuição de paradas durante o transporte. E, se houver, tendem a ser mais rápidas, pela facilidade em checar apenas um documento.  O que o DT-e muda para o transportador?  Estima-se que 20% do Produto Interno Brasileiro (PIB) esteja relacionado ao setor de transportes. Uma das esperanças é que o DT-e contribua na redução do tempo médio em paradas nas estradas, reduzindo os custos e ampliando o giro.  – Diminuição de obrigações tributárias e burocráticas, especialmente para companhias que operam de maneira intermodal: mesclando trens, navios, aviões e caminhões.  – Ganho de alternativas para efetuar o pagamento do frete, já que não há mais necessidade de um contrato para com uma Instituição de Pagamento Eletrônico de Frete (Ipef).  – Eliminação da figura do Código Identificador de Operação de Transportes, o CIOT.  – Redução de paradas, fazendo com que o frete rodoviário seja mais competitivo, na avaliação do governo federal.  – Comprovação da antecipação de pagamento do vale-pedágio, já que essa informação deve constar no DT-e.  Esperamos que os últimos três artigos tenham deixado mais claras as novidades e alterações trazidas pela introdução do DT-e no dia a dia dos negócios de transporte.  Fale com um de nossos especialistas e descubra como o NDD Cargo pode simplificar a operação do seu negócio. 

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Como vai funcionar o DT-e na prática?

No segundo artigo desta trilogia, vamos mostrar detalhes e o impacto do documento sobre outras obrigações, como o CIOT  No primeiro artigo sobre a entrada em vigor do Documento Eletrônico de Transporte (DT-e),  trouxemos as explicações essenciais sobre o seu funcionamento, respondendo a algumas questões básicas a respeito da nova obrigação. Neste texto, vamos mostrar como será o uso do DT-e na prática e o impacto em diferentes áreas do segmento de logística – em especial, embarcadores e transportadores.  O DT-e será exigido na maioria dos transportes de cargas do país, independentemente do modal. Inclusive, a ideia é que seja um documento único nos fretes que usem mais de uma  modalidade, como rodoviário e aquático, por exemplo. A exceção de obrigatoriedade está para o transporte internacional de carga ou realizado em território nacional sob o controle das aduanas.  Em termos de obrigações, o embarcador será responsável por preencher as informações (de forma automática ou manual) e por sua emissão, o que corresponde à geração propriamente dita do DT-e, além de validá-lo e de ativá-lo na operação de transporte. Você pode conferir a lei na íntegra clicando aqui.  Ou seja, são duas etapas necessárias, porém distintas feitas pela empresa contratante. O envio do DT-e validado e funcional para os transportadores (seja TAC ou autônomo) também é feito por essas companhias. Vale ressaltar que, no caso de irregularidades, a penalidade é aplicada a todos os envolvidos, inclusive os transportadores, que podem checar o DT-e antes de iniciarem o frete.  Ganhe inteligência e agilidade no preenchimento de documentos relevantes para o transporte de mercadorias no Brasil. Conheça o NDD Cargo!  O DT-e elimina documentos fiscais eletrônicos?  Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) ou Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos (MDF-e) continuarão existindo normalmente e não serão impactados pelo DT-e. Isso porque o Documento Eletrônico de Transporte não carrega natureza fiscal ou tributária. Ou seja, as obrigações relativas aos impostos, especialmente o ICMS, seguem valendo da mesma maneira.  