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Plataforma completa de Inteligência Fiscal-Financeira: gestão, automação e previsibilidade em cada etapa da operação.

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Conecta toda a jornada logística, do planejamento ao fechamento financeiro, em uma operação mais simples, rastreável e confiável.

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Averbação Eletrônica de Carga, gestão de apólices e automação no faturamento de seguros.

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Transformamos os desafios do mercado de serviços gerenciados em oportunidades concretas de crescimento.

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Plataforma para gestão de múltiplos dispositivos.

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Solução para gestão de impressoras e controle de impressão.

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Apoiamos as empresas a escreverem uma história ambientalmente sustentável.

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Encontre conteúdos para transformar a gestão fiscal da sua empresa, com dicas e soluções que garantem compliance e eficiência, permitindo que você foque no crescimento do seu negócio

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Descubra como reduzir custos, melhorar a agilidade e contribuir para um futuro sustentável com conteúdos feitos para embarcadores, transportadoras e operadores logísticos.

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Author name: Lya Michels - Analista de Marketing NDD

Artigos, Compliance Fiscal, Frete, Transportes e Logística, Vale Pedágio

Empresas são multadas por falta de Vale-Pedágio e Pagamento Eletrônico de Frete

É a terceira vez  neste ano que empresas de transporte são multadas pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) por falta de Vale-Pedágio Obrigatório, Pagamento Eletrônico de Frete (PEF). A notificação referente ao PEF, se dá pelo não registro do CIOT (Código Identificador de Operação de Transporte). As autuações foram publicadas no Diário Oficial da União (D.O.U), na última sexta-feira (18/08). Os processos são referentes aos anos de 2013 e 2014. Confira a lista de empresa autuadas: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=139&data=18/08/2017 http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=140&data=18/08/2017 http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=141&data=18/08/2017

Artigos, Compliance Fiscal, NFC-e

Sabia quais os cuidados sua empresa deve ter ao adotar a NFC-e

A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e), que é identificada pelo modelo 65, surgiu com o intuito de substituir a nota fiscal modelo 2 e o cupom fiscal, permitindo automatizar e padronizar as emissões de notas, reduzir o impacto operacional e aumentar o controle do Fisco perante o varejo. Este modelo é bem semelhante a NF-e, porém a NFC-e tem algumas particularidades no processo de emissão da mesma, pois traz responsabilidades aos estados, cabem a eles a publicação do cronograma de obrigatoriedade e são poucos os estados que ainda não adoram este modelo. Já sabemos que as operações de empresas varejistas irão se beneficiar, pois há redução de custos com equipamentos, homologações, obrigações acessórias, papel entre outros, assim como terá um impacto positivo aos consumidores no uso de novas tecnologias de mobilidade. Pra você que ainda não adotou, mas possui interesse na emissão da NFC-e e quer gerenciar melhor os pontos de venda, sabemos que é nesta hora que surgem diversas dúvidas de como funciona este processo. Para que você possa aderir a NFC-e com mais segurança para o seu negócio você tem algumas decisões a tomar tais como estrutural e de qual software utilizar e para você que já aderiu preparamos 13 tópicos com cuidados que devem ser tomados, para que a emissão da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica não vire uma dor de cabeça. Credenciar-se como emissor de NFC-e, na SEFAZ do seu estado onde estiver estabelecimento. Você pode utilizar a NFC-e somente em venda presencial ou venda para entrega em domicílio dentro do estado, para demais operações utilizar NF-e.Adotei NFC-e e agora?aaa É obrigatório o uso do certificado digital no padrão ICP-Brasil, com vencimento válido. Para empresas que já utilizam o modelo tradicional EFC ou em bloco, ao aderir a NFC-e de forma voluntária ou obrigatória, devem verificar a legislação do seu estado para certificar-se quanto ao uso do modelo antigo ECF. O consumidor tem direito a impressão do DANFE NFC-e e o estabelecimento pode utilizar impressoras não fiscais térmicas ou a laser. Ao invés de imprimir pode ser enviado por e-mail ou se preferir pode ser impresso o modelo completo ou resumido. Na DANFE NFC-e é obrigatório conter a chave de acesso, o código de barras bidimensional (QR Code) e em caso de mercadoria em trânsito a DANFE NFC-e deve acompanhar a mercadoria e apresentar as informações da venda. A emissão em contingência é opcional, é o contribuinte que decide se vai emitir em contingência ou não e não depende de autorização do Fisco. O contribuinte tem o prazo de 24 horas após a venda para transmitir o documento em contingência a SEFAZ em caso de problemas técnicos ou operacionais. O contribuinte pode cancelar a NFC-e após autorizada e a mercadoria não pode ter saído do estabelecimento. O prazo máximo de cancelamento deve ser 24 horas, após a autorização do uso. O emissor pode inutilizar as NFC-es que não serão utilizadas por ter ocorrido quebra da numeração. O emissor tem até o decimo dia do mês subsequente, para inutilizar as NFC-es. Emita sempre a NFC-e conforme as orientações da legislação brasileira, cuidando sempre das mudanças constantes de novas regras. É obrigatório que o contribuinte faça a guarda eletrônica dos documentos no período de 5 anos conforme a legislação.  Mantenha a sua empresa segura cumprindo as obrigatoriedades junto ao Fisco e evite o risco de punições previstas na legislação.

