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Compliance Fiscal, Inovação, Software Houses

O que é a Tadat e qual o seu impacto nos fiscos estaduais

Metodologia apoiada pelo Banco Mundial, o TADAT visa padronizar o desempenho da administração tributária e encontrar caminhos para facilitá-la, incluindo a realização de reformas  Uma das grandes dificuldades da administração pública é ser assertiva no levantamento de recursos que serão usados ao longo do ano. Na teoria, parece simples: estima-se quanto o estado vai arrecadar em impostos e, a partir desse dado, torna-se mais simples de planejar o que vai ser realizado ao longo do ano, seja em investimentos ou apenas na oferta de serviços à população.  Diante dessa realidade, foi desenvolvida a Tax Administration Diagnostic Assesment Tool, conhecida como Tadat. A ferramenta se baseia em nove indicadores de performance, cobrindo as áreas mais críticas relacionadas à administração fiscal. Entre essas métricas, encontram-se integridade da base fiscal, administração de riscos, contabilidade e transparência, compliance, entre outros.  Essa iniciativa global visa apoiar reformas fiscais em países, tendo inúmeras entidades globais como apoiadores, caso do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI), que contribuíram para a criação da metodologia. A Tadat é adotada por diversas entidades governamentais e internacionais ao redor do globo, visando gerar uma padronização da atuação da administração tributária.  Seus objetivos são:  Identificar pontos fortes e fraquezas nos sistemas, processos e instituições que administram os impostos;  Facilitar uma visão das condições desse sistema para os stakeholders, como autoridades nacionais e organizações internacionais;  Discutir reformas, incluindo objetivos, prioridades, iniciativas e sequência de implementação;  Facilitar a administração e a coordenação do suporte externo para reformas, tornando sua implementação mais rápida e eficiente;  Monitorar e avaliar o progresso das reformas, conforme análises repetidas.  A complexidade brasileira: o papel dos estados  Em tese, a Tadat é uma ferramenta para ser adotada pelos órgãos fiscais nacionais. Não à toa, a metodologia é a base para países de primeiro mundo, como Alemanha, Noruega, Suíça, Inglaterra e Japão. No Brasil, porém, a administração tributária está dividida em três entes: os governos federal, estadual e municipal.  Essa complexidade da legislação tributária interfere diretamente no ambiente de negócios do país. Como já mostramos em alguns artigos, esse custo é projetado em R$ 181 bilhões por ano, considerando sistemas, equipamentos e pessoal. Na prática, essa situação afeta a competitividade do setor produtivo brasileiro em um mundo globalizado e aumenta o custo dos produtos e serviços oferecidos no país.  Mas a culpa está longe de ser só do governo federal. Como os estados abocanham um dos principais tributos arrecadados no país, o ICMS, eles têm papel importante sob o ponto de vista fiscal, com suas próprias despesas a serem quitadas e investimentos a serem realizados. Diferentes pesquisas já mostraram que o ICMS representa cerca de um quinto (20%) de tudo que é arrecadado no país.  Buscando a assertividade  Com o diagnóstico obtido pela Tadat, torna-se mais simples para os estados entenderem as suas próprias limitações e serem mais assertivos em seus processos e serviços. Não à toa, Alagoas, em dezembro de 2017, e o Distrito Federal, em dezembro de 2018, já realizaram relatórios de avaliação de desempenho nessa metodologia. Ambos os documentos podem ser conferidos no site da instituição neste link.  