As informações prestadas pelo DT-e contarão com dados de cadastro, contratuais, logísticos, sanitários, de segurança, ambientais e com os pagamentos (inclusive do frete e de seguros). É possível que informações estaduais e municipais sejam incorporadas, no entanto, para que isso aconteça, há necessidade de se firmar convênios.  Apesar das obrigações fiscais persistirem, o fato de os demais dados estarem em um mesmo documento simplifica a fiscalização. A promessa é de que haverá redução do tempo no qual os transportadores perdem nas estradas em inspeções.  Como ficarão o CIOT e o vale-pedágio?  O DT-e na prática vai substituir o Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) – documento que explicamos neste artigo. As informações relativas ao CIOT – da ANTT (transporte rodoviário), da ANTAQ (fluvial) e da ANAC (aéreo) – serão integradas de forma gradativa.  No caso do vale-pedágio, o DT-e terá campos específicos no qual será necessário identificar esse pagamento. Ou seja, não há qualquer mudança significativa para o transportador autônomo, que não deve ter o valor de pedágio reduzido dos seus custos.  O Pagamento Eletrônico de Frete (PEF) segue funcionando sem quaisquer alterações, sendo obrigatório em fretes realizados por Transportadores Autônomos de Cargas (TAC) e transportadores equiparados à TAC.  Como vai funcionar o DT-e na prática?  Veja o passo a passo de como o DT-e deve ingressar na rotina de trabalho de caminhoneiros, empresas transportadoras e embarcadores:  1 – Há a contratação de um TAC, com definição de hora, local, roteiro, entre outros aspectos relevantes do itinerário. Nesse contexto, já é feita a geração da DT-e.  2 – O transportador carrega o veículo e fica pronto para seguir viagem. É possível ao embarcador usar um roteirizador para determinar os melhores trajetos, baseados em diferentes parâmetros, como custo, velocidade, entre outros.  3 – Antes disso, porém, o embarcador emite a NF-e, o CT-e e o DT-e. O TAC recebe o DT-e em seu celular. É importante que ele faça essa checagem, já que também está sujeito às multas. Ao mesmo tempo, o destinatário também recebe o DT-e.  4 – O transportador pode solicitar o adiantamento de sua parcela do frete e o vale-pedágio, como já ocorria anteriormente, cumprindo as obrigações legais.  5 – O veículo segue o trajeto estabelecido pelo embarcador. Nas pesagens e fiscalizações, o documento analisado é o DT-e. No caso de incidentes, o transportador pode inserir as ocorrências direto no documento.  6 – Ao chegar no local de destino e a carga tiver sido entregue, o destinatário faz a sua conferência e marca o evento “Recebido” no DT-e.  7 – O contratante confirma a entrega, autoriza o repasse do restante do pagamento (em caso de adiantamento) ou o total para o transportador.  8 – Embarcador encerra o DT-e. Se os pagamentos forem feitos conforme o combinado, o transportador também confirma o fim da operação. Os comprovantes do DT-e servem para o TAC como um comprovante de renda.  No próximo artigo, vamos abordar quais as vantagens do DT-e para os caminhoneiros, para o embarcador e para empresas com frotas próprias.  Fale com um de nossos especialistas e solicite uma demonstração do NDD Cargo. 