Artigos, Notícias Institucionais

Colaboradores da NDD participam de palestra internacional sobre inovação

Os colaboradores da NDD participaram na manhã nesta quarta-feira (09/08) da palestra “Gestão da Inovação no século XXI”, com professor italiano Roberto Panzarani. O evento foi realizado no Orion Parque Tecnológico e contou com a presença de mais de 100 profissionais. O palestrante está no Brasil para o lançamento do livro “Global: tribos, limites, líderes, redes, ecossistemas” (Editora E-papers, 2017) e aproveitou a viagem para fazer algumas agendas em Lages. Esteve também palestrando para os alunos do IFSC e nas empresas GTS do Brasil e CDL. O professor explicou sobre os ciclos de um processo de inovação, segundo ele primeiro passa por uma visão macroeconômica, em seguida é sentida na transformação do modelo de negócio, tendo como consequência a mudança organizacional, fazendo surgir novas competências. O palestrante lembrou que o modelo de negócios vem mudando ao longo dos anos e que se as empresas não estiverem preparadas vão ficar para trás. “Se continuarmos seguindo o modelo tradicional a resposta será exponencial, porque o modelo de negócio mudou. Hoje as empresas precisam de lideranças colaborativas e não de clima competitivo. Esse ecossistema é que faz florescer a motivação entre as equipes”, informa. Este novo modelo de negócio é o que o palestrante chama de ecossistema, em que vivem: consumidores, funcionários e fornecedores. O professor enfatizou que as empresas nada mais são do que uma rede de capital humano. “Por isso temos que valorizar este capital intelectual que cada pessoa possui, pois são dessas mentes pensantes que nascem as inovações”, diz. A verdadeira tarefa dos inovadores não consiste no inventar algo novo e sim na capacidade de saber recombinar as coisas que já existem. “A inovação não pode ser um esforço, ela tem que fazer parte do DNA. Para isso é preciso que os indivíduos tenham capacidade de adaptação. Como já dizia, Jack Welck, quando a taxa de mudança externa excede a taxa de mudança interna, o fim está à vista. É preciso estar aberto e não questionar as mudanças”, destaca. Com a globalização a sociedade ficou cada vez mais interligada, dados indicam que cada dia são trocados 294 bilhões de e-mails e 20 bilhões de SMS, no Facebook são postadas 250 bilhões de fotografias. Um mundo real de dados. A pergunta é: o que fazer com tudo isso? “Filtrar todas essas informações e inovar”, responde o palestrante. O presidente da NDD, Valmir Tortelli, agradeceu a oportunidade de poder repassar tais conhecimentos aos colaboradores. “Acredito que está troca de informações foi de grande valia e que todos que estiveram presentes irão repassar o que foi apresentado aqui para seus colegas e abrir ainda mais os horizontes para a inovação”, comenta. Sobre o palestrante Panzarani é professor de Gestão da Inovação e especialista em Inovação Empresarial. Atualmente se dedica ao desenvolvimento de programas de inovação para a grandes empresas e instituições. No Brasil, já publicou os livros “A Viagem das Ideias” (Editora Gente, 2006), e “Luxo for all”, com José Luiz Tejon e Victor Megido (Editora Gente, 2010).

