Todo dispositivo tecnológico possui um ciclo de vida útil que é responsável por definir até quando ele consegue operar de forma estável. Para estender esse prazo de duração ou, então, reduzir falhas antes de ele ser substituído, precisamos aplicar manutenções e atualizações de software para solucionar problemas.
Porém, existe um ponto no meio desse processo todo que muitas vezes gera dúvidas: “Como a empresa de outsourcing vai aplicar esses cuidados em diferentes clientes ao mesmo tempo? Eles estão espalhados em muitas regiões”.
Aqui na NDD, instruímos nossos clientes a adotar o gerenciamento remoto de ativos de TI, uma prática que centraliza o controle dos dispositivos de tecnologia. Vamos entender mais sobre ela?
O que é gerenciamento remoto de ativos de TI
Também conhecido como gestão remota de dispositivos, o gerenciamento remoto de ativos de TI é uma prática que consiste em monitorar, atualizar, configurar e corrigir os aparelhos de TI sem a necessidade de presença física.
Sabe aquele notebook que o cliente abriu chamado por lentidão, o servidor que ficou fora do ar durante o expediente ou a impressora que parou de responder em uma filial distante?
O time de outsourcing consegue acompanhar e gerenciar esses equipamentos, bem como corrigir os problemas, mesmo estando a quilômetros de distância dos parques tecnológicos dos clientes. Além disso, com os alertas, o time já consegue agir sem a necessidade de aguardar o contato do cliente.
Como o monitoramento remoto aumenta a segurança da informação
Diariamente, os dispositivos e sistemas tecnológicos são expostos a diversas vulnerabilidades e tipos de ataques: ransomware, malwares, phishing, exploração de falhas de software. O cliente não precisa estar em uma grande corporação para ser alvo. Basta que o dispositivo esteja conectado à internet e desatualizado.
Isso abre margem para riscos críticos relacionados à segurança de dados e informações. Para eliminar essas ameaças, ou pelo menos reduzi-las consideravelmente, o gerenciamento remoto atua aplicando patches de segurança, atualizações e bloqueios de vulnerabilidades sem depender de visitas presenciais.
O acompanhamento constante desses ativos pela empresa de outsourcing é responsável por ela conseguir detectar anomalias rapidamente e agir.
Automação de TI e monitoramento em tempo real para reduzir falhas
Como a operação das empresas de outsourcing atende muitos clientes simultaneamente, realizar o monitoramento e gerenciamento remoto manual pode ser inviável. Imagine acompanhar dezenas ou centenas de dispositivos? A chance de falhas passarem despercebidas é enorme.
A solução para a falta de agilidade e escalabilidade está, portanto, na automação de TI e no monitoramento em tempo real desses aparelhos. Usar ferramentas que permitem identificar falhas imediatamente, aplicar correções automáticas e gerar alertas preventivos antes que o cliente nem sequer perceba o problema.
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Benefícios do gerenciamento remoto para provedores e empresas clientes
Uma vez que foi entendido o que é o gerenciamento remoto de ativos de TI e como ele aumenta a segurança de informações, pode acontecer de os provedores ainda pensarem:
“E será que realmente compensa o gerenciamento remoto”
Para responder a essa pergunta, nosso time de especialistas fez uma seleção de todos os ganhos que ambas as partes obtêm através da prática. Confira!
1- Organização estratégica
A empresa de outsourcing pode conglomerar todas as informações sobre a infraestrutura tecnológica em um só painel: servidores, estações de trabalho, redes, softwares, hardwares etc. Tudo fica integrado em um só ambiente.
Com isso, fica muito mais fácil e simples para os times identificar gargalos, entender a capacidade de cada recurso e aplicar melhorias.
2- Redução de custos operacionais
Ao acompanhar remotamente o desempenho de máquinas e sistemas, é possível prever falhas e agir antes que gerem interrupções graves.
Para o cliente, essa é uma garantia de que sua operação não será prejudicada por paradas inesperadas. Para seu negócio outsourcing, fica assegurado que os atendimentos presenciais de emergência, aqueles que costumam ser mais caros e demorados, serão reduzidos.
3- Conformidade regulatória (compliance)
O prestador de outsourcing pode aplicar políticas de segurança e de uso de tecnologia de forma padronizada para que tanto ele como a empresa do cliente fiquem em legalidade. Ah! Regras de acesso, atualizações automáticas e auditorias ainda permanecem registradas em relatórios para serem acessadas sempre que preciso.
4- Agilidade no suporte
Com a gestão remota de TI, o time de outsourcing também consegue acessar rapidamente as informações sobre os dispositivos locados, avaliar histórico de incidentes e executar protocolos de ação. Todas essas coisas agilizam o suporte ao cliente.
5- Escalabilidade da operação
Conforme a empresa cresce, o gerenciamento remoto se adapta facilmente à expansão da infraestrutura, sem que o provedor de outsourcing precise necessariamente aumentar sua equipe em campo. Novos dispositivos e usuários podem ser adicionados ao sistema de gestão em poucos cliques.
Plataforma da NDD para potencializar o gerenciamento e monitoramento remotos
À medida que os ambientes de TI escalam e as empresas se tornam mais expostas a ameaças cibernéticas, os provedores de outsourcing precisam preparar a sua base de operação para entregar aos clientes a possibilidade de monitorar e gerenciar a TI de forma remota.
A NDD, nesse cenário, desenvolveu uma plataforma SaaS que pode ser usada justamente para essa finalidade: o NDD Orbix.
Com a solução, as equipes podem monitorar e gerenciar múltiplos dispositivos e serviços, independentemente de sua localização, transformando dados coletados em estratégia para aumentar a produtividade e a inteligência operacional dos seus clientes.
Conte com a NDD Orbix para um gerenciamento remoto de qualidade