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O que é o DT-e?

Vamos abordar os principais pontos da legislação que entrou em vigor no fim de setembro  Criado em maio deste ano via Medida Provisória, o Documento Eletrônico de Transporte (DT-e) se trata de uma iniciativa muito aguardada por muitos players do setor logístico. Vamos abordar o tema em três artigos distintos: este abordará os conceitos básicos do DT-e, o segundo tratará de seu funcionamento na prática e o último mostrará as alterações para caminhoneiros, embarcadores e transportadores. Fique ligado no blog da NDD! De acordo com o Ministério da Infraestrutura, as informações para o transporte de mercadorias regulados pela instituição estão espalhadas em 90 documentos distintos, exigidos por autoridades diversas. Isso dificulta a operação dos players do setor produtivo, mas, ao mesmo tempo, torna a fiscalização mais complexa.  Nesse contexto, o DT-e foi implantado para atingir três propósitos específicos:  – Unificar, reduzir e simplificar dados e informações sobre cadastros, registros, licenças e certidões decorrentes de obrigações administrativas por órgãos nos âmbitos federal, estadual, distrital e municipal, na realização e na contratação de operação de transporte;  – Subsidiar a formulação, o planejamento e a implementação de ações no âmbito das políticas de logística e transporte. Há o interesse em permitir a integração entre diferentes modais, quando for viável;  – Custear o planejamento, a execução e a promoção de atividades de absorção e de transferência de tecnologia no setor de transportes.  Outro objetivo da iniciativa é reduzir o tempo de apresentação de documentos em postos fiscais, o que é benéfico para o setor de logística como um todo, conforme mostramos neste artigo.  Neste artigo de hoje, vamos tratar de alguns aspectos primordiais em relação ao DT-e.  Mesmo com as alterações constantes na legislação, garanta a eficiência de sua frota e de seu frete com o NDD Cargo. Saiba como ele pode contribuir para o seu negócio!  O que é o DT-e?  Inicialmente, o Documento Eletrônico de Transporte foi instituído pela Medida Provisória 1.051, de 18 de maio de 2021. A obrigação fiscal passou a valer de forma definitiva após a sanção da Lei 14.206, no último dia 27 de setembro.  Conforme explica o artigo 1º da lei, o DT-e “é exclusivamente digital, de geração e emissão prévias obrigatórias à execução da operação de transporte de carga no território nacional”. A legislação regulamenta as regras específicas em relação à obrigação.  É possível conferir o texto na íntegra clicando aqui.  Quem deve se preocupar com o DT-e?  Trata-se de um documento relacionado aos players envolvidos no transporte. Por isso, há algumas categorias que serão diretamente impactadas – e elas abarcam um grande grupo de organizações do setor produtivo:  – Embarcadores, caso de indústrias, varejistas, tradings, entre outros.  – Contratadores de serviços de transporte;  – Empresas transportadoras;  – Operadores de transporte multimodal;  – Operadores logísticos;  – Transportadores rodoviários autônomos e equiparados;  – Entidades representativas dos transportadores autônomos.  O documento não será exigido apenas em transporte internacional de carga ou realizado em território nacional sob o controle das aduanas.  Quem será o responsável pela emissão do DT-e?  A responsabilidade pela emissão do documento é do embarcador ou do proprietário de carga. As etapas consistem na geração, na solicitação de emissão, no cancelamento e no encerramento do DT-e. No caso de subcontratação ou TAC, é dever do embarcador ou do proprietário de carga enviar o respectivo DT-e e incluir no documento a subcontratação.  A geração consiste no preenchimento, seja manual ou automático, dos formulários eletrônicos presentes no DT-e. A emissão da obrigação, por outro lado, é a validação e ativação do documento, que será usado na operação do transporte.  A emissão será paga ou gratuita?  Conforme definido em um dos objetivos iniciais do DT-e, mencionados no início deste artigo, haverá um valor a ser pago pela emissão do documento, sempre sob responsabilidade do embarcador, ainda que envolva subcontratação de condutores autônomos ou TAC. O valor arrecadado vai “assegurar toda a infraestrutura tecnológica de gestão e funcionamento do documento”, conforme cartilha elaborada pelo Ministério da Infraestrutura.  E se não houver adequação? Quais as possíveis sanções?  As empresas ficam sujeitas a diversas sanções com qualquer descumprimento em relação ao DT-e. No caso de mais de uma infração na mesma operação de transporte, as penas serão cumulativas, e a autoridade tem prazo máximo de 30 dias para expedir a notificação de autuação. Veja as penas plausíveis:  – Suspensão temporária da geração de DT-e de 30 a 180 dias;  – Cancelamento definitivo do registro da entidade em caso de reincidência após uma suspensão temporária;  – Aplicação de multa que poderá variar de R$ 550 a R$ 1 milhão, conforme o modo de transporte e os valores do frete; no transporte rodoviário, o valor máximo não deve superar R$ 10,5 mil.  Ressalta-se que os transportadores (sejam autônomos ou empresas), caso não tenham ou descumpram os dados relativos ao DT-e, também podem ser multados.  Fique atento, em breve, o blog vai mostrar como se dá o funcionamento do DT-e na prática. Continue acompanhando nossas redes sociais e saiba tudo sobre esta nova obrigatoriedade! Cadastre-se aqui e receba em seu email todas as novidades sobre o DT-e. Otimize o pagamento de fretes e o cumprimento das diferentes obrigações com o NDD Cargo. 