Compliance Fiscal, Materiais, NFS-e, Webinar, Webinars

Webinar: Desmistificando a Entrada de NFS-e no SAP

Erros de digitação, cálculo indevido de impostos, falta de documentos fiscais, esses são apenas alguns dos cenários da atualidade, eles são vistos como um ‘calcanhar de Aquiles’ de muitas empresas. A Nota Fiscal de Serviço possuí algumas particularidades que dificultam, e muito, o processo de ciclo fiscal, como a variação dos layouts entre as prefeituras e a disponibilização destes dados num formato digital compatível para leitura do documento. Com a evolução da engenharia fiscal, o processo sistêmico de contabilização e registro dos documentos também mudou. Hoje as empresas viabilizam seus processos utilizando o formato eletrônico, usado para transmissão e guarda dos documentos para leitura em seus softwares de gestão. Pensando neste cenário, mostraremos neste Webinar, como a automatização dos processos já é uma realidade, respondendo questionamentos e demonstrando ainda como dar entrada em documentos de Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) no SAP da maneira como sua empresa precisa, garantindo que todos os processos que cercam o ciclo fiscal, sejam seguidos e concluídos com sucesso. SE INSCREVA, CLIQUE AQUI! Detalhes do Evento: Data: 17 de agosto 2017 Palestrantes: Ricardo Mazzochi Alliance Manager da NDD e Cristiano Almeida diretor da Tech Consulting Horário: 16h (horário de Brasília) Duração: 1 hora Onde: Você receberá o link minutos antes da transmissão

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Conciliador de cartões evita prejuízos nas transações comerciais

As vendas com os cartões de crédito ou de débito são uma prática bastante comum para qualquer tipo de negócio. Devido às comodidades e benefícios oferecidos aos consumidores, poder pagar com o cartão é condição para que muitos clientes realizem uma compra no seu estabelecimento. Para o consumidor, os cartões parecem sempre ser uma ótima opção, mas e para as empresas? Será que eles representam tantas vantagens? Certamente, aceitar cartões de crédito ou de débito indica maiores possibilidades de negócios. Porém, a empresa precisa ser organizada para administrar a demanda financeira decorrente do faturamento, bem como as políticas de cada empresa de cartão. Aceitar essa forma de pagamento acarreta em diversos custos e taxas para o seu negócio. Por isso é preciso ser estratégico para lidar com ela no dia a dia. Algumas empresas acabam contratando um profissional específico para fazer o gerenciamento do faturamento, denominado de conciliador de cartões. Porém, além de estar sujeito a falhas, esse tipo de controle costuma ser caro em razão do próprio custo da mão de obra. No post de hoje queremos tratar um pouco sobre a forma de automatizar esse processo, diminuindo os riscos financeiros para a sua empresa. Os problemas e falhas na conciliação com cartões O conciliador de cartões é um profissional que reúne todos os dados gerados pelas vendas feitas com cartão. Esse colaborador verifica a integridade das informações entre as declarações dos extratos das operadoras de cartão de crédito, débito e outros relacionados aos registros financeiros da empresa. Isso é necessário para verificar se as entradas financeiras das operadoras de cartões estão de acordo com as taxas cobradas, número de parcelas, se estão sendo depositadas no prazo, etc. Caso haja diferença a empresa precisa tomar medidas para a correção dos valores. Um conciliador de cartões lida com uma série de problemas que não se resumem apenas à divergência de valores creditados. Algumas empresas necessitam fazer antecipação desses valores e acabam se perdendo. Muitas vezes, quando as bandeiras são diversas, pode haver uma confusão com relação a aplicação das taxas. E, por fim, caso esse dados estejam incorretos e o conciliador de cartões não perceba, isso também pode acarretar em problemas para o financeiro da empresa e para o setor fiscal. Reconciliação A reconciliação com os cartões normalmente é realizada pela empresa quando as declarações são recebidas ou quando existe o fechamento do período financeiro. Caso sejam encontradas divergências, primeiro é necessário identificar o problema e depois realizar as ações corretivas. Vale destacar que muitas ações estão sujeitas a regras específicas relacionadas a taxas. Se uma empresa trabalha com várias bandeiras, por exemplo, a complexidade desse tipo de gerenciamento e as chances de erros são ainda maiores. Um caso bastante comum envolve a negociação de taxas por um determinado período junto à operadora de cartões. Finalizado o prazo é normal que a taxa volte a ser cobrada integralmente, aumentando os custos especialmente se não estava programada dentro do orçamento. Softwares Em termos de conciliação de cartão de crédito, os softwares são uma excelente ferramenta na medida em que proporcionam automatização do processo e consequentemente agilizam o trabalho, geram maior confiabilidade nos dados, diminuem erros, custos e aumentam a segurança. Um software, como o Conciliador Web, é capaz de identificar de forma rápida as incoerências no sistema, acelerando os processos de estorno e correções de falhas na operação. Você já conhecia a função do conciliador de cartões? ficou com alguma dúvida sobre o texto de hoje? Deixe seus comentários abaixo e compartilhe sua experiência!

