Todo e qualquer ativo tecnológico precisa passar pelo monitoramento proativo para manter sua alta performance. Nesse processo, nós analisamos o seu desempenho, o uso dos recursos e identificamos eventuais sinais de degradação ou falha.
Como a infraestrutura de TI é a principal fonte de operação dos provedores de outsourcing, é de grande importância que as empresas provedoras realizem a gestão do ciclo de vida de cada um dos seus aparelhos com o monitoramento e, claro, outras práticas.
Vamos entender?
Etapas do ciclo de vida de ativos de TI: da aquisição ao descarte
Os equipamentos tecnológicos passam por um processo que chamamos de ciclo de vida de ativos. Ele é dividido em etapas, que incluem: aquisição, uso, manutenção e descarte.
- Aquisição: É a fase de planejamento e investimento. Aqui, o provedor mapeia as demandas do mercado, avalia especificações técnicas e negocia com fornecedores para selecionar os ativos que melhor compõem seu portfólio.
- Uso e monitoramento: Corresponde ao período em que os ativos estão em operação no ambiente do cliente. Nesta etapa, o monitoramento contínuo é fundamental para garantir a performance, a disponibilidade e o cumprimento dos SLAs (Acordos de Nível de Serviço).
- Manutenção: Engloba todas as ações de suporte para manter os equipamentos funcionando perfeitamente. Isso inclui desde as manutenções corretivas (após uma falha) até as proativas, que usam dados de monitoramento para antecipar problemas e evitar paradas.
- Descarte: É a fase final do ciclo, quando o equipamento se torna obsoleto. O processo envolve o recolhimento, a limpeza segura de dados e a destinação correta do ativo, seguindo as normas ambientais e de segurança.
Agora, o que é gestão do ciclo de vida de ativos de TI
A gestão da vida de ativos de TI é o procedimento que realizamos para controlar essas quatro etapas do ciclo.
Durante a prática, realizamos medidas como:
- Inventariar dispositivos, de modo que cada aparelho esteja registrado e rastreável;
- Fazer o monitoramento proativo, que já mencionamos acima, para detectar anomalias e garantir alta performance;
- Planejar manutenções preventivas, evitando paradas inesperadas;
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Por que fazer a gestão de TI?
O provedor de outsourcing depende do excelente funcionamento do seu patrimônio tecnológico para garantir a satisfação do cliente e fidelizar sua confiança.
Produtos que apresentam lentidão, intermitência ou obsolescência, não suprem as necessidades atuais das empresas inovadoras, o que faz com que, caso a provedora de serviços falhe em entregar um bom serviço, o cliente busque uma segunda alternativa capaz de atendê-la.
Assim sendo, o primeiro motivo que podemos destacar para a provedora fazer a gestão do ciclo de vida do produto, é que a prática garante que o seu ambiente tecnológico permaneça estável, disponível e preparado para a operação se manter, crescer e escalar.
Além disso, há também outros ganhos que merecem atenção: redução de custos, aumento da vida útil de ativos e tomada de decisão embasada.
Ao antecipar falhas e realizar manutenção preventiva, a empresa provedora consegue evitar gastos emergenciais e prolongar ciclos de uso. Já ao aplicar a manutenção correta e o descarte sustentável, os ativos podem ser mais bem aproveitados e conservados.
E no que diz respeito à tomada de decisão, a empresa provedora de outsourcing pode acessar relatórios e métricas que permitem a ela compreender melhor todo o ciclo de vida dos ativos de TI e, assim, planejar com mais estratégia as reposições, os upgrades e os investimentos.
Gestão do ciclo de vida dos produtos de TI e os desafios
Toda provedora de outsourcing sabe que o desafio maior não está necessariamente em aplicar a gestão de ativos, mas garantir que todos os dispositivos de TI estejam envolvidos dentro deste controle.
São muitos aparelhos, diversos modelos e versões diferentes, e, para assegurar que tudo esteja sob vigilância, pode ser complexo. Além disso, há também a necessidade de acompanhar o estado e a performance dos equipamentos, de modo que as manutenções sejam realizadas de forma contínua.
Outro ponto que gera preocupação: recolhimento e descarte ao final do ciclo de vida de ativos de TI. É importante que todo o processo siga protocolos específicos de segurança e sustentabilidade para eliminar quaisquer riscos que possam prejudicar o meio ambiente ou a própria reputação empresarial.
Como o NDD Orbix auxilia na gestão e no monitoramento proativo dos aparelhos
Gerenciar o ciclo de vida do produto TI é, sem dúvida, uma das maiores complexidades da gestão de infraestrutura moderna, e isso em razão do grande volume de equipamentos que estão a cargo das provedoras.
A pergunta que fica aqui então é:
“E dá para minimizar os desafios da gestão?”
A resposta é: Sim! Hoje, isso é possível.
O NDD Orbix é um software de gestão que foi desenvolvido para suprir essa necessidade. Ele facilita a governança sobre os ativos de TI, permitindo que os provedores administrem toda sua operação, usuários e clientes, em um único local.
Nesse sistema, no qual tudo funciona de forma integrada, os profissionais podem:
- Gerenciar múltiplos dispositivos e serviços;
- Realizar monitoramento proativo para detectar falhas ou desempenho atípico nos aparelhos;
- Acessar relatórios completos e atualizados para otimizar o uso de recursos;
- Implementar a possibilidade de upgrade nos contratos, para ajudar conforme análise e acompanhamento do uso dos dispositivos;
- Contar com suporte multifabricante especializado para ampliar a capacidade de atendimento técnico.
Ainda que a gestão do ciclo de vida de ativos de TI seja complexa para muitas provedoras, há como simplificar a prática com o apoio de boas ferramentas. Conheça agora o NDD Orbix e saiba mais.