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Pedágios: atualizações durante o mês de setembro de 2021

Confira as principais atualizações do mês de setembro nas rodovias do país Ecosul informa redução nos valores dos pedágios da BR-116 e BR-392  A concessionária Ecosul anunciou em agosto um aumento de 7,63% nas tarifas de em cinco praças de pedágio na BR-116 e BR-392. Porém, no mês de setembro a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) solicitou redução dos valores. A medida foi publicada no Diário Oficial da União no dia 27 de setembro, baseada em determinação do Tribunal de Contas da União (TCU).  As praças de pedágio afetadas são Pedágio Capão Seco, Pedágio Cristal, Pedágio da Glória, Pedágio Pavão e Pedágio Retiro; três na BR-116, trecho entre Camaquã e Jaguarão, e duas na BR-392, entre Rio Grande e Santana da Boa Vista.  Sendo assim, os valores para veículos passeio voltam a ser de R$12,30.  ANTT apresenta proposta para possível aumento em praças de pedágios   A ANTT divulgou que avalia uma proposta para compensar as perdas de receita das concessionárias de rodovias federais que foram afetadas pela pandemia do coronavírus. O plano inclui recompor as perdas por meio de reajustes nas tarifas de pedágio cobradas dos usuários. A diretoria da ANTT ainda precisa aprovar a proposta.  

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Como utilizar um sistema de roteirizador integrado para o cálculo de vale-pedágio?

Ter mais previsibilidade e planejamento com o roteirizador permite otimizar a logística e evitar problemas com os órgãos fiscalizadores, especialmente os relacionados ao vale-pedágio  A previsibilidade é um aspecto fundamental no setor de logística, especialmente em um ano no qual os custos da gasolina e do diesel subiram incessantemente: quase 50% e 40%, respectivamente. Antecipar os gastos de maneira eficiente é importante, mas e se for possível reduzi-los, seja com entregas mais rápidas, com o uso de rotas mais inteligentes ou reduzindo o valor pago em pedágio?  Um software roteirizador é fundamental em um país no qual o deslocamento é feito majoritariamente pelo transporte rodoviário. São necessárias análises frequentes para determinar os itinerários mais atrativos. A escolha pode se dar pelo trajeto mais rápido, mais barato ou mais conveniente – em um mundo ideal, a busca é por conciliar esses aspectos, o que resulta em otimização de custos e qualidade.  A forma mais simples de atingir esse resultado está na tecnologia, especialmente com a adoção de um sistema roteirizador. A ideia é que essa ferramenta entregue os detalhes de um trajeto, indicando quais serão os seus custos estimados, conforme a calibragem decidida pela própria companhia, como mostramos neste artigo.  Outro ponto importante da ferramenta é a possibilidade de incluir custos relacionados ao vale-pedágio e outras obrigações deste transporte, o que permite uma visão mais completa sobre os valores totais e o compliance do frete.  Tomando decisões mais inteligentes  É praticamente impossível ser mais eficiente sem ter sucesso na roteirização das entregas. O seu conceito visa planejar as rotas para as demandas e capacidades de uma frota, avaliando os recursos e custos de maneira adequada.  O roteirizador avalia diversas informações que permitem ao gestor a tomada de decisões mais inteligentes e alinhadas ao perfil de cada cliente ou o propósito da empresa. Em sua programação, a ferramenta é capaz de indicar, conforme o propósito de cada companhia:  – A estimativa total de gastos em um trajeto (gasolina, pedágios e outros);  – A previsão de tempos de viagens em deslocamentos por rodovias distintas;  – Calcular o volume da carga, seu formato e quais os veículos mais adequados para o transporte, respeitando as cargas máximas previstas por lei e a frota do embarcador;  – Indicação de eventuais barreiras para caminhões especiais, como limitações de altura, que podem levar a grandes desvios no roteiro;  – Tempo estimado de viagem, incluindo a jornada de trabalho e de descanso do condutor, entre outros cuidados.  – Custos com pedágios e as formas de pagamento do vale-pedágio;  Como pode se ver, um gestor lida com inúmeras variáveis para garantir a entrega seguindo os padrões estabelecidos pela companhia e respeitando as exigências legais. É difícil obter esses números e perspectivas manualmente, e há sistemas no mercado que oferecem essa inteligência de forma integrada e com fácil aplicação para os colaboradores.  O pagamento do vale-pedágio  O planejamento do deslocamento auxilia também na gestão do vale-pedágio. O vale-pedágio foi criado para transferir a responsabilidade pelo pagamento dessas taxas ao embarcador – não pode ser acrescido ao frete e nem ter o custo repassado ao consumidor. Errar em seu pagamento pode gerar uma série de dificuldades para os embarcadores, inclusive com a aplicação de multas.  Neste artigo, o blog trouxe os dois principais erros em relação ao descumprimento desta legislação e qual o valor das penalidades no caso de irregularidades. O uso de um roteirizador garante que a empresa tenha tranquilidade no planejamento dos deslocamentos e do uso adequado da frota, assim como pode otimizar o seu pagamento, especialmente com o uso de tags eletrônicas.  As tags têm aceitação em 100% das praças de pedágio do país, dando flexibilidade e permitindo que eventuais mudanças de itinerário não gerem problemas para a empresa. Além disso, garantem a redução do tempo de viagem, resultando em mais conveniência e produtividade, pois não há necessidade de encarar filas em cada passagem de praça.  Quer colher os benefícios de um planejamento realizado com roteirizador, considerando inclusive os aspectos legais? Converse agora com um de nossos consultores e saiba mais sobre essas vantagens. 