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DANFE NFC-E: o que é e para que serve?

Como você já deve estar ciente, o projeto da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) vem para substituir o tradicional Cupom Fiscal emitido por ECF e a Nota Fiscal de venda ao consumidor, que é emitida manualmente em estabelecimentos como lojas, supermercados e no comércio varejista. Esse projeto tem como objetivo oferecer uma nova alternativa para os documentos fiscais que precisam registrar operações em que o destinatário é o consumidor final. Ele viabiliza, assim, um meio eletrônico de realizar tal operação, com validade jurídica – através da assinatura digital do remetente – e que possibilita o controle e fiscalização, pois converge para o padrão da NF-e. Diante desta nova alternativa, que é um módulo do Projeto do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), no post de hoje iremos explicar o que é o DANFE NFC-e, para que serve, entre outras particularidades. Vamos lá? O que é o DANFE NFC-e? O DANFE NFC-e nada mais é do que uma representação simplificada da NFC-e (a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica que substitui o tradicional cupom fiscal). É importante destacar que, de acordo com a legislação vigente, caso o consumidor não se manifeste, o lojista é obrigado a imprimir o DANFE NFC-e. Porém, o cliente tem a opção de solicitar que o mesmo não seja impresso, já que, uma vez consolidada a venda, é possível consultar o DANFE através do portal da SEFAZ. Essa alternativa é fantástica, pois colabora com os princípios de sustentabilidade, encorajando a diminuição do uso do papel. Pensando nisso, a previsão é de que a legislação pregue exatamente ao contrário: que o DANFE NFC-e só seja impresso caso o consumidor solicite. Para que serve o DANFE NFC-e? O DANFE NFC-e, por atuar como uma representação simplificada, tem algumas funções básicas, que, segundo a SEFAZ (2016, p.4), são: • Conter a chave de acesso da NFC-e para que se consulte a regularidade da mesma; • Conter o código de barras bidimensional da NFC-e (QR-Code) para que se consulte a regularidade da mesma, a partir de um smartphone ou tablet; • Para o caso da entrega em domicílio, o DANFE NFC-e acompanhará a mercadoria em trânsito, fornecendo outras informações básicas sobre a venda (emitente, destinatário, valores, endereço de entrega, etc.). • O DANFE NFC-e deverá ser impresso conforme as especificações técnicas definidas em manual próprio, disponível no Portal Nacional da NF-e: www.nfe.fazenda.gov.br Como você pode perceber, a função do DANFE NFC-e, em geral, é facilitar a consulta dos dados do documento fiscal eletrônico, pois parte da premissa de que o mobile está muito presente na vida dos consumidores e o uso do QR Code aproxima os consumidores das informações da NFC-e. Quando o DANFE NFC-e deve ser impresso? Essa é uma dúvida muito comum. Por isso, decidimos reservar um tópico especialmente para ela. Conforme afirmamos anteriormente, segundo a legislação, o DANFE NFC-e deve ser impresso pelo emitente na NFC-e assim que for realizada uma venda presencial, e serve como uma substituição do envio da mensagem eletrônica – ou como um complemento. Contudo, em vendas no formato em domicílio ou quando for emitida a NFC-e em contingência, a impressão do DANFE NFC-e se torna obrigatória. Este post foi útil para você? Você já utiliza o QR Code para ver suas informações sobre a NFC-e? Conte-nos sua experiência através dos comentários!

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Varejo: dificuldade em controlar os equipamentos de PDV e SAT?