Mas qual a situação dessa metodologia hoje no Brasil? Já existem estados usando como referência? Sua lógica é simples: aumentar o diálogo e a transparência entre contribuintes e fisco, visando o desenvolvimento de um ambiente de negócios mais eficiente e positivo, reduzindo os riscos de “calotes” e adotando uma postura mais de orientação e menos de fiscalização.  Explica-se: para a administração pública, o bom relacionamento é importante, pois faz com que os recursos previstos ao ano, sejam, de fato, recebidos. E, além disso, torna a área mais atraente para a formalização de negócios, fazendo uma classificação conforme o histórico de pagamentos e risco fiscal: beneficiando os bons pagadores e punindo os sonegadores.  Listamos três iniciativas brasileiras com esse princípio:  1 – Programa Pai d’égua – Ceará  A iniciativa incentiva os contribuintes a assumirem uma maior responsabilidade em relação aos aspectos fiscais, focando na autorregularização e autoconformidade tributária. O objetivo é tornar a relação entre empresas e o fisco mais transparente, aumentando o diálogo e a comunicação.  A expectativa do governo cearense é que “ao conceder um tratamento diferenciado aos contribuintes que cumprem regularmente as obrigações tributárias, a Secretaria da Fazenda pretende promover a justiça fiscal e melhorar o ambiente de negócios no estado”.  Os dois pilares da iniciativa são o relacionamento e o fortalecimento da confiança: o primeiro visa dar mais transparência e facilidade na relação, e o segundo foca em dar o tratamento tributário conforme a categoria do contribuinte. Nesse caso, há orientação para os interessados em cumprirem as regras, com fiscalizações e punições para aqueles que estão à margem da lei.  Saiba mais sobre o programa.  2 – Nos conformes – São Paulo  O programa “Nos Conformes” estimula a conformidade tributária, criando as condições necessárias para um ambiente de confiança recíproca entre a Secretaria da Fazenda e os contribuintes. A iniciativa visa reduzir os custos para os contribuintes, aperfeiçoar a comunicação com o fisco e melhorar a qualidade da tributação.  São cinco princípios norteadores:  1) Simplificação do sistema tributário estadual;  2) Boa-fé e previsibilidade de condutas;  3) Segurança jurídica;  4) Publicidade e transparência;  5) Concorrência leal entre os agentes econômicos;  Dessa forma, cria-se um sistema de classificação de contribuintes, conforme o seu relacionamento com o fisco e o cumprimento de obrigações.  3 – Contribuinte Arretado – Alagoas  Seguindo os mesmos princípios e objetivos das iniciativas dos estados do Ceará e de São Paulo, o Programa Contribuinte Arretado defende a regularidade tributária dos contribuintes, recebendo, como compensação, um ambiente de negócios favorável por parte da administração tributária.  A iniciativa tem três premissas:  1) diminuição do tempo gasto pelos contribuintes no cumprimento das obrigações tributárias;  2) simplificação da relação fisco-contribuinte;  3) participação de contribuintes e organizações privadas na construção de soluções.  O principal diferencial do programa é a criação de um sistema classificatório, que se baseia na regularidade do contribuinte. Quanto maior a conformidade tributárias, menores as chances de penalização.  É possível dizer que o pagamento de