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Como um sistema de roteirização ajuda a reduzir custos de transportadoras

Plataforma pode ser calibrada para diferentes objetivos e contribuir para a otimização do planejamento de entregas Planejar rotas é uma atividade complexa e que afeta diretamente o resultado de uma transportadora. Somente em 2021, o diesel subiu 36,6%, enquanto a gasolina encareceu 43,4%. É preciso otimizar os deslocamentos de modo a conseguir se manter competitivo, incluindo o consumo de combustível, em um cenário cada vez mais complexo e que exige mais cuidados por parte das transportadoras.  É preciso levar em conta uma série de fatores na hora de desenhar a roteirização de uma entrega, calculando a quilometragem, valores de pedágios, distâncias, eventuais restrições de altura, condições da pista e até mesmo aspectos de segurança. Com a existência desses critérios, deixar o planejamento a cargo de uma pessoa é ineficiente, e a tecnologia pode ser importante aliada visando a redução de custos.  Além disso, a eficiência desta programação garante entregas nos prazos estipulados – o que fideliza consumidores – e permite adequação do volume da carga às necessidades, o que pode reduzir o número de caminhões necessários para o transporte de uma mercadoria, repercutindo em queda de valores como combustível, pedágio e até mesmo manutenção no longo prazo.  Acompanhe e assegure a entrega de suas mercadorias em tempo real. Saiba mais!  Calibrando os sistemas  O primeiro passo de uma transportadora ao adotar uma solução capaz de planejar a roteirização de entregas é definir quais serão as prioridades do sistema. Lembre-se: seu foco pode ser tempo, diminuição de custos, aumento da segurança, diminuição de manutenções, entre outras possibilidades.  Este sistema torna sua programação mais eficiente ao apresentar cálculos, tais como:  – Estimativa de gastos de um trajeto (incluindo pedágios);  – Quantos caminhões serão necessários, adequado a sua própria frota e o respeito às cargas máximas previstas por lei;  – A previsão de consumo de combustível;  – O tempo estimado de viagem, considerando a jornada do motorista e outros cuidados.  Ao calibrar esse tipo de informação, a força de trabalho incumbida da tarefa pode fazer projeções de custos e do número de veículos necessários. Dessa forma, simplifica-se a árdua tarefa de garantir entregas mais eficazes, rápidas e com o menor custo possível.  Para muitas empresas, o planejamento é repetitivo, visto que se trata de levar mercadorias de um mesmo ponto de origem a uma destinação final. Nesse sentido, a roteirização calcula de forma automática a quilometragem, o tempo dispendido e os custos de pedágio. Mais importante: consegue otimizar as previsões de chegada e saída de veículos e suas prioridades, o que torna o trabalho mais efetivo.  Os benefícios  – Redução de custos – Com o melhor uso dos recursos existentes (motoristas e veículos), diminuem-se os custos da operação. Os softwares conseguem apontar os caminhões mais indicados para cada operação, reduzem custos variáveis ao encurtar distâncias ou evitar estradas danificadas e otimizam o foco da força de trabalho. É possível ampliar a margem de lucro e aperfeiçoar a precificação com os sistemas.  – Cronogramas cumpridos – Há um aumento da qualidade e agilidade das entregas, visto que o software é capaz de prever com exatidão os tempos estimados. Dessa forma, garantem-se clientes mais satisfeitos e também a otimização de entregas.  – Tomada de decisão mais assertiva – Os sistemas permitem acompanhamento de entregas, com a possibilidade de obter dados e informações. É viável compreender desde o tempo médio de viagem, ao índice de acidentes ou de roubos, o que amplia os subsídios para a tomada de decisões no futuro.  – Mais segurança – A qualidade da estrada e aspectos de segurança precisam ser considerados no Brasil. Por isso, é possível adotar esse tipo de cuidado na hora de fazer a roteirização, especialmente em viagens consideradas mais perigosas.  Fale com um especialista e solicite uma demonstração do NDD Cargo.