Como você sabe a Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e), trouxe mudanças ao varejo brasileiro, fazendo com que seja substituído os documentos por uma forma totalmente eletrônica. E com essas mudanças, os contribuintes não precisam mais pedir autorização junto ao Fisco para utilizar softwares, ainda conseguiram flexibilidade na utilização dos equipamentos, o que gerou algumas dúvidas às empresas. Como fazer o controle dos equipamento e emitir os documentos dentro da legislação de uma forma segura e rápida? É simples, você precisa além de  equipamentos de qualidade, de um software que permita gerenciar os equipamentos. É preciso um sistema que ajude a gerir os documentos fiscais e possa fazer todo o controle de equipamento. A NDD é especialista em documentos eletrônicos e possui a solução de NFC-e, que auxilia na emissão dos documentos e faz o controle dos equipamentos PDV’s, SAT e SAT MF-e. Pensando em facilitar os processos, a empresa criou uma solução hibrida, que soluciona problemas de falta de gerenciamento dos equipamentos de todos os estados. Os estados de São Paulo e Ceará aderiram outro equipamento, além do PDV’s, eles utilizam a emissão por equipamento SAT e o estado do Ceará por SAT MF-e (Módulo Fiscal Eletrônico), os demais estados usam apenas equipamentos de PDV’s com a comunicação direta com a SEFAZ. A solução hibrida, foi pensada para facilitar os processos para as empresas que tem um cenário com muitos PDV’s, e também possuam lojas nos estados de São Paulo e Ceará, além das empresas que não possuem lojas nestes estados, mas que sentem dificuldades no gerenciamento de equipamentos, esse é sem dúvida um fator influenciador nos resultados dos negócios. Possuir um software que está dentro da legislação é muito importante, agora possuir um software que além de estar dentro da legislação, auxilie no gerenciamento dos processos e gere alertas de funcionamento do equipamento, verificando falhas e/ou indisponibilidade é ainda melhor. A solução da NDD, ao identificar uma falha ou indisponibilidade em um ou mais equipamentos, envia a nota ao equipamento mais próximo disponível evitando paradas no processo de emissão, perda de tempo e automatizando o processo seja de autorização ou cancelamento. A solução ainda realizada todo o monitoramento dos processos dentro dos equipamentos, mostrando e controlando as filas. Atenção apenas dentro do processo que utiliza SAT, que é o caso do estado de São Paulo, a utilização de mais de um SAT, fica limitada ao próprio fabricante do equipamento, então antes de adquirir um equipamento verifique a disponibilidade do mesmo. Já o estado do Ceará que utiliza SAT MF-e, não é possível utilizar mais de um equipamento. Tenha na sua empresa um software, que melhora o monitoramento, agilizando os processos, saia na frente adquirindo para sua empresa um software de qualidade que irá fazer toda a diferença no seu negócio. Descomplique e monitore da melhor forma seus equipamentos!

Artigos, Notícias Institucionais

Equipe comercial da NDD recebe treinamento na sede em Lages

Os executivos comerciais, analistas de pré-vendas e técnicos das verticais de Documentos Eletrônicos e Impressão da NDD receberam uma bateria de treinamento durante os dias 20 e 21 de junho. A maioria são colaboradores externos, portando este treinamento é uma forma de integração das equipes para um melhor desempenho e a troca de experiências. A NDD proporciona duas vezes ao ano este encontro, pois acredita que o envolvimento entre os colaboradores é de grande importância para o crescimento profissional de cada um, e a experiência de reciclar o conhecimento sobre os produtos e o mercado é garantida. Este ano a NDD inovou com um Treinamento Vivencial Noturno, realizado na Fazenda São Sebastião. O treinamento chamado de Outdoor Training, é ministrado pela equipe Dutra Treinamento. O treinamento foi realizado ao ar livre, das 19:30h do dia 21 e terminando as 13h do dia 22, isso fez com que os participantes vivenciassem cada atividade em busca da melhoria contínua. A necessidade de mudanças, a comunicação, persistência, atitude e o resultado único em nome da equipe foram destaque. O foco do evento foi liderança, persistência, comunicação, resultado coletivo, autoconfiança. Os participantes levaram para a sua vida profissional e pessoal os ensinamentos marcantes deste treinamento. Para os diretores da NDD, assim como para os colaboradores da Equipe Comercial, este treinamento foi muito importante para o crescimento profissional e pessoal de cada. Confira algumas fotos dos treinamentos:

Artigos, Notícias Institucionais

Times de Serviços e MPSC da NDD recebem treinamento para gerenciamento de projetos