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O Brasil caminha para um documento fiscal unificado?

Complexidade fiscal do país é uma barreira a ser superada para aumentar a competitividade das empresas: ainda há um longo caminho a ser percorrido  Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) colocou o Brasil em 17º lugar entre 18 países em um ranking de competitividade – somente a Argentina ficou um degrau abaixo. Na área de tributação, mais especificamente, o país também está na 17ª posição. Apenas os vizinhos argentinos novamente em situação inferior, especialmente devido à complexidade do documento fiscal.  Trouxemos mais informações sobre o tema neste artigo, no qual abordamos a necessidade de o Brasil passar por uma reforma tributária ampla. O propósito da medida é de simplificar e eliminar taxas, com o objetivo de reduzir os impostos bancados por empresas e pessoas físicas. Atualmente, o país conta com a mesma carga tributária de nações cuja renda per capita é muito superior, como a Espanha e a Polônia.  O Brasil também precisa superar barreiras em seu ambiente de negócios, o que prejudica investimentos das empresas e afeta a economia como um todo. “O ambiente hostil ao investimento é resultado, principalmente, da falta de equilíbrio fiscal, da falta de segurança jurídica e do excesso de burocracia”, diz a CNI. Conforme a entidade, é preciso incrementar a qualidade do sistema tributário brasileiro.  Documento fiscal: do papel para o digital  Nos últimos anos, o país tem investido na digitalização de impostos. Inúmeros documentos fiscais passaram por esse processo, o que, de maneira simultânea, facilita o controle por parte do fisco e das empresas. Ao contrário de guardar comprovantes físicos por ao menos cinco anos, as companhias sofriam com problemas, caso do extravio, ou mesmo a dificuldade para acompanhar essas exigências.  Os documentos fiscais são a garantia de que a empresa está quitando as obrigações fiscais ou acessórias, servindo para comprovar o recolhimento de impostos e tributos sobre faturamento – seja em compras, em vendas ou em circulação de serviços e de mercadorias.  Seja no papel ou no digital, o fisco faz exigências sobre a emissão, a escrituração e a guarda de documentos fiscais. Além de confirmar a regularidade de operações e contribuir na transparência e no compliance, os documentos fiscais confirmam a não sonegação de impostos pelas companhias. No meio digital, tornou-se mais simples para as companhias e para o fisco fazer as checagens necessárias.  Digitalização e um documento fiscal único  O Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) trouxe muitas facilidades para as empresas. A maior parte dos documentos fiscais é entregue pelos sistemas online, com certificação digital, o que garante a validade jurídica. Trata-se de relação mais transparente entre as organizações e o poder público – além disso, os softwares fazem checagens automáticas para conferir se as informações necessárias foram prestadas.  Aos poucos, esse mesmo movimento digital está sendo feito com inúmeros outros documentos fiscais, como, por exemplo:  NF-e A Nota Fiscal Eletrônica de Produtos ou Mercadorias é emitida nas operações que envolvem circulação de mercadorias ou serviços.  CT-e É o documento relacionado à prestação de serviços de transporte e movimentação de cargas, independentemente do modal.  NFS-e A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica documenta operações de prestação de serviços.  NFC-e É o recibo entregue por uma empresa do varejo ao consumidor final. Aprenda a emitir este documento neste artigo.  MDF-e O Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos visa vincular documentos fiscais transportados na carga, como a NF-e ou o CT-e.  Ainda que o digital tenha contribuído para tornar mais simples a vida das empresas, há a necessidade de lidar com muitas obrigações – e cada uma com suas particularidades, especificações e atualizações via decretos ou novas leis. Muitas empresas sentem dificuldades com essa multiplicidade de informações, mesmo com sistemas de gestão específicos para essa finalidade, como os ERPs.  Nesse sentido, um documento fiscal único seria uma forma de garantir que o governo checasse todos os dados e as empresas pudessem focar em suas atividades estratégicas, deixando de lado burocracias e checagens constantes de obrigações fiscais.  Apesar da percepção de que essa mudança é mais do que necessária por todos os entes envolvidos. Além da reforma tributária já mencionada, ainda existe um longo caminho para que o país possa atuar na parte de impostos e burocracia, visando a redução do “Custo Brasil”, o que implicaria em reflexos positivos para a administração pública e as corporações. 

Tecnologia

Conheça o Log4shell: a vulnerabilidade recém-descoberta

Como vocês sabem, aqui na NDD prezamos pela transparência e compartilhamento de informações. Por isso, gostaríamos de esclarecer os detalhes sobre uma vulnerabilidade descoberta recentemente, denominada “Log4shell”. Entenda o que é essa vulnerabilidade: A CVE-2021-44228, também denominada de Log4Shell ou LogJam, é uma vulnerabilidade da classe Remote Code Execution (RCE). Se os invasores conseguirem explorá-lo em um dos servidores, eles ganham a capacidade de executar código arbitrário e, potencialmente, assumir o controle total do sistema. O que torna a CVE-2021-44228 especialmente perigosa é a facilidade de exploração: até mesmo um hacker inexperiente pode executar um ataque usando esta vulnerabilidade. De acordo com os pesquisadores, os invasores precisam somente forçar o aplicativo a gravar apenas uma string no log e, depois disso, podem fazer upload de seu próprio código no aplicativo devido à função de <em> substituição de mensagem de aviso </em>. Leia mais: Log4Shell: vulnerabilidade crítica no Apache Log4j | Blog oficial da Kaspersky Os módulos do NDD Print podem ser afetados? Nosso time de Arquitetura e Desenvolvimento realizou uma análise minuciosa em todos os módulos que compõem a solução NDD Print. Módulos servidores: Estes são desenvolvidos em C# (.Net e Net Core ) e C++, e portanto não fazem uso do componente “log4j”; Módulos embarcados: Estes são desenvolvidos em Java, mas não utilizam o componente “log4j”. Com isso, conclui-se que: os módulos do NDD Print não utilizam este componente “log4j”, portanto, ficam isentos das vulnerabilidades do Log4Shell por meio desse componente citado. Em caso de dúvidas, estamos à disposição nosso time de suporte está à disposição para te auxiliar.