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Quais os impostos e as contribuições do CIOT?

Contribuição Sest/Senat e INSS precisam ser realizados de forma antecipada pelas empresas; saiba quais são as alíquotas  O Código Identificador da Operação de Transportes (CIOT) foi instituído em 2011, via Resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) nº 3.658. Conforme mostramos neste artigo, ele foi criado com o propósito de ser um meio de formalizar a operação de transporte de cargas, o principal modal usado, responsável por 60% da movimentação do país.  Este documento eletrônico contém todas as informações sobre a viagem: origem, destinos, transportadores, condutores, valores de frete e vale-pedágio. Além disso, somente com o seu código, é possível auditar e ter informações sobre o transporte em qualquer ponto de fiscalização do país. Dessa forma, o CIOT atendeu alguns objetivos claros:  – Combate à sonegação de impostos ou a obstrução de informações fiscais;  – Mais segurança como fim da carta-frete;  – Dar transparência e controle ao processo de transporte de cargas, com a homologação de empresas habilitadas a realizar a emissão de CIOT.  Além das diferenças para o Pagamento de Frete Eletrônico (PEF), uma das principais dúvidas relativas ao CIOT é em relação à sua tributação, o que é, aliás, uma dificuldade comum relativa aos aspectos fiscais do Brasil. As principais incidências são o Sest/Senat e o INSS. Ambos precisam ser realizados de forma antecipada, fazendo com que o motorista receba já com os descontos.  Evite equívocos na gestão de fretes e no pagamento de contribuições para colaboradores. Conheça o NDD Cargo.  Sest/Senat  Vamos começar com o Serviço Social do Transporte (Sest) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat). São entidades civis, criadas em 1993, que visam o desenvolvimento do setor de transporte no país. Suas principais atuações são na formação e qualificação de profissionais para o mercado e na assistência nas áreas de saúde, esporte, lazer e cultura, entre outras.  No entanto, esse apoio não é gratuito e precisa constar no CIOT. A contribuição para o Sest/Senat é feita por meio da retenção do pagamento no ato da prestação de serviços a pessoas jurídicas ou via pagamento mensal nas unidades da entidade existentes no país no caso de o cliente ser pessoa física. As alíquotas são de 1,5% para o Sest e de 1% para o Senat, somando 2,5% ao todo.  E como se chega ao valor? Conforme documento da própria instituição: “Quando contratado por pessoa jurídica, a contribuição é calculada, aplicando-se 2,5% sobre os 20% (salário de contribuição) do valor bruto do serviço prestado. Quando contratado por pessoa física, aplica-se 2,5% (alíquota Sest Senat) sobre o salário de contribuição previdenciária”.  Para as empresas do segmento de transportes, é importante que esse valor seja considerado já na contratação e especificamente separado, de modo a cumprir com todas as obrigações necessárias.  E o INSS?  Nesse caso, por ser um desconto habitual realizado para outros colaboradores em inúmeras frentes, a dificuldade e as dúvidas são menores. Da mesma forma que a contribuição Sest/Senat, os valores referentes ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) devem ser descontados de forma antecipada.  É preciso usar a base de cálculo de 20% do valor do frete, com desconto máximo de 11% — sendo que ele não pode ultrapassar o máximo permitido pela tabela de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) vigente. A situação é simples para os colaboradores exclusivos de uma transportadora.  No entanto, se for um transportador autônomo, é importante conhecer quais serviços foram prestados para outros empregadores para que o desconto não fique acima do permitido.  Fale com um de nossos especialistas e saiba como as soluções NDD podem dar mais tranquilidade ao seu negócio. 