Nos dias 24/07 e 25/07 os times de Serviços e MPSC da NDD, estiveram reunidos para realizar um treinamento de boas práticas em gerenciamento de projetos, ministrado pelo consultor Fabio Cruz, autor do livro PMO Ágil – Escritório Ágil de Gerenciamento de Projetos A iniciativa visa preparar os profissionais para utilização da Metodologia Ágil de Implantação NDD (MAIN), que será lançado em breve. A ideia deste treinamento surgiu da necessidade de agregar conhecimento e informação para os times de implantação à cerca de gerenciamento de projetos, que implica especialmente em gerenciar algumas variáveis e coordenar atividades relacionadas a realizações que precisam ser completadas ou entregues dentro de escopos definidos, prazos específicos e restrições. Os conteúdos abordados nestes treinamentos foram: Disciplinas de Origem no PMBOK Guide 5ª edição, já baseado com informados da 6ª edição (Agile) que está para ser lançado: – Conceitos, boas práticas e sugestões de uso para as 10 áreas de conhecimento: Integração, Escopo, Tempo, Custos, Qualidade, Recursos Humanos, Comunicação, Riscos, Aquisições e Partes Interessadas; – Conceitos de liderança que o PMBOK Guide sugere para Desenvolvimento de Times (Softskills). Disciplinas de origem no método PRINCE2, é um método naturalmente Agile e tem conexão com o Mindset Ágil que está sendo trabalhando na NDD: – Princípios, temas, processos, papéis e adequação ao PRINCE2; – Papéis e responsabilidades em projetos e em suas decisões. Agile no gerenciamento de projetos: – Este tema aborda a influência do Agile no gerenciamento de projetos, trazendo inclusive alguns tópicos como contratos ágeis para fundamentar relações de clientes e fornecedores em ambientes ágeis; – Liderança, colaboração e melhoria continua serão os focos principais.

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Rebranding: NDDigital agora é NDD

  Este é um ano de mudanças para a empresa catarinense NDD. Desde 2004 no mercado nacional e internacional, a empresa desenvolvedora de software lança neste mês o rebranding da marca. Essa ação faz parte do NDDRevolution, que tem no cronograma várias atividades com foco em transformações. Agora a empresa será denominada apenas como NDD. Foi pensando em inovar, nunca deixando de lado a tecnologia e o dinamismo, que o “igital” não faz mais parte da nomenclatura da empresa. Com essa alteração, que inclui nova identidade visual, logo e website, a companhia adota o posicionamento estratégico global. A NDD está presente em mais de 10 países da América Latina, América do Norte e Europa. Uma nova identidade, a mesma preocupação e segurança com a operação dos parceiros e clientes. A mesma certeza da construção coletiva, constante e diária da qualidade das soluções com a importante contribuição de cada um dos mais 395 colaboradores. Inovação, presença, tecnologia e dinamismo, foram os pontos principais buscados para representar a nova identidade visual da empresa. Segundo o presidente da NDD, Valmir Tortelli, essas mudanças são necessárias de tempos em tempos. “Já estamos há mais de uma década no mercado e foi justamente olhando para ele, que percebemos que tínhamos que mudar nosso posicionamento. Por isso essa novidade”, ressalta.   Mudanças  O elemento usado tanto na tipografia do NDD, quanto no tetris é regido por quadrados. A fusão de dois ou mais quadrados simboliza conexão, evolução, dados e fusão. Isso passa a impressão de praticidade, objetividade e simetria. A cor verde cobalto, ou verde-mar, é uma cor que incorpora espírito jovem, a NDD é uma empresa jovem, a média de idade dos profissionais é 29 anos. O grafite que também está presente na logomarca evoca a tecnologia. Como um jogo perspicaz, experiência, especialidade e tecnologia são peças que se encaixam na NDD propiciando as soluções ideais para cada negócio em gestão de ambientes de impressão, documentação eletrônica, pagamentos e logística de frete, além do LMS. Hoje a empresa conta com mais de 5 mil clientes, entre eles estão Grupo Pão de Açúcar, Riachuelo, Havan, Tecnoset, Natura, Ambev, Canon, HP. Diferenciação e fluidez em cada quadro dinâmico representa a geração de valor, tendo o conhecimento como norteador perante parceiros, clientes e colaboradores.

Artigos, Notícias Institucionais

NFe do Brasil expande parceria com NDD

A NFe do Brasil esteve visitando a sede da NDD em Lages. Estiveram presentes o diretor comercial da NFe do Brasil, Ronaldo Eschiezaro e o vice-presidente da empresa, Marco Zanini. A intenção foi conhecer a estrutura da catarinense e alavancar a parceria na vertical de Documentos Eletrônicos, expandindo a gama de produtos. Na oportunidade foram alinhadas estratégias comerciais para os próximos meses. A NFe do Brasil é uma empresa da Globalweb Corp com especialização em Inteligência Fiscal Eletrônica. Pioneira na implantação da Nota Fiscal Eletrônica em empresas brasileiras, a companhia oferece soluções para BPO, SPED, NF-e, NFS-e, HSM e gestão segura de certificados digitais, por meio de criptografia. Os produtos e serviços da empresa atendem às normas tecnológicas e fiscais da Secretaria da Fazenda. A NFe do Brasil tem mais de mil clientes ativos, incluindo grandes corporações nacionais e internacionais.