Compliance Fiscal, Software Houses

Como o NDD Space pode ajudar sua empresa a virar uma Techfin

Solução para gestão de documentos fiscais pode ser integrada aos mais diversos ERPs. Isso possibilita que software houses ofereçam soluções especializadas aos seus clientes. A 4ª Edição Panorama Mercado ERP 2020, realizada pelo Portal ERP, mostrou que, no Brasil, mais de 300 plataformas de gestão foram mencionadas pelos 3.479 questionários considerados válidos. Estima-se que existam mais de 800 soluções para essa finalidade, sem considerar as empresas que optam pelo desenvolvimento interno.  Quase a metade dos respondentes (46,64%) informou que não pretendia fazer aquisição ou substituição do sistema em um período de 24 meses – outros 25,04% desconheciam esta informação. Dessa maneira, é possível concluir que quase três a cada quatro companhias do país não demonstraram interesse em novos investimentos nesse tipo de plataforma.  Trata-se de uma informação importante para empresas interessadas em operar como uma techfin no setor de gestão de documentos fiscais eletrônicos. Suas aplicações e finalidades precisam demonstrar diversificação e capacidade para se integrar com sistemas ERPs de diferentes formatos e objetivos, já que precisam dialogar com empresas de diversos segmentos e portes, com inúmeras peculiaridades.  Como o NDD Space funciona?  O principal foco do NDD Space é oferecer uma solução voltada à gestão de documentos fiscais eletrônicos, um segmento importante para muitas empresas devido à complexidade da legislação tributária e fiscal do Brasil. Dessa forma, as organizações podem pensar em sua própria estratégia de atuação, deixando uma equipe especializada nesta área a gestão de documentos fiscais.  Entre as suas funcionalidades, destaque para: Gestão e Auditoria de usuários; Gestão de certificados; Canais de negócio; Visibilidade de movimentação; Notificações; Rastreabilidade de documentos ponta a ponta; Resumo fiscal; além da emissão e recepção de documentos.   Os principais benefícios para os dois lados envolvidos são:  Desempenho Com disponibilidade em 100% do tempo, a solução oferece alto desempenho em suas atividades.  Redução de riscos Erros na gestão de documentos fiscais podem levar à aplicação de multas e outros problemas. Nesse sentido, o NDD Space garante a segurança dos dados e seu armazenamento, em total acordo com as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).  Administração Para quem oferta a solução, é possível gerenciar de maneira completa a carteira de clientes. Com informações em tempo real, é possível tomar decisões de forma transparente, inteligente e assertiva.  Simplicidade e robustez São dois adjetivos paradoxais, mas que se aplicam neste caso. É simples de configurar e fácil de usar pelos usuários, ao mesmo tempo em que consegue atender às complexidades do negócio e da legislação.  Flexível Independentemente do ERP adotado pelo cliente, é possível integrar de forma simples. Também permite customização e diversas funcionalidades, como gestão de ambientes e de usuários.  Quais os benefícios para o cliente que contrata o NDD Space?  Em um cenário diverso, algumas características oferecidas pelo NDD Space são fundamentais para se ter argumentos no diálogo com os clientes finais:  Autonomia Quando resolve contratar um parceiro em tecnologia, o contratante não quer abrir mão de sua autonomia na tomada de decisões e na forma que considera mais oportuna para lidar com os seus clientes. É preciso se integrar, mas dar liberdade.  Flexibilidade É o NDD Space que se adapta às regras da empresa e não o contrário. Via de regra, a contratação de uma techfin visa diminuir os esforços do cliente.  Foco de tempo e de recursos As aplicações do NDD Space permitem à empresa investir recursos em melhoria contínua em seu foco de atuação. Em outras palavras, sua equipe se dedica ao que é considerado mais estratégico, deixando aos parceiros a atuação em segmentos transversais. Isso é ainda mais determinante em um contexto de falta de mão de obra para o setor de tecnologia.  Melhoria para o cliente No que tange o atendimento ao cliente, a intenção da techfin é a mesma da contratante: encontrar soluções para os problemas que aparecem. Nesse sentido, haverá uma convergência de esforços para solucionar essas questões.  Escalável Como as boas soluções de TI atuais, pode ser escalada em comunhão com o seu negócio. Não à toa, estamos falando de uma parceria entre duas companhias.  Está precisando de um parceiro para lidar com as complexidades da legislação brasileira em relação aos documentos fiscais? Não é fácil superar as barreiras impostas pelo país, mas o parceiro ideal pode simplificar esta tarefa. 

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