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Pedágios: atualizações durante o mês de agosto de 2021

Confira as principais atualizações do mês de agosto nas rodovias do país Tarifas de pedágio caem 47% entre Tabaí e Santa Maria  A rodovia RSC-287 que compreende os trechos entre Tabaí e Santa Maria era administrada anteriormente pela EGR (Empresa Gaúcha de Rodovias). Agora, a nova administração será feita pela concessionária Rota de Santa Maria, pertencente ao Grupo Sacyr.  Com a mudança na administração da rodovia, a tarifa nas praças de pedágio de Candelária e Venâncio Aires, que hoje é de R$ 7,00 para veículos de passeio, cairá para R$ 3,70. Os valores reajustados entraram em vigor no dia 31 de agosto. As tarifas foram reajustadas conforme o IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo).  Valores na tarifa de pedágio da ViaBahia também sofre reduções  A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) publicou no dia 1º de setembro, no Diário Oficial da União, informação que autoriza a redução de pedágio da concessionária ViaBahia.   A agência realiza anualmente o reajuste e a revisão das tarifas de pedágio das rodovias federais. Em relação à revisão significa afirmar que tem como objetivo recompor o equilíbrio econômico-financeiro celebrado no contrato de concessão. Já em relação aos reajustes o objetivo principal é realizar a a correção monetária dos valores da tarifa e leva em consideração a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).  As tarifas dos pedágios das praças administradas pela Via Bahia, nas BR-324 e BR-116, foram reduzidas a partir do dia 02 de setembro. Confira os valores na tabela abaixo: ANTT altera as tarifas de pedágio da Rodovia do Aço  No dia 19 de agostos a ANTT aprovou o reajuste de seis praças de pedágio nos estados de Minas Gerais e Goiás. Os trechos contemplam da divisa entre Minas Gerais e Rio de Janeiro, entroncamento BR 116 (Dutra), explorado pela K INFRA Rodovia do Aço S.A.  As praças de pedágio que terão os valores reajustados estão localizadas na BR-050 e abrange as cidades de Araguari, Campo Alegre, Ipameri, Uberaba e Uberlândia. Confira os valores:  Ecosul anuncia o aumento no valor das tarifas de pedágio na BR-116 e BR-392  A concessionária Ecosul anunciou um reajuste de 7,63% nas tarifas de em cinco praças de pedágio na BR-116 e BR-392. Carros de passeio que antes pagavam R$ 12,30 passarão a pagar R$ R$ 12,90. Já para os caminhões dois eixos de R$ 24,70 o valor cobrado será de R$ 25,80.  O reajuste foi aprovado pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e os novos valores passam a entrar em vigor a partir do próximo dia 28 de agosto de 2021.  Novas praças de pedágio iniciaram operação em São Paulo  No dia 12 de agosto a concessionária Eixo SP iniciou a operação de sete novas praças de pedágio, instaladas em quatro rodovias do centro-oeste paulista nas cidades de Garça, Piratininga, Paraguaçu Paulista, Cabrália Paulista e Torrinha.  As praças de pedágio iniciam as suas operações com um sistema inédito no país de descontos de 5% para veículos de passeio que utilizam as cabines com cobrança automática, com tags. Confira alguns valores que serão cobrados abaixo:  Rod. Comte. João Ribeiro de Barros (SP-294) – Km 425 – Garça Cabine manual: R$ 8,80 Cabine automática: R$ 8,36  Rod. Comte. João Ribeiro de Barros (SP-294) – Km 370 – Piratininga Cabine manual: R$ 9,70 Cabine automática: R$ 9,21  Rod. Dep. Amauri Barroso de Souza (SP-304) – Km 255 – Torrinha Cabine manual: R$ 5,70 Cabine automática: R$ 5,41  Rod. Lourenço Lozano (SP-293) – Km 2 – Cabrália Paulista Cabine manual: R$ 2,90 Cabine automática: R$ 2,75  ANTT reajusta as tarifas de pedágio da Concessionária Rota do Oeste  As praças de pedágio de Pedágio Nova Mutum e Pedágio Lucas do Rio Verde tiveram seus valores reajustados. A redução é de aproximadamente R$ 0,10 no valor do pedágio cobrado para veículos de passeio. 

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