Artigos, Notícias Institucionais

GTS do Brasil visita Data Center NDD

A equipe de Tecnologia da empresa GTS do Brasil, indústria de máquinas e implementos agrícolas, esteve em visita na sede da NDD. O Gerente de TI da NDD, Fernando Abreu, acompanhou os profissionais da GTS, Diego Alex Rosa, Rafael do Canto Mazzochi e Julio Zanchett, durante a visita apresentando toda a estrutura. O intuito foi conhecer o Data Center da NDD e buscar informações sobre as ferramentas de segurança e backup, para implantar na Infraestrutura da GTS.

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Colaboradores NDD fazem mutirão de doação de sangue

O Hemosc promoveu o Junho Vermelho com intuito de estimular as doações de sangue. Para contribuir com a campanha, a CIPA NDD engajou os colaboradores a participarem de um mutirão de doação. Foram dois dias inteiros de doações e cerca de 50 profissionais contribuíram para aumentar o estoque de sangue. Com o frio há uma diminuição nas doações, só em Lages caem pelo menos 30%. Segundo o Hemosc o sangue coletado dura 42 dias, por isso é de extrema importância que os doadores compareçam a unidade três vezes ao ano. É a primeira vez que a empresa faz a ação e pelo feedback dos profissionais, a pratica deve seguir ao longo do ano. “O Hemosc fez a locomoção dos colaboradores, isso deu mais praticidade para as pessoas que participaram”, conta Rafaela Gomes, membro da CIPA NDD. Para o analista de testes, Rafael Piasson, foi uma ótima oportunidade. “Eu sou doador, mas nem sempre consigo cumprir o prazo de 3 meses, pois não são todos os sábados do mês que o Hemosc abre e durante a semana com a correria do trabalho, fica difícil arrumar um tempo para fazer isso. Com o incentivo da empresa, ficamos mais seguros para ir. É uma iniciativa simples, segura e que faz toda a diferença para inúmeras pessoas que precisam”, declara Rafael. Já a analista de custos, Adelita Hessa, foi pela primeira vez. “Admito que sempre quis fazer a doação, mas não encontrava tempo, com a campanha consegui e adorei”, disse Adelita. O sangue não tem substituto. Por isso a doação espontânea e periódica é fundamental. Uma única doação de sangue pode salvar várias vidas. O que é necessário para doar? Ter idade entre 18 e 69 anos, 11 meses e 29 dias; Doadores com idade de 16 e 17 anos de idade, são aceitos para doação mediante a presença e autorização formal dos pais e/ou responsável legal; O limite de idade para primeira doação é de 60 anos; O candidato à doação deve estar em boas condições de saúde, sem feridas ou machucados no corpo; Pesar acima de 50 kg (com desconto de vestimentas); Apresentar documento de identidade com foto, emitido por órgão oficial: RG., carteira profissional, carteira de motorista, etc. Ter repousado bem na noite antes da doação; Evitar o jejum. Fazer refeições leves e não gordurosas, nas 4 horas que antecedem a doação; Evitar uso de bebidas alcoólicas nas últimas 12 horas; Evitar vir acompanhado com crianças, sem acompanhantes.

Artigos, Notícias Institucionais

NDD participa da Feira de Ciências CEDUP

Pela primeira vez a NDD participou da Feira de Ciências do Cedup, que aconteceu no dia 29/06. A intenção está em aproximar os alunos da empresa, para que conheçam os programas de Jovem Aprendiz e Estágio que a NDD oferece, e também a busca pelos profissionais da área. No período da manhã e da tarde a Feira recebeu a visita de jovens do ensino médio das escolas de Lages, e a noite foram os estudantes de cursos técnicos. A Gerente de RH, Tamires Oliveira comenta que a aproximação é importante para o crescimento da empresa, “Precisamos fomentar e mostrar a NDD para a cidade. Os alunos das escolas de Lages precisam saber e conhecer as oportunidades que nossa região oferece. Estamos sempre buscando por profissionais dedicados, que tenham vontade de iniciar sua carreira e crescer conosco”, afirma.

Artigos, CIOT, Compliance Fiscal, Transportes e Logística, Vale Pedágio

Pelo segundo mês consecutivo a ANTT autua empresas por falta de CIOT e Vale-pedágio

O RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga) é a vinculação do código de identificação (QR-Code) ao veículo, e com ele a ANTT pode cruzar os dados a qualquer tempo e, não encontrando um CIOT para aquela operação, o transportador é multado. Pelo segundo mês consecutivo empresas são autuadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), pelo não cumprimento da lei do Pagamento Eletrônico de Frete (PEF), a falta de emissão do CIOT (Código Identificador de Operação de Transporte) e o Vale-Pedágio. O Diário Oficial da União (D.O.U), publicou em 28/06 novas listas de empresas autuadas, confira: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=142&data=28/06/2017 http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=143&data=28/06/2017 http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=144&data=28/06/2017 Fique em dia com PEF, CIOT e Vale-Pedágio, conheça a solução da NDD que mantém sua empresa dentro das obrigatoriedades e ainda apoia e beneficia empresas e caminhoneiros. O nddCargo é uma solução completa para a gestão de pagamento eletrônico de frete, coleta e triagem de documentos, aliada a um cartão com múltiplas funções e a bandeira Visa.

Artigos, Compliance Fiscal

NDD e Accor realizam palestra sobre Automação de NFS-e no ECM Varejo

A NDD e a Accor Hotels realizaram palestra no ECM MEETING Varejo na última quinta-feira (22/06), no TRYP São Paulo Paulista Hotel em São Paulo. “Redesenhando o Processo de Automação de Entradas das NFS-es” foi o tema da apresentação ministrada pelo coordenador comercial NDD, Mário Filho e a coordenadora financeira Accor, Raquel Rodrigues. O evento é promovido pela Revista INFORMATION MANAGEMENT e tem foco no Gerenciamento de Documentos, Informações e processos digitais em toda cadeia de varejo – VAREJO PAPERLESS. O ECM Varejo reuniu em torno de 80 profissionais, entre executivos e staff de TI, gerentes de inovação, logística e gestores das áreas administrativas. Empresas como Grupo Pão de Açúcar, MC Donald’s, entre outras grandes do varejo brasileiro estiveram presentes. A falta de padrão das Notas Fiscais de Serviço Eletrônica foi o foco que a NDD e a Accor deram na apresentação do Show Case. Em meio a mais de 5 mil prefeituras com autonomia para definir seus modelos de documentação, os contribuintes se veem voltando no tempo, tendo que criar setores de digitação e ainda digitalização para tratar os diferentes layouts das diversas prefeituras que tomam serviços, mesmo em uma era onde o Brasil é case mundial de sucesso em termos de Documentação Fiscal Eletrônica. A NDD visando sempre reduzir custos dos clientes, traz desde 2015 uma solução para resolver esse dilema, e esse foi o objetivo do Show Case, onde a rede Accor Hotels relatou os ganhos que tiveram com a implementação do software e a redução de custo em operação e pessoas neste processo. Além da conferencia da NDD, o evento contou com mais 4 palestras. Alguns dos temas abordados foram: – Aplicações de tecnologias de ECM no setor Varejo; – Os avanços no varejo PAPERLESS – DIGITAL; – Os ganhos da Automação de Processos; – As novas tecnologias e seus impactos na cadeia varejista: Inteligência Artificial, Computação Cognitiva, entre outras; – O novo valor das informações com ANALYTICS, BI, VISUALIZAÇÃO de DADOS; – Questões regulatórias e legais sobre documentos em papel e digital.

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Prorrogada obrigatoriedade do CEST para 2018

Foi publicado Nota Técnica com a prorrogação do CEST para 01/04/2018, alterando assim o cronograma de obrigatoriedade. O objetivo do CEST é estabelecer uma forma de uniformizar e identificar as mercadorias e bens passíveis de sujeição ao regime de substituição tributária e de antecipação de recolhimento do ICMS. Confira a NT completa, clicando aqui! Veja mais matérias sobre o assunto:  NF-e e NFC-e terão mudanças no CEST, fique atento! Lista de mercadorias sujeitas ao ICMS-ST sofre alteração e altera CEST Mudança no convênio ICMS 92/2015 para